Jerusalem, 28 Jan (Lusa) - O líder da direita israelita, Benjamin Netanyahu, favorito nas sondagens para o escrutínio de 10 de Fevereiro, considerou necessário "terminar o trabalho e fazer desaparecer a ameaça" que constituem o Hamas, na Faixa de Gaza, e o Hezbollah, no Líbano.
O chefe do Likud falou terça-feira perante cerca de 2.000 militantes, reunidos no Centro de conferências de Jerusalém para a abertura da campanha em que adoptou o slogan: "o objectivo: a segurança de Israel".
"No plano de segurança, a missão mais importante é impedir o Irão de adquirir a bomba atómica (...) O tempo passa e esta missão torna-se mais vital. Toda a nossa política será consagrada a impedir essa evolução perigosa", afirmou Netanyahu.
"Vamos igualmente enfrentar as ramificações do terrorismo iraniano, o Hezbollah no norte e o Hamas no Sul. Quero que as coisas sejam claras: a longo prazo, não podemos aceitar bases terroristas iranianas nos arredores de Ashkelon, Ashdod e Telavive", prosseguiu, em referência a três cidades israelitas.
"Mais cedo ou mais tarde, deveremos terminar o trabalho e fazer desaparecer esta ameaça, e é o que faremos", lançou Netanyahu, sob o aplauso dos seus apoiantes.
O líder do Likud já acusou várias vezes o actual governo israelita de parar demasiado cedo a ofensiva lançada no fim de Dezembro na Faixa de Gaza e que fez mais de 1.330 mortos neste território controlado pelos islamitas palestinianos do Hamas.
"Aquele que vier contra nós encontrará um punho de ferro", sublinhou.
A este respeito, apelou ao primeiro-ministro Ehud Olmert para "mostrar um punho de ferro, imediatamente", depois da morte, durante a manhã, de um soldado israelita, morto por um engenho explosivo na orla da Faixa de Gaza.
O antigo Primeiro-ministro (1996-1999) prometeu "esticar a mão à paz" e iniciar "um processo com os palestinianos que compreenda negociações políticas com a Autoridade Palestiniana, desenvolvendo ao mesmo tempo a economia e uma cooperação com a Jordânia e o Egipto".
O chefe do Likud falou terça-feira perante cerca de 2.000 militantes, reunidos no Centro de conferências de Jerusalém para a abertura da campanha em que adoptou o slogan: "o objectivo: a segurança de Israel".
"No plano de segurança, a missão mais importante é impedir o Irão de adquirir a bomba atómica (...) O tempo passa e esta missão torna-se mais vital. Toda a nossa política será consagrada a impedir essa evolução perigosa", afirmou Netanyahu.
"Vamos igualmente enfrentar as ramificações do terrorismo iraniano, o Hezbollah no norte e o Hamas no Sul. Quero que as coisas sejam claras: a longo prazo, não podemos aceitar bases terroristas iranianas nos arredores de Ashkelon, Ashdod e Telavive", prosseguiu, em referência a três cidades israelitas.
"Mais cedo ou mais tarde, deveremos terminar o trabalho e fazer desaparecer esta ameaça, e é o que faremos", lançou Netanyahu, sob o aplauso dos seus apoiantes.
O líder do Likud já acusou várias vezes o actual governo israelita de parar demasiado cedo a ofensiva lançada no fim de Dezembro na Faixa de Gaza e que fez mais de 1.330 mortos neste território controlado pelos islamitas palestinianos do Hamas.
"Aquele que vier contra nós encontrará um punho de ferro", sublinhou.
A este respeito, apelou ao primeiro-ministro Ehud Olmert para "mostrar um punho de ferro, imediatamente", depois da morte, durante a manhã, de um soldado israelita, morto por um engenho explosivo na orla da Faixa de Gaza.
O antigo Primeiro-ministro (1996-1999) prometeu "esticar a mão à paz" e iniciar "um processo com os palestinianos que compreenda negociações políticas com a Autoridade Palestiniana, desenvolvendo ao mesmo tempo a economia e uma cooperação com a Jordânia e o Egipto".