Rodrigo Santoro, cúmplice de genocídio, apresenta: Che.
http://www.youtube.com/watch?v=BQphNoiBLZ4&NR=1
Artista deveria rigorosamente ter conhecimento de História. Pois o artista é p retratar a realidade, além de influenciar a opinião pública através da arte.
Mas...como todo bom brasileiro...burro q é...q carrega consigo, desde a tenra idade, a sementinha da "cartilha vermelha"...o q mais poderíamos esperar?
Estes não me espantam e nem me indignam. São idiotas úteis!
Temos q nos indignarmos mesmo é com quem é dirigente de esquerda, pois carregam em si a ideologia destruidora socialo-comunista.
Exatamente, Pedro!
Como eu disse:
Artista=idiota útil
Quase 100% dos diretores e produtores estão intimamente ligados à esquerda.
Schopenhauer já dizia: o cara que cada dia representa um personagem diferente acaba ficando meio retardado. Não é à toa que só sai comunista do meio artístico.
Obviamente o ator não é seu personagem, e antes do Fulano ser "um ator" ele é "o Fulano".
E é precisamente por isso que ele pode, e deve, se recusar a interpretar um personagem, caso ache que sua interpretação servirá a um propósito moralmente estranho a ele mesmo - "o Fulano" - que vem em primeiro lugar na hierarquia moral.
Resumindo: eu não acho que seja MORAL que o profissionalismo, ou qualquer tipo de pride of the trade SUPERE, GANHE, de considerações morais PESSOAIS.
O profissionalismo não é DESCULPA pra vender a alma ao diabo.
Os personagens explicam os atores. Esse rapazola, Santoro, interpretou um bom papel quando viveu aquele digno frei que lutou contra o pecado da prostituição naquela minissérie da Globo. É triste ver que seu reconhecimento artístico venha ao encontro de sua decadência moral, o que é natural em se tratando de Holywood. Depois que ele interpretou aquele tirano gay da Pérsia, não me espanta que o escolhido da vez tenha sido Raul Castro.
Bom - eu realmente repito que um ator é um ator, mas antes de ser ator ele é ele mesmo. Como um advogado é um advogado e antes é ele mesmo, um médico é um médico e antes é ele mesmo, etc.
Então, embora CAIBA na carreira de qualquer um desses três exemplos, respectivamente a) representar um tirano; b) explicar o melhor e mais honestamente possível as circunstâncias de quem cometeu um delito; e c) salvar a vida de um criminoso - todas coisas que fazem parte desses ofícios - isto não impede que exista um LIMITE para que o Fulano se deixe INSTRUMENTALIZAR para um propósito que ele considere imoral.
Continuando o exemplo a) representar um tirano de forma a que ele seja visto como um santo; b) usar de expedientes para defender um criminoso indefensável; e c) usar de técnicas médicas para causar alterações danosas ou perversas em alguém, consentidas ou não.
Porque isso é vender seus serviços profissionais ao demo, como eu disse.
NINGUÉM pode, em nome de sua profissão, fazer "qualquer coisa".
Tem coisas que o sujeito tem que NÃO QUERER, tem que se se recusar, a fazer. Porque ELE É ELE, simplesmente.
É, Roliúde ajuda a criar o tal do "mito", as fábricas de camiseta ajudam a criar o tal do mito, as gráficas também entram na onda, a televisão não vai ficar de fora e inventa uma mini-série - em suma, desde os produtores de subliteratura até as fábricas de ímãs de geladeira, todo mundo quer tirar uma casquinha e ganhar trinta dinheiros com o "mito".
Pode ser qualquer josta, é só alguém começar a propaganda e lá vai a manada atrás, babando e entregando a grana.