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Netanyahu: Devemos fazer desaparecer a ameaça

Iniciado por klaicon em 28/01/2009 · 3 mensagens

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Jerusalem, 28 Jan (Lusa) - O líder da direita israelita, Benjamin Netanyahu, favorito nas sondagens para o escrutínio de 10 de Fevereiro, considerou necessário "terminar o trabalho e fazer desaparecer a ameaça" que constituem o Hamas, na Faixa de Gaza, e o Hezbollah, no Líbano.

O chefe do Likud falou terça-feira perante cerca de 2.000 militantes, reunidos no Centro de conferências de Jerusalém para a abertura da campanha em que adoptou o slogan: "o objectivo: a segurança de Israel".

"No plano de segurança, a missão mais importante é impedir o Irão de adquirir a bomba atómica (...) O tempo passa e esta missão torna-se mais vital. Toda a nossa política será consagrada a impedir essa evolução perigosa", afirmou Netanyahu.

"Vamos igualmente enfrentar as ramificações do terrorismo iraniano, o Hezbollah no norte e o Hamas no Sul. Quero que as coisas sejam claras: a longo prazo, não podemos aceitar bases terroristas iranianas nos arredores de Ashkelon, Ashdod e Telavive", prosseguiu, em referência a três cidades israelitas.

"Mais cedo ou mais tarde, deveremos terminar o trabalho e fazer desaparecer esta ameaça, e é o que faremos", lançou Netanyahu, sob o aplauso dos seus apoiantes.

O líder do Likud já acusou várias vezes o actual governo israelita de parar demasiado cedo a ofensiva lançada no fim de Dezembro na Faixa de Gaza e que fez mais de 1.330 mortos neste território controlado pelos islamitas palestinianos do Hamas.

"Aquele que vier contra nós encontrará um punho de ferro", sublinhou.

A este respeito, apelou ao primeiro-ministro Ehud Olmert para "mostrar um punho de ferro, imediatamente", depois da morte, durante a manhã, de um soldado israelita, morto por um engenho explosivo na orla da Faixa de Gaza.

O antigo Primeiro-ministro (1996-1999) prometeu "esticar a mão à paz" e iniciar "um processo com os palestinianos que compreenda negociações políticas com a Autoridade Palestiniana, desenvolvendo ao mesmo tempo a economia e uma cooperação com a Jordânia e o Egipto".
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No entanto assegurou que Jerusalém permanecerá "a capital de Israel, unificada e sob soberania israelita", enquanto que os palestinianos querem fazer da sua parte oriental a capital de um futuro Estado.

Benjamin Netanyahu declarou igualmente que pretende conservar o território de Golan, que a Síria reclama, bem como o vale do Jordão, parte oriental da Cisjordânia.

Entre "os desafios" a enfrentar, o líder da direita também insistiu "na tempestade económica mundial (que) se aproxima a passos largos" e detalhou um plano baseado essencialmente em baixas de impostos.

Segundo as últimas sondagens, o Likud, que dispõe actualmente de 12 dos 120 lugares do Parlamento, obteria 30 deputados, e o bloco de direita disporia de uma maioria de cerca de 65 num total de 120 deputados.

Lusa
klaicon#3
Eu amo direitista radical como o Sr. Netanyahu. Sempre admirei esse ex-primeiro ministro de Israel. Ele está certíssimo em aniquilar os grupos terroristas como Hamas e Hezbollah para o bem do Estado de Israel e à paz mundial. Concordo com essa ideologia de que todo mal deve ser cortada pela raiz. Isso vale para àqueles que querem destruir os valores judaico-cristão, que hoje são uma "ameaça" à cultura ocidental, não é à toa que já se fala em "guerra cultural". Uma minoria insignificante não faria falta alguma na nossa sociedade, muito pelo contrário, a nossa civilização será curada de uma grande epidemia letal.
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Com o partido direitista conservadora (Likud) no poder e o aumento da popularidade do partido da extrema direita (Yisrael Beitenu), Israel não será o mesmo. Tudo isso que está acontecendo em Israel me deixa excitado .

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