A versão online do Neue Zürcher Zeitung (http://nzz.ch/), considerado o jornal mais respeitado da Suíça e que, como a maior parte da imprensa helvética, vem noticiando com muita prudência e equíbrio sobre o caso da brasileira encontrada ferida em Zurique, publicou na noite desta sexta-feira uma reportagem com o título “Brasil chocado com as investigações de Zurique”.
O texto destaca, no início, que, “após a imensa indignação pública sobre a suposta ocorrência, os supostos ataques neonazistas à advogada brasileira, domina no Brasil agora o choque com os primeiros resultados das investigações de Zurique.“ O repórter cita a reação cautelosa de Lula após a divulgação dos resultados preliminares da investigações e lembra que nas ruas do Brasil já era perceptível nos últimos dias um certo ceticismo em relação à versão da suposta vítima.
O autor faz a seguinte observação no final:
“Diante das acusações contra autoridades e partidos suíços, não se pode descartar agora que suíços se interessem pelo grau de xenofobia, neonazismo, antissemitismo no Brasil e que, ao fazer isso, façam surpreendentes constatações. Segundo estudos comparativos internacionais, o país tropical está entre os Estados mais xenófobos – 72 por cento, diz-se, são contra o afluxo de estrangeiros.“
O texto destaca, no início, que, “após a imensa indignação pública sobre a suposta ocorrência, os supostos ataques neonazistas à advogada brasileira, domina no Brasil agora o choque com os primeiros resultados das investigações de Zurique.“ O repórter cita a reação cautelosa de Lula após a divulgação dos resultados preliminares da investigações e lembra que nas ruas do Brasil já era perceptível nos últimos dias um certo ceticismo em relação à versão da suposta vítima.
O autor faz a seguinte observação no final:
“Diante das acusações contra autoridades e partidos suíços, não se pode descartar agora que suíços se interessem pelo grau de xenofobia, neonazismo, antissemitismo no Brasil e que, ao fazer isso, façam surpreendentes constatações. Segundo estudos comparativos internacionais, o país tropical está entre os Estados mais xenófobos – 72 por cento, diz-se, são contra o afluxo de estrangeiros.“