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Chefe da Cia de Obama: Panetta

Iniciado por rafael_9 em 20/01/2009 · 8 mensagens

rafael_9#1
Notícia sobre o caso:
http://www.axisglobe.com/news.asp?news=14311
Think Tank do qual ele é simpatizante (IPS):
http://www.ips-dc.org/
rafael_9#2
O site do think tank parece o site da Carta Capital em inglês.
priscila#3
Bem, a CIA sempre foi uma organização, na minha opinião, altamente suspeita - e agora fica escrachadamente, definitivamente, MARCADA. Branded. A quantidade de informação que a CIA não repassou ao FBI no período imediatamente anterior ao ataque do 911 é inacreditável. MESMO em instâncias em que perguntas DIRETAS foram feitas - há inumeros exemplos documentados - a CIA simplesmente ou não respondeu ou disse que não tinha conhecimento do assunto da pergunta.

Eu imaginaria que esta seria uma providência imediata de Baraque, mesmo.

A fase de marcar veladamente os territórios já foi superada.

Entramos na fase do fincamento de bandeiras.
marcos_12#4
Será que ele também é do CFR? Desde 1966 todos os diretores da CIA estavam ligados ou vieram de lá.

O programa do Obama é explicitamento pró-NOM.
priscila#5
A NOM segue completamente retilínea em seu propósito.
Não precisa atualmente "velar" mais nada, ao contrário: precisa se explicitar ao máximo. Comparando com a construção de uma casa, os alicerces (que ficam ocultos) já estão prontos. Trata-se de levantar as paredes, agora, que é o que, entre outros, Baraque está encarregado de ajudar a fazer. E depois virá o telhado.
Mas no momento, lembrem-se: paredes. E parede, coisa essencial, evidentemente, não é coisa que possa ficar "oculta". Não é da NATUREZA dela.

Com alicerce e fundação, foi diferente.
A fase agora é outra.

Aliás, eu estou chovendo no molhado. Está em qualquer jornal o que o homenzinho diz e faz. E ninguém me parece a fim de perder tempo e nem de malhar em ferro frio. O negócio é ser rápido e arrasador.
antnioluiz#6
thiago_7#7
sabia que democrata era roubada mas o obama é uma incognita.
leonardo_2#8

Militares dos EUA denunciam estupros e retaliações nos quartéis

WASHINGTON - Oito militares americanas - sete da reserva e uma da
ativa- abriram nesta terça-feira um processo judicial em que afirmam
terem sido estupradas, agredidas e sexualmente assediadas nos quartéis,
além de sofrerem retaliações ao se queixarem. O processo, na Corte
Distrital de Washington, é a mais nova denúncia apontando para
violências sexuais disseminadas na mais poderosa força militar do
planeta.

Há menos de dois meses, o secretário de Defesa dos EUA,
Leon Panetta, anunciou medidas para coibir milhares de casos de
violência sexual ocorridos a cada ano. As denunciantes acusam os
comandantes militares de terem uma "elevada tolerância com predadores
sexuais em suas fileiras", e de não tomarem providências contra o
problema apesar de repetidas declarações nesse sentido.

A única
envolvida na ativa pertence ao Corpo de Marines. As sete veteranas foram
da Marinha e dos marines. Sete delas acusam colegas de cometerem
estupro ou tentativa de estupro, e a oitava diz ter sido assediada
durante missão no Iraque. Entre os réus apontados estão Panetta e atuais
e ex-secretários de Defesa e Marinha e comandantes do Corpo de Marines
.

Cynthia
Smith, porta-voz do Pentágono, disse em nota que seria inadequado
comentar um processo em aberto, mas que o Departamento de Defesa não
tolera violências sexuais. Ela acrescentou que, conforme regras
implantadas em dezembro, o militar que denunciar agressão sexual deve
ser rapidamente transferido de unidade. Smith salientou ainda que o
Pentágono aumentou as verbas para a capacitação de investigadores e
juízes em questões de abusos sexuais, e para a montagem de um banco de
dados de denúncias.

Uma das autoras da ação, Ariana Klay, disse
ter sido estuprada por um oficial graduado e um amigo civil dele em
agosto de 2010, na residência dela, perto do quartel dos marines em
Washington. O assédio e as retaliações dos superiores após a denúncia a
levaram a tentar o suicídio, segundo a ação. O suposto estuprador
militar foi condenado em corte marcial por adultério e linguagem
indecente, mas não por estupro.

Formada pela Academia Naval dos
EUA, Klay já havia se queixado anteriormente de sofrer assédio sexual, e
por causa disso pediu transferência para o Afeganistão - o que foi
negado, segundo o processo.

- As ações cúmplices dos meus
superiores foram mais traumáticas do que o fato em si - disse Klay,
diagnosticada com transtorno do estresse pós-traumático.

Em
janeiro, ao anunciar medidas contra a violência sexual, Panetta disse
que 3.191 ataques desse tipo foram relatados nas Forças Armadas em 2011.
Como muitos casos não são relatados, ele estimou que o número real se
aproxime de 19 mil.

http://oglobo.globo.com/mundo/militares-dos-eua-denu…teis-4233575

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