Farc agradecem pela ajuda do Brasil na libertação de reféns
Grupo rebelde colombiano diz querer acordo com governo para libertar mais reféns.
As Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) agradeceram nesta segunda-feira (9) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo apoio logístico prestado na semana passada para a libertação de seis reféns que mantinham na selva colombiana.
"Agradecemos ao governo do Brasil, a seu presidente Lula da Silva, seu fundamental apoio logístico no desenlace feliz deste fato humanitário", afirma o comunicado assinado pelo Secretariado das Farc, entregue à senadora colombiana Piedad Córdoba, principal mediadora com a guerrilha.
Na semana passada, três policiais, um soldado, um ex-governador e um ex-deputado foram libertados pela guerrilha depois de meses de mediação da organização Colombianos pela Paz.
O Brasil participou da operação cedendo dois helicópteros, que foram utilizados nos resgates, além de dezoito militares.
No comunicado, a guerrilha insistiu na realização de um acordo com o governo da Colômbia para a libertação de guerrilheiros presos, três deles detidos nos Estados Unidos, em troca de militares colombianos presos em combate.
Ao movimento Colombianos pela Paz, a guerrilha pede "persistir na busca coletiva de uma saída política ao acordo humanitário e ao crucial problema da guerra e da paz".
"Esperamos que este novo gesto (a libertação dos seis reféns) contribua para abrir o caminho para um acordo de troca obstruído pelo governo", diz o documento.
Com a libertação dos reféns políticos - o último foi o ex-deputado Sigifredo López, resgatado na quinta-feira -, as Farc passaram a denominar os demais detidos sob seu controle como "prisioneiros de guerra". Cerca de 22 soldados e policiais colombianos ainda estão em poder da guerrilha.
Com esse novo perfil, os reféns passam a ser protegidos pela Convenção de Genebra. A mudança também tornaria mais fácil para as Farc reivindicar um acordo de intercâmbio de prisioneiros.
continua
Grupo rebelde colombiano diz querer acordo com governo para libertar mais reféns.
As Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) agradeceram nesta segunda-feira (9) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo apoio logístico prestado na semana passada para a libertação de seis reféns que mantinham na selva colombiana.
"Agradecemos ao governo do Brasil, a seu presidente Lula da Silva, seu fundamental apoio logístico no desenlace feliz deste fato humanitário", afirma o comunicado assinado pelo Secretariado das Farc, entregue à senadora colombiana Piedad Córdoba, principal mediadora com a guerrilha.
Na semana passada, três policiais, um soldado, um ex-governador e um ex-deputado foram libertados pela guerrilha depois de meses de mediação da organização Colombianos pela Paz.
O Brasil participou da operação cedendo dois helicópteros, que foram utilizados nos resgates, além de dezoito militares.
No comunicado, a guerrilha insistiu na realização de um acordo com o governo da Colômbia para a libertação de guerrilheiros presos, três deles detidos nos Estados Unidos, em troca de militares colombianos presos em combate.
Ao movimento Colombianos pela Paz, a guerrilha pede "persistir na busca coletiva de uma saída política ao acordo humanitário e ao crucial problema da guerra e da paz".
"Esperamos que este novo gesto (a libertação dos seis reféns) contribua para abrir o caminho para um acordo de troca obstruído pelo governo", diz o documento.
Com a libertação dos reféns políticos - o último foi o ex-deputado Sigifredo López, resgatado na quinta-feira -, as Farc passaram a denominar os demais detidos sob seu controle como "prisioneiros de guerra". Cerca de 22 soldados e policiais colombianos ainda estão em poder da guerrilha.
Com esse novo perfil, os reféns passam a ser protegidos pela Convenção de Genebra. A mudança também tornaria mais fácil para as Farc reivindicar um acordo de intercâmbio de prisioneiros.
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