Lendo uma notícia* ontem imediatamente me lembrei de um comentário do professor Olavo de Carvalho: "Um movimento revolucionário começa pela guerrilha e, passado algum tempo, se transforma em um partido legal" (falando especificamente das farcs). Todo seu passado sanguinário vai se transformar em heroísmo por ter lutado por ideais pretensamente defendidos pelo povo, o qual eles "defendiam". Interessante notar que as Farcs levaram 40 anos, mataram e sequestraram dezenas de milhares de pessoas antes de abandonarem o terrorismo. Na versão brasileira temos a Dilma Roussef, com boas possibilidades de ser a próxima presidente do Brasil.
*Farc buscam saída honrosa
Analistas acreditam que o grupo optará pelo caminho institucional
Uma tendência aparentemente irreversível unifica as opiniões dos analistas que se debruçam sobre a violenta política colombiana: as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) tentam seguir o caminho da institucionalização, dão sinais de deposição das armas e buscam sair honrosamente de uma guerra já perdida.
Entre os especialistas ouvidos por Zero Hora, o cientista político Marcelo Coutinho, do Observatório Político Sul-Americano, chega a cogitar a meta da transformação do grupo em partido político. E os argumentos para tanto envolvem um contexto bastante plausível.
– Acho que eles querem formar um partido político. Perderam a guerra e agora querem a institucionalidade. O momento é oportuno para isso. Haverá eleições presidenciais em outubro de 2010, e há uma leva de governos esquerdistas no continente, o que pode resultar em apoio – delineia o analista.
Segue nesse link: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2…652§ion=1014
*Farc buscam saída honrosa
Analistas acreditam que o grupo optará pelo caminho institucional
Uma tendência aparentemente irreversível unifica as opiniões dos analistas que se debruçam sobre a violenta política colombiana: as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) tentam seguir o caminho da institucionalização, dão sinais de deposição das armas e buscam sair honrosamente de uma guerra já perdida.
Entre os especialistas ouvidos por Zero Hora, o cientista político Marcelo Coutinho, do Observatório Político Sul-Americano, chega a cogitar a meta da transformação do grupo em partido político. E os argumentos para tanto envolvem um contexto bastante plausível.
– Acho que eles querem formar um partido político. Perderam a guerra e agora querem a institucionalidade. O momento é oportuno para isso. Haverá eleições presidenciais em outubro de 2010, e há uma leva de governos esquerdistas no continente, o que pode resultar em apoio – delineia o analista.
Segue nesse link: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2…652§ion=1014