Militar processa Michael Moore pelo filme "Fahrenheit"
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da Folha Online
Um sentinela da guarda nacional de Massachusetts entrou, na semana passada, com uma ação de indenização na Corte Superior de Suffolk contra o cineasta Michael Moore por conta do documentário "Fahrenheit - 11 de setembro".
Ele quer receber US$ 85 milhões em um processo que acusa o diretor de ter manipulado uma entrevista sua à TV e, por conseqüência, tê-lo retratado como um soldado que é contra a guerra do Iraque.
O sargento Peter Damon, 33, acusa Moore de não ter tido nenhuma autorização para usar trechos da entrevista que deu, em 2003, para o programa "Nightly News", da rede NBC.
De acordo com Damon, sua aparição em "Fahrenheit" resultou em "perda de reputação, estresse emocional, embaraço e humilhação pessoal", diz documentação do processo.
Peter Damon requer US$ 75 milhões, e sua mulher pede mais US$ 10 milhões pelo "estresse mental e angústia sofridos como cônjuge" do sargento.
O processo diz que "[Fahrenheit - 11 de setembro] cria uma falsa e ficcional implicação ao soldado ferido quando ele não havia sido, de fato, abandonado, financeira ou emocionalmente, pelo serviço de assistência do presidente, tampouco pelos Estados Unidos, família, amigos e comunidade", conforme, de acordo com o sargento, o filme sugere.
Filme
Damon sofreu dupla amputação dos braços enquanto esteve no Iraque quando um pneu de um helicóptero Black Hawk, no qual trabalhava, explodiu. No acidente, outro reservista morreu.
Na cena do documentário, o ex-combatente aparece deitado em uma maca, coberto por curativos. Ele diz que se sente como se estivesse "acabado", "mas que os remédios contra dor ajudavam bastante".
A cena que precede a imagem de Damon, mostra o democrata de Washington Jim McDermott, dizendo: "Sabem, [a administração Bush] diz que não deixou nenhum veterano desamparado, mas eles estão fazendo isso com diversos veteranos."
Em sua ação, o sargento argumenta que a justaposição dessas duas imagens sugere
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da Folha Online
Um sentinela da guarda nacional de Massachusetts entrou, na semana passada, com uma ação de indenização na Corte Superior de Suffolk contra o cineasta Michael Moore por conta do documentário "Fahrenheit - 11 de setembro".
Ele quer receber US$ 85 milhões em um processo que acusa o diretor de ter manipulado uma entrevista sua à TV e, por conseqüência, tê-lo retratado como um soldado que é contra a guerra do Iraque.
O sargento Peter Damon, 33, acusa Moore de não ter tido nenhuma autorização para usar trechos da entrevista que deu, em 2003, para o programa "Nightly News", da rede NBC.
De acordo com Damon, sua aparição em "Fahrenheit" resultou em "perda de reputação, estresse emocional, embaraço e humilhação pessoal", diz documentação do processo.
Peter Damon requer US$ 75 milhões, e sua mulher pede mais US$ 10 milhões pelo "estresse mental e angústia sofridos como cônjuge" do sargento.
O processo diz que "[Fahrenheit - 11 de setembro] cria uma falsa e ficcional implicação ao soldado ferido quando ele não havia sido, de fato, abandonado, financeira ou emocionalmente, pelo serviço de assistência do presidente, tampouco pelos Estados Unidos, família, amigos e comunidade", conforme, de acordo com o sargento, o filme sugere.
Filme
Damon sofreu dupla amputação dos braços enquanto esteve no Iraque quando um pneu de um helicóptero Black Hawk, no qual trabalhava, explodiu. No acidente, outro reservista morreu.
Na cena do documentário, o ex-combatente aparece deitado em uma maca, coberto por curativos. Ele diz que se sente como se estivesse "acabado", "mas que os remédios contra dor ajudavam bastante".
A cena que precede a imagem de Damon, mostra o democrata de Washington Jim McDermott, dizendo: "Sabem, [a administração Bush] diz que não deixou nenhum veterano desamparado, mas eles estão fazendo isso com diversos veteranos."
Em sua ação, o sargento argumenta que a justaposição dessas duas imagens sugere