Entre os homens atualmente presos em Guantanamo está Khaled Sheikh Mohammed, que trabalhou como secretário do antigo patrocinador de bin Laden, Abu Sayyaf, e para Abdullah Azzam. Ainda mais significante é o fato dele ser tio de de Ramzi Youssef, que bombardeou o WTC em 1993.
Exceto pelo mútuo ódio ao ocidente, do qual a América tornou-se o SÍMBOLO, dentro dos padrões impostos por grupos interessados em impô-los (e aceitos com a habitual facilidade pela habitual massa de manobra, não resisto a declarar), Khaled Mohammed não tinha nada em comum com Osama bin Laden. Mohammed é um cosmopolita, fluente em inúmeras línguas, que estudou em Greensboro, onde se diplomou em engenharia mecânica pela North Carolina Agricultural and Technical State University.
Mohammed e seu titio planejaram juntos uma operação à qual foi dado o nome de Bojinka, e que consistia em bombardear, com um artefato desenvolvido por Ramzi Yousef (uma bombícula de nitroglicerina indetectável pela segurança dos aeroportos), doze Jumbos americanos em rota sobre o Pacífico.O plano foi testado num voo entre Manila, Filipinas, e Tóquio. Youssef saiu do avião na escala em Cebu, no arquipélago das Filipinas. Quem tomou seu lugar foi um japonês chamado Haruki Ikegami, coitado. O plano não pareceu lá essas coisas para os terroristas e foi abandonado.
(Youssef - um fazedor de bombas profissa - participou de vários outros planos, mas somehow nenhum deu em nada. Um desses planos era o de matar o Papa João Paulo II quando em visita às Filipinas, mas a polícia de Manila pegou o grupo quando produtos químicos pegaram fogo no apartamento que os terroristas ocupavam. Youssef fugiu, mas deixou seus planos todos detalhadinhos, num computador que a polícia pegou.
Exceto pelo mútuo ódio ao ocidente, do qual a América tornou-se o SÍMBOLO, dentro dos padrões impostos por grupos interessados em impô-los (e aceitos com a habitual facilidade pela habitual massa de manobra, não resisto a declarar), Khaled Mohammed não tinha nada em comum com Osama bin Laden. Mohammed é um cosmopolita, fluente em inúmeras línguas, que estudou em Greensboro, onde se diplomou em engenharia mecânica pela North Carolina Agricultural and Technical State University.
Mohammed e seu titio planejaram juntos uma operação à qual foi dado o nome de Bojinka, e que consistia em bombardear, com um artefato desenvolvido por Ramzi Yousef (uma bombícula de nitroglicerina indetectável pela segurança dos aeroportos), doze Jumbos americanos em rota sobre o Pacífico.O plano foi testado num voo entre Manila, Filipinas, e Tóquio. Youssef saiu do avião na escala em Cebu, no arquipélago das Filipinas. Quem tomou seu lugar foi um japonês chamado Haruki Ikegami, coitado. O plano não pareceu lá essas coisas para os terroristas e foi abandonado.
(Youssef - um fazedor de bombas profissa - participou de vários outros planos, mas somehow nenhum deu em nada. Um desses planos era o de matar o Papa João Paulo II quando em visita às Filipinas, mas a polícia de Manila pegou o grupo quando produtos químicos pegaram fogo no apartamento que os terroristas ocupavam. Youssef fugiu, mas deixou seus planos todos detalhadinhos, num computador que a polícia pegou.