Olá pessoal!
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Já ouvi muito o professor O.C. falar que a esquerda mundial está muito bem organizada, e orientada a subjugar a mídia e os empresários para obter o poder absoluto. E que a direita conservadora não está organizada para se contrapor à influência que a esquerda faz sobre a sociedade, sobretudo, porque os empresários têm medo de contrariar o atual "sistema"; preferem se adaptar à corrupção.
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Então pergunto: será que um partido político que objetive restaurar a monarquia brasileira não seria uma boa opção para ENDIREITAR o Brasil??
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Veja aqui um excelente debate sobre o tema. Na comunidade Monarquia e Família Imperial:
[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=19345200&tid=5296819983186812080&na=1&nst=1[/url]
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Bom... certamente não dá pra esperar que essas "forças ocultas" não façam um jogo baixo.
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Acho que, para nós, as grandes armas seriam duas:
1 - usar a força da denúncia, para desmoralizar a esquerda - o que não é nada difícil;
2 - unir os defensores do parlamentarismo aos monarquistas - o que seria uma união democrática e liberal.
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Pra isso já existe a ACI que não cessa em fundar novos diretórios.
E suas altezas Imperiais não recomendam muito a criação de partidos, até pq a monarquia é apartidária.
Mas, concerteza seria muito bom um partido no senado ou na câmara defendendo a monarquia e suas altezas imperiais.
Pra quem não sabe:
"Conclamo (os monarquistas) a lutarem em todo lugar, no seu trabalho, no seu círculo de amizades, no seu círculo de influências, (...)para mobilizar a opinião pública que é realmente boa, realmente brasileira, para vencer as ameaças e tornar o Brasil o florão da América, como está no nosso Hino Nacional" Dom Luiz de Orleans e Bragançahttp://www.causaimperial.org.br/index.html
Filie-se: http://www.causaimperial.org.br/causa/filiesenovo.html
Marcionei Jr
Sucede q os príncipes são contra a criaç de um partido monárquico.
Acho, de toda forma, a idéia interessante. Em cada país a repercussão é diferente. O fato é q a existência de uma forte corrente de opinião favorável à monarquia não garante um partido monárquico forte nem q votos sejam carreados p/ ele.
Na Itália, depois da guerra, mesmo c/ todo o desprestígio da monarquia em funç de certas ligações c/ o fascismo, ainda assim, no plebiscito q aboliu a monarquia, o antigo regime teve algo perto de 12 milhões de votos. Perdeu por mto pouco. Não sei como é a legislaç italiana e se permite um partido monárquico pq até pouco tempo a familía real estava banida sem poder botar o pé lá. Tvz haja proibições pétreas.
No caso de Portugal há uma razoável corrente de opinião na sociedade favorável à volta da monarquia mas o PPM (Partido Popular Monárquico) liderado pelo fadista Nuno da Câmara Pereira é microscópico. E D. Duarte, o Duque de Bragança, herdeiro presuntivo do trono português, não tem o apoio do partido mas é reconhecido pela sociedade como tal. Ele é descendente de D. Miguel, irmão de P. Pedro I (do Brasil) e IV de Portugal.
Os príncipes bralileiros acham q a criaç de um partido causa divisão e preferem ações culturais e políticas no âmbito do Pro Monarquia e dos Círculos Monárquicos.
Sds.
A legitimidade depois de D. Pedro II coube a Princesa Isabel, depois a D. Luis, D Pedro Henrique e agora D. Luis.
O movimento monarquista sempre existiu, inclusive influenciou o movimento de 64 estimulando a contra revolução.
Não creio que um partido monarquista vá ter projeção nesse cenário politico depauperado. Em Portugal, pais com forte tradição monarquica, o partido monarquista tem participação pifia no jogo eleitoral. Monarquia é supra partidaria e por isso tem que pairar acima das dicenssoes politicas.
Livro:
IMPÉRIO E MISSÃO: UM NOVO MONARQUISMO BRASILEIRO
TERESA M. MALATIAN
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Sinopse:
Por meio de um cuidadoso trabalho de pesquisa - que inclui revistas, jornais, folhetos e entrevistas com antigos militantes - a autora retrata as origens do movimento Pátria Nova, no fina dos anos de 1920, e acompanha sua trajetória até às vésperas do golpe de 1964.
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Ficha Técnica:
Editora: Nacional
ISBN-10: 8504005372
Edição: 1
Número de páginas: 160
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O livro tem o mérito de mostrar que os monarquistas, em torno de D. Pedro Henrique, sempre lutaram pela restauração.
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Ademais, ela critica nossos historiadores que ignoram a existencia do movimento monárquico que foi ativíssimo entre as décadas de 20 a 70 do século passado (XX).
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O livro revela que a luta dos monarquistas era travada em dois planos: no plano presente (de então), contra a pretensão de se instalar um regime comunista no Brasil, e no plano futuro, pela restauração.
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Em tudo estimulados pela Princesa Isabel, por D. Luís e por D. Pedro Henrique (inicialmente no exílio, e depois no Brasil).
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Aliás, ela reconhece que a derrubada do governo Jango e a contra-revolução de 1964 foram vitórias dos monarquistas, que foram os principais articuladores, embora estes sejam solenemente ignorados pela historiografia.
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Ressalte-se que a autora revela uma forte influencia do materialismo dialético (marxismo), que é a chave hermeneutica que ela usa para interpretar os documentos e fatos.
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A autora está preparando uma biografia de D. Luis, o Príncipe Perfeito, com o apoio da Casa Imperial.
Dom Bertrand é um grande estadista. Pergunte de qualquer assunto brasileiro para ele e ele conhece tudo e nunca teve um cargo público na vida. E sem ter pretensão, ele não é nem o príncipe herdeiro, faz isso por interesse pelo Brasil. Se ele se candidatasse, eu votava nele na hora.http://www.olavodecarvalho.org/textos/080601entrevista_jb.html
Não acho. Certa vez, Jacques Chirac disse que o foco da discusão no futuro não seria entre esquerda e direita, mas entre monarquia e republica.
Será que a forma republicana é tão boa assim?
Vide o IDH da ONU.
Segundo pensa OdeC, a monarquia brasileira era contra a Igreja Católica e os republicanos se uniram a maçonaria (pró-vaticana) para derrubá-la. Em resumo, seguindo essa linha de raciocínio, a merda que fez a monarquia é bastante difícil de limpar. Quem pensa que isso pode ser feito via política é no mínimo imbecil, mas sonhar não é proibido.
Sou a favor da monarquia, embora não seja militante. Reconduzir o rei ao trono é algo muito complexo e exige uma situação especial. As coincidências históricas de fatores favoravéis para isso é tão rara como geada no verão. Em todo caso é bom que a geração de principes se mantenha, vá que...
A Causa Monárquica é o melhor "cimento" para unir os conservadores brasileiros.
Mas antes foi a "Pedra de Tarpéia" para o catolicismo no Brasil. Sejam realistas monarquistas, a monarquia não era assim tão conservadora e por isso mesmo se auto-destruiu.
Impossível não simpatizar com Dom Bertrand, apesar da boa vontade do † Geovani, penso eu que o monarquismo é que tem que aderir aos movimento conservador se lhe parecer convieniente. Vou procurar no vídeo o depoimento do professor Olavo sobre a monarquia deposta e, pelo menos, um dos motivos que a derrubou. O problema é que demora para carregar e não pode (até onde eu pude ver) ser salvo no HD. Creio que isso esclarecerá os monarquistas e os demais sobre a opinião do professor nessa questão. É sabido que o professor também tem simpatia por Dom Bertrand, porém isso não muda fatos históricos. Bem que os interessados podiam assinar o SF e me poupar o serviço. Se estou transgredindo algum direito intelectual, com a palavra o Silvio, que é o encarregado do site.
Seria mto bom p/ o Brasil a restauraç da monarquia.
De fato, nosso último imperador parecia simpatizar c/ a idéia de república e nada fez q impedisse o golpe de auto traiç dos militares açulados por civis estrangeirados e aculturados. Ah, malditas "idéias francesas"...
Ainda assim, o presidente da Venezuela na época vaticinou: caiu a única verdadeira república da América do Sul. Pq sabia q no Brasil a Res Publica, a coisa pública, era tratada como interesse de estado e de naç pelo imperador e não como interesse pessoal de chefetes políticos como na tradiç caudilhesca q nos cerca.
A monarquia bragantina e o legado da cultura portuguêsa salvou-nos da divisão em republiquetas. O longo período de parlamentarismo monárquico deixou-nos imunes (pelo menos tinha deixado até aqui) aos arroubos dos ditadores de opereta tipo Hugo Chavez.
Com efeito, a monarquia caiu pelo q ela tinha de progressista no sentido primevo da palavra e não no do dicionário do politicamente correto. Em última instância caiu pq promoveu a aboliç da escravatura. Esse momento foi o + bonito e o + promissor de nossa história, o ano de 1888.
Procurem no manifesto do Partido Republicano Paulista de 1870 a palavra "abolição". Simplesmente não encontrarão. Os republicanos eram federalistas mas não necessariamente abolicionistas como os mass media sempre querem fazer crer. CONTINUA
Oi Silvio !!!!
O que vc acha da criação desse partido??
* PROCCON
- Partido da Restituição da Ordem Cristã Conservadora Nacional
[url]/Main#Community.aspx?cmm=67308789[/url]
Assim q foi proclamada a república o número de eleitores caiu.
Sim, pq no final da monarquia vinha-se alargando o contingente de eleitores pelo critério censitário, q vinha sendo flexibilizado.
C/ a proibiç do direito ao voto pelos analfabetos, diminuiu o número de leitores.
No centro do Rio as pessoas eram proibidas de andar descalças. No fundo era uma tentativa de impedir q a gde massa de negros libertos andasse pelo centro q os republicanos queriam transformar numa cópia de Paris, derrubando, inclusive, tudo q lembrasse o passado "colonial". E assim foi c/ o arrasamento do Morro do Castelo em 1922 na prefeitura de Carlos Sampaio. Um dos poucos q ergueu a voz contra esse absurdo foi o gde Afonso Henriques de Lima Barreto.
Vieram os primeiros períodos de ditadura e de censura. O Imperador suportara até o fim as piores calúnias e chacotas por pte da imprensa. Mas os presidentes não tinham a mesma têmpera e tampouco a mesma formaç humanista.
O imperador simbolizaria p/ nós hj a tradiç. Não D. Pedro II em si, mas a figura do imperador. Seria o depositário da continuidade histórica de uma naç. Pq q quem desdenha de seu passado não tem futuro.
Significaria tb, como lider supremo da naç, a garantia de estabilidade contra tentativas quaisquer de tumultuar o processo político.
O plebiscito de 1993 foi ilegítimo pq os republicanos parlamentaristas como José Serra, deram um golpe transferindo a data, antecipando de setembro, data q remeteria necessariamente a figura de D. Pedro I, p/ abril q associaria o evento político à figura de Tirandentes, proto mártir republicano. CONTINUA.
Eu tenho também a maior simpatia pelos nossos príncipes, e acho que são mil vezes melhores do que os dos outros. !
Mas também acho que há obstáculos imensos no caminho da implantação - da re-implantação - da monarquia no Brasil. Foi tempo demais, o país é imbecil demais, e nem somos democracia coisa nenhuma, somos uma oclocracia:
"Oclocracia (do grego okhlos, multidão/plebe e kratos, poder), não é, rigorosamente, uma forma de governo, mas uma situação crítica que vivem instituições ao sabor da irracionalidade das multidões. O termo oclocracia indica o jugo imposto pelas multidões ao poder legítimo e à lei.
Segundo a visão clássica aristotélica, é um dos três tipos específicos de degeneração (além da tirania e da oligarquia) das formas puras de governo, mais diretamente da democracia".
Substituir uma oclocracia por uma monarquia é um passo grande demais, infelizmente.
A monarquia era mto popular. Principalmente entre as camadas + pobres da populaç e entre os negros especialmente.
Qdo chegava algum "mauriceba" da época cheio de idéias alienígenas depois de estudar em Coimbra ou outras cidades do velho continente, tinha q ter cuidado p/ não ser surrado pela Guarda Negra. Refiro-me especialmente ao período entre a aboliç e a proclamaç da república.
D. Pedro II começou a perder algum prestígio pq as camadas médias das cidades maiores eram contra a Guerra do Paraguai. Fomos atacados por um exército de 80 mil homens e tínhamos o nosso c/ apenas 10 mil. Invadiram nosso território querendo apossar-se dele mas p/ os moradores do litoral essas terras eram mto longes e desimportantes. Como se o nosso imperador tivesse o direito de abrir mão de nossa soberania. Mas o povo não lhe faltou.
A partir do fim da Guerra do Paraguai passamos a ter uma corporaç a pte da sociedade. A Guarda Nacional, embora inspirada em instituiç francesa, tinha uma compsiç q tinha organicidade c/ a sociedade. O gde fazendeiro era o tenente coronel e o peão era o soldado de + baixa patente. A partir da formaç do exército, mercê do ataque q sofremos do caudilho Solano Lopez, passamos a ter essa instituiç como uma instituiç forte q acabou por cometer um ato de auto traiç no 15 de novembro, nefasta efeméride.
Em tempo, não quero dizer com isso q o exército ñ seja necessário nos nosso dias e tampouco ñ fosse naqueles por conta do acontecido.CONTINUA.
"Conclamo (os monarquistas) a lutarem em todo lugar, no seu trabalho, no seu círculo de amizades, no seu círculo de influências, (...)para mobilizar a opinião pública que é realmente boa, realmente brasileira, para vencer as ameaças e tornar o Brasil o florão da América, como está no nosso Hino Nacional" Dom Luiz de Orleans e Bragança http://www.causaimperial.org.br/index.html
Filie-se: http://www.causaimperial.org.br/causa/filiesenovo.html [2]
Realmente, não há outra forma de se implantar de imediato a restauração da Monarquia.
O povo está iludido pela mídia manipuladora esquerdista.
Outro nefasto desdobramento da proclamaç da república foi o anti portuguesismo qinfelizmente persiste.
Até hj ouvimos absurdos contra os portuguêses. Um dia estive na Paraíba e o mequetrefe encarregado pelo ofício de turismo local disse-me q a Igreja de Nossa Senhora da Guia foi construída pelos holandeses. Sabedor q no Brasil não aconteceram muitos casos (tvz nenhum) como é e destaque em Toledo onde sinagogas viraram mesquitas q viraram igrejas, eu contestei e perguntei como é q os flamengos iriam edificar uma igreja católica se o móbil da guerra era a religião e se eles eram protestantes?
Mesmo q esse simpático cidadão tivesse razão, publicações tidas como sérias atribuíam a construç de fortificações como a dos Reis Magos em Natal aos holandeses. Eles misturam "do tempo dos holandes" c/ foi "feito pelos holandeses" pq nem todo o nordeste caiu em mãos holandesas numa unidade territorial. E mesmo as fortificações realmente edificadas por eles só estão de pé pq os portugas aproveitaram a planta original e edificaram em pedra o q os batavos tinham feito c/ taipa.
Na esteira disso ninguém + era descendente de portuguêses. Famílias nordestinas quase q totalmemente luso-ameríndias-afro-brasileiras passaram a dizer-se apenas descendentes de Arnau de Holanda, um de seus + de 1000 décimos avós enqto todos os outros eram portuguêses miscigenados, mtos cristãos novos.
Já estou me estendendo mto, mas isso fez c/ q digamos hj: "qdo os portuguêses chegaram". Qdo quem chegou, cara pálida? CONTINUA.
Os americanos dizem: qdo nós chegamos.
Agora juro q serei breve.
O q eu quis dizer c/ todo o blá blá blá da msg anterior q q ñ podemos rejeitar nossa própria identidade.
Conto agora um singelo episódio.
Em 1913, salvo engano, foi "descoberto" o Forte Príncipe da Beira, em plena selva amazônica no atual estado de Rondônia. Tinha-se perdido praticamente o conhecimento de sua existência por pte dos contemporâneos É um portento da engenharia militar portuguesa construído na segunda metade do século XVIII, reinado de D. José, governo do plenipotenciário Marquês de Pombal, p/ livrar-nos de ataques de nossos queridos "hermanos".
A ruptuta provocada pela república pode ser sintetizada nesse episódio. Brasileiros q perderam totalmente a ligaç c/ seu passado e q hj sofrem de problemas de identidade por auto rejeiç, o q inviabiliza qquer afirmaç.
E agora vêm as autoridades c/ a tentativa de imposiç do ensino do espanhol s/ exigir a reciprocidade, qual seja, a de q nossos vizinhos tb aprendam o português.
Apresentam a verdade formal q esconde uma falácia q é a de q somos "o único país da américa do Sul q fala português". Qtas vzs já ñ ouvimos isso. Como se fôssemos leprosos. Pois bem, o único país luso é metade de toda a populaç e economia da Am do Sul. A obrigaç do ensino do castelhano esconde intenç dos comunas p/ impingir-nos histórias "bolivarianas". Precisaremos, tvz, no futuro, de outras Aljubarrotas.
Obrigado aos q leram.
"No Brasil os imperadores não gostavam nenhum pouquinho da Igreja Católica e fizeram todo o possível para atrapalhar a ação da Igreja, então entre outras coisas proibiam a visita dos superiores as ordens religiosas para fiscalizar o que estava acontecendo lá dentro, proibiam a abertura de novas escolas católicas e acoisa foi decaindo de tal maneira que para você fazer uma idéia do que estava acontecendo com a Igreja Católica durante aquele período, na Proclamação da Independência havia 3 000 monges no Brasil no Império tinha 8, então estava para acabar. A República surge de uma convergência de interesses entre a Igreja e uma ala da maçonaria. A sobrevivência da Igreja no Brasil foi possível graças a República e a maçonaria. A Republica nasce dessa união puramente estratégica. Não quer dizer a união doutrinal, não seria possível e não precisa. Então não se uniram doutrinalmente, mas para salvar certos valores comuns..." http://www.seminariodefilosofia.org/node/120
Aí a coisa segue em um outro contexto, alías não trata o depoimento em sí sobre uma opinião sobre o movimento monárquico atual, mas fica evidente nos enunciados o que Olavo pensa sobre a monarquia deposta.
Sobre a atualidade não posso falar o que pensa OdeC, mas se os monarquistas querem uma aliança estratégica seja com quem for, mesmo os conservadores, terá que defender junto com alguns valores comuns, que podem existir muitos, coisa que estava bastante precária na época da Proclamação da República, tanto é que a IC se aliou a maçonaria para derrubar a Monarquia. Que o Movimento Conservador e os cristãos, a IC, etc estão acima da política ou de regimes políticos todo mundo deveria saber. O política praticada tem que ser conseqüência não o fato gerador como estamos acostumados e conformados atualmente.
Não coloquei lá em cima, mas a IC se aliou a uma ala da maçonaria, o que significa que a maçonaria em bloco não era homogênea na defesa da Igreja Católica no Brasil naqueles tempos. Bom, consenso sobre a maçonaria e dentro da própria maçonaria parece não existir mesmo.
Há prós e contras, tanto quanto ao antigo Regime Monárquico e a atual Republica no Brasil, em todo caso é sempre bom olhar, e bem, o passado (conservadoramente falando) para depois tomar posição.
Contudo, sabemos que D. Luis não é exatamente um Napoleão, nem a TFP um exército adequado.[2]
De fato, carências é o que não falta aos monarquistas, talvez por isso mesmo eu os considere uns bravos. Não consigo falar mal deles, a não ser que são uns sonhadores.
"A figura do monarca é um símbolo natural de união dos mais diversos grupos e instituições, do povo e das elites orgânicas, das igrejas, das forças armadas, dos acadêmicos, etc. É também a ponte passado, presente e futuro do país. Enquanto estas condições básicas não forem solucionadas, mesmo que implicitamente, não vejo mesmo modo ou motivo para restaurarmos a monarquia."
As "condições básicas" no pé em q estão as coisas nunca vão acontecer. Como disse antes, o povo está iludido pela mídia manipuladora esquerdista.
Penso q a solução para a restauração da Monarquia, seria através de um grande movimento efetivo, unido e organizado por pessoas de bem, apoiado pelos militares.
Em princípio eu queria que o Brasil tivesse um rei para xingar o Lula como fez o rei Juan Carlos da Espanha com o Chavez e, eu poder xingar o rei, se não o fizesse...(:
"Em meu íntimo até não vejo a volta da monarquia como o objetivo primeiro, mas sim a conseqüência natural da purgação de todas as besteiras revolucionárias já pensadas ou praticadas por aqui."
Concordo com esse ponto, e vejo uma mudança de República para Monarquia, se a coisa piorar muito ou melhorar demais, mas como o Brasil e os brasileiros são galinhas chocas, dificilmente o quadro vai ter uma mudança radical nesse sentido. Teve alguém que disse, muito sabiamente, que antigamente existia o frio e o quente, inventaram o morno e nada mais saiu do lugar.
"Sim, a República é o mal, sim o mal inevitável em República. E o que nós dizemos da Monarquia é que ela é a passibilidade do bem. O bem público, impossível em República; mesmo numa Monarquia que se afaste do seu fim, o mal público permanece muito menos nocivo que em república, pois está sempre sujeito a acabar, com o mau ministro ou o mau rei, e o mal republicano, sendo inerente à República, só com ela poderá terminar." Charles Maurras http://monarquiabrasil.wordpress.com/2009/01/25/char…dor-frances/
Nós precisamos de um Napoleão legítimo (no sentido dinástico, porque um puro e simples seria só um Chavez ou um Getúlio coroados). Eu não consigo pensar em um único personagem histórico parecido (herdeiro legítimo que reergue, por virtudes pessoais, o trono há muito derrubado e já praticamente esquecido). O Rei Juan Carlos foi feito pelo Franco (com todas as ambiguidades do Generalíssimo) e se provou um baita dum mornão. Talvez Napoleão III (sem discutir a alegada legitimidade dele)? Nós precisamos do Aragorn (e quem me conhece sabe que não há a menor ironia ou desrespeito à "causa monárquica", porque eu realmente prezo a monarquia e realmente prezo o Tolkien). Que Deus tenha piedade de nós.
Olha que os esquerdistas escolhem o PRINCÍPE DOM JOÃOZINHO e estamos perdidos.
* Lembram da entrevista na tv do Dom Joãozinho.
Aquele em que ele fala:
1-Que admirava muito Fidel Castro e completou: "o problema é que ele se perpetuou no poder".
2-Elogiou as "realizações" de Castro na saúde, educação, enfim, toda aquela balela que os comunistas vomitam.
3- Não fez nenhuma ressalva a garantias de propriedade e coisas do gênero.
4- Ao ser indagado sobre a "TFP", fez cara de nojo e disse: "ah, é direita né...", com toda aquela arrogância esquerdista que dá a entender que sabe de algo que os demais não sabem.
Bom, eu concordo com quem diz que a monarquia não pode ser uma causa, literalmente falando - e sim um efeito.
E infelizmente não acho que, se nos livrássemos da petralhada, estaríamos "bem" - porque na verdade o que, pra começo de conversa, levou a petralhada ao poder continuará a existir!
Então é isso: só teremos, na minha opinião, mais petralhas, disfarçados ou não de outra coisa, a mandar por aqui. O que quero dizer é que me parece que dá tudo no mesmo, na nossa atual situação. Não se trata dos políticos, exatamente - se trata de nós, da população em geral, dos brasileiros. Das pessoas. Desimbecilizar duzentos milhões é uma tarefa, sei lá, muito monumental demais... E ainda tem o estímulo da maioria "lá de fora", que está no rumo da imbecilização, também.
Quanto aos EUA, eu sinceramente acho que vai percorrer um caminho muito parecido com o nosso, e paradoxalmente muito mais depressa. A resistência de lá vai chiar, mas não vai segurar mais - já não segurou, quando Baraque foi eleito. Com a AJUDA dos republicanos. Inegavelmente ninguém ATRAPALHOU, ninguém QUIS atrapalhar. Então a coisa está feia lá, também. Feia na Europa, feia em todo o Ocidente.
Eu gosto de uma briga por uma boa causa, entro em todas e entrarei sempre que houver a boa causa para brigar. Coisa que a monarquia, como já disseram e eu concordo, não é - teria que ser um efeito. Nem adiantaria a degola dos petralhas, como o Silvinho sugere. Daquela hidra nascem dez cabeças pra cada uma arrancada.
O negócio seria "matar a própria hidra", como fez o velho Hércules com a de Lerna. Cortar as cabeças não resolve.
Bom, lendo o post do Geovani lá em cima eu vejo que concordo com os Príncipes, que não se dedicam propriamente à causa monárquica, e sim a estabelecer as pré-condições para a restauração da monarquia, de forma natural.
É o certo, na minha opinião!
Não vai funcionar, provavelmente, porque é mesmo uma tarefa hercúlea: mas isso é IRRELEVANTE.
Então de quem todos precisamos é talvez de um semi-deus grego, na forma de um esforço pessoal de muitos para recuperar e reforçar o que temos de bom e correto.
"Num universo perdido em caminhos que ninguém conhece, a monarquia, sua poeira, seus veludos, seus brasões e seus dourados, suas tolices, seus protocolos constituem uma promessa de permanência.
A história tomou o freio nos dentes e galopa como uma desvairada.
Ante o turbilhão espumante do tempo, a monarquia é uma estrela polar. Ela reside sobre os taludes imóveis que se estendem para além do tempo"
Existem reis e reis. Da rainha Elizabeth não dá para falar mal, já do prícipe Charles não sai nada que presta, é um eco-louco, meteu chifre na mulher e foi traido por ela, é desprezado pelo próprio pai que o considera um imbecil, não sem razão, etc caterva. Falando de Brasil, é muito pouco provável que a monarquia retorne a curto e médio prazo, que nesse caso seriam gerações. Os motivos são muitos, mas dentre os principais eu creio que está no fato de o Estado estar se tornando cada vez mais onipresente na sociedade a monarquia poderia frear um pouco a influência estatal e, além disso, a NOM também seria prejudicada em seus projetos. Há quem pense que o Nova Ordem Mundial não tem influência nas nações, o que é profundo desconhecimento do assunto, não seria difícil para eles boicotar uma iniciativa nesse sentido. A mentalidade esquerdista dos intelectuias brasileiros aqui citada também é um obstáculo a mais.
Esse é um dos raros casos em que "aumentá-se" o Estado (Casa Real) para defender os indivíduos e a sociedade do próprio Leviatã, pelo menos em tese.
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E se Portugal e Brasil se unissem para, novamente, formar o Reino Unido de Portugal e Algarves?? E mais... e se Portugal, Brasil, Itália, Rússia,... e outros países se unissem para, pelo menos, "levantar a bandeira" do monarquismo?? Recuperar os fatos históricos, discutir e rediscutir todos os fatos que derrubaram as monarquias...
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Eu realmente acho o Charles um pouco zureta, sinceramente. Bom, o pai sempre o considerou um imbecil - uma coisa que deve ser bastante pesada e trágica para um menino! - ele ainda foi se casar com uma maluquinha mau-caráter sonsíssima, etc... Enfim, not quite there, meio leso.
Tomara que fique lá quieto com a Camila, de quem eu acho que ele gosta, coitado. Acho que ele tem uma cara de "atormentado intimamente", sei lá. Pelo menos desistiu de ser rei da Inglaterra. Já é alguma coisa, no caso da pessoa verificar que não tem mesmo condições.
O tio-avô já tinha feito isso, e passou uma vida esquisitíssima com uma mulher mais esquisita ainda, circulando pelo mundo levado pela trela pela mulher como um cãozinho de estimação de alguma raça rara. Dizem que Charles é muçulmano convertido, mas isso eu não sei se é verdade. Não imagino Camilla Shand de burka, sinceramente.
Seria ótimo que a monarquia voltasse, mas eu acho que esse "lance" de ficar bisbilhotando a vida da realeza deveria ser considerado crime!!! Inafiançável!!
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Silvio,
O mundo, no final do sec. XIX, vinha embalado nos erros da revolução francesa e muitos tronos ainda estavam por ser derrubados. A republica no Brasil parecia irreverssivel questão de tempo. Além do mais, a revolução americana havia dado certo e criado o pais mais punjante das americas sob a forma republicana.
Hoje, passados mais de 100 anos, já é possivel vislumbrar que a balzaquia republica não é assim tão igualitária nem tão justa quanto seus epígonos anunciavam.
Fazendo um balanço, com toda a isenção, dos 67 anos de monarquia e dos quase 120 da republica, sem sombra de duvida eu fico com o periodo imperial. Foi um erro de percurso e o pais não ganhou nada. Ao contrario, perdeu demais.
Como dizia Rui BARBOSA: " O parlamento, sob o Imperio, era uma escola de estadists, na republica se transformou em uma praça de negócios".