Pierluigi Bragaglia, italiano, acusado de assassinato e outros crimes políticos, luta contra extradição. Só que ele era neofascista. E agora, Tarso?
Nos próximos dias, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá sobre uma solicitação da Corte de Roma que pede pela extradição de outro cidadão italiano que nos anos 1980 pegou em armas e tomou de assalto as ruas do seu país bradando por mudanças políticas. Trata-se de Pierluigi Bragaglia, 49 anos, um exterrorista que fugiu da Itália, em 1982, condenado a 12 anos de prisão por subversão, assalto, roubo a bancos e associação a grupo armado. Procurado há mais de duas décadas pela Interpol pelos quatro cantos do planeta, Bragaglia foi encontrado pela Polícia Federal (PF) em julho do ano passado vivendo em Ilhabela, litoral paulista, distante 210 quilômetros da capital. Casado, pai de dois filhos, o ex-militante vivia com a identidade falsa e ganhava a vida como proprietário de uma pousada e uma distribuidora de bebidas na cidade. Há sete meses no cárcere, Bragaglia terá seu futuro definido pelo ministro do STF Cezar Peluso, o mesmo togado que decidirá o caso de Cesare Battisti.
A justificativa italiana para o pedido de extradição de Bragaglia fundamenta-se nas mesmas argumentações do caso Battisti, ou seja, ele é um ex-terrorista e como criminoso político, julgado e condenado em seu país, deverá voltar para pagar sua pena. O caso de Bragaglia, que poderá chegar às mãos do ministro da Justiça, Tarso Genro, tem ingredientes que poderão elevar a temperatura dos debates no Brasil e no Exterior por um único detalhe: ao contrário de seu conterrâneo esquerdista, Bragaglia foi um árduo integrante da direita italiana; um neofascista de verdade. Ex-militante do NAR (Núcleo Armado Revolucionário), o mais radical grupo da extrema direita italiana que atuou entre 1977 e 1981, Bragaglia e seu agrupamento inspiravam- se no criador do fascismo, Benito Mussollini (1883-1945). A organização em quatro anos foi responsável por ações que resultaram em 128 mortes. Em depoimento de mais de quatro horas à PF, ele confirma a participação em diversos crimes políticos, mas nega o envolvimento com qualquer “crime de sangue”. Assustado, Bragaglia tem medo de que a repercussão do caso Battisti reflita negativamente em seu julgamento.
"Bem, eu tenho a dizer que, na época da escolha do vencedor do prêmio "Imbecil Coletivo" do ano de 2008, o meu voto foi para o STF brasileiro.
Infelizmente, perdi! ! Outro imbecil foi escolhido, não o meu candidato, que era o Tribunal inteiro!
TODAS as ações desse tribunal pavorosinho foram deletérias, maldosas, estúpidas e imbecis.
Hoje mais cedo li que criminosos, mesmo condenados, com direito a recurso vão ficar em liberdade até o último recurso ser julgado. Com a "dinâmica "da "justiça"brasileira, e nas palavras de um procurador da República "de agora em diante vai ser praticamente IMPOSSÍVEL mandar alguém para a cadeia, no Brasil."
O casal que jogou a meninazinha pela janela já se declarou "muito esperançoso".
Então dessa corja eu espero qualquer coisa.
Tarso Genro não é nada, é pau mandado da esquerda internacional, bucha de canhão. O caso Battisti é um caso bem significativo da subserviência do Brasil ao comando do esquerdismo mundial. Engana-se, pois é muito ingênuo, quem pensa que foi Tarso Genro por vontade própria quem deu a Battisti a condição de refugiado político, Tarso foi mandado e seguiu ordens. Os maiorais da esquerda internacional deram a ordem ao Tarso e ao PT, a qual não tardaram em cumprir . O mesmo aconteceu no passado na França, onde o comunista Miterrand, sob as mesmas ordens e tutela esquerdista internacional, também dera refúgio a Battisti. Ninguém se engane, a diplomacia brasileira é uma pantomima de títeres controlados pela esquerda internacional, só que agora complicou, porque, ao que tudo indica, este comando esquerdista parece estar sendo ignorado na Europa, a Comunidade Européia, mesmo sendo ela mesma, reduto desta esquerda pérfida, parece estar dando mais importância ao fato de que criminosos perigosos, como Battisti, estejam soltos e se instalando em vários países, de modo que resolveu que precisa prendê-los de qualquer modo. O Brasil, agora, encontra-se numa saia justa ainda maior, pois como se não bastasse a subserviência ao comando da esquerda internacional, agora vai ter que mostrar subserviência também à Comunidade Européia, pois é quase certo que extraditará Battisti, afinal, já não há mais vantagem alguma em proteger o fascínora, isso pode gerar graves problemas diplomáticos e comerciais entre Brasil e Europa. Fica patente a lambança da diplomacia brasileira, toda esta pendenga poderia ser evitada se, ao invés de servir a seus patrões comunistas internacionais, eles fizessem de fato um trabalho sério pelo país. Mas isso não vai acontecer, infelizmente. Quanto a este outro italiano aí, acho que vão extraditá-lo rápido, afinal, gato escaldado de água fria tem medo.