Dêem uma olhada nesta estrovenga:
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Os grupos de homossexuais que trabalham em parceria com o Ministério da Saúde e pesquisadores nacionais e internacionais concordam em dizer que a discriminação e o preconceito levam o homossexual, principalmente os mais jovens, a se distanciar das fontes de informação. Isso dificulta a adoção de uma postura mais pró-ativa na prevenção, colocando-os, dessa forma, em risco de infecção pelo HIV.
Estudo do Ministério da Saúde mostra que homens que fazem sexo com homens têm 11 vezes mais risco de contrair o vírus da aids, se comparados com homens que mantêm relações sexuais apenas com mulheres. Atualmente, 0,4% da população heterossexual masculina está infectada pelo HIV, contra 4,5% dos que mantêm relações homossexuais.
Apesar de ser um grupo com elevado grau de conhecimento sobre formas de contágio e prevenção - pesquisa da ABIA (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids) revela que 90% dos homossexuais conhecem as formas de contágio e prevenção -, após um período de redução de casos de aids entre homens que fazem sexo com homens, o número voltou a crescer. (Fonte:
http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISC00B1070ITEMI…57PTBRIE.htm)
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Porra, se 90% dos homossexuais conhecem as formas de prevenção, e a AIDS aumenta entre eles, há relação entre campanha publicitária pró-uso de camisinha e queda no nº de infectados? PQP! Esses caras estupraram a lógica. Como pode alguém ler os dados de forma tão distorcida assim? Olavo tem toda razão quando diz que esquerdismo é uma doença.
A cura para a AIDS já existe faz muito tempo. Chama-se Bíblia. Para quem quiser Tora, ou Alcorão, tanto faz. Em resumo, chama-se moralidade heterossexual e vida familiar equilibrada. Resumindo ainda mais, chama-se decência.
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Já foi provado que o HIV já fazia vitimas a mais de 150 anos atrás. 150 anos, e muito tempo.
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Mas porque nunca houve nenhuma epidemia de AIDS antes? O motivo no meu entender se deve a 4 fatores.
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Primero, a menor população urbana e a menor incidência de viagens e contatos entre populações basicamente isoladas.
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Segundo, o aumento da promiscuidade sexual, e a dissolução do casamento e da família. Destacando-se neste parametro os homossexuais masculinos como linha de frente de tudo que significa degradação. Para os que duvidam basta dizer apenas uma palavra: Bareback.
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Terceiro, a epidemia das drogas.
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E quarto, os abortos patrocinados pela ONU na Africa.
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Como se vê, pelo menos duas das causas estão ligadas a questões de moralidade comportamental, sendo uma delas ligadas diretamente a questão homossexesual.
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Para os que não sabem, é bom também lembrar que a AIDS é uma doença principalmente homossexual.
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Calma filho... calma... Antes de me atirar pedras é bom saber que não sou eu quem estou afirmando isto, mas sim os proprios sagrados gays:
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A maior organização gay dos EUA confessa a verdade: “o HIV é uma doença gay”.
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Washington, D.C., EUA — Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.
Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar: “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.
Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.
A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay. A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.
Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman: “É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.
“Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude. Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida ‘gay’.
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“É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação. A evidência está aí para todos verem. Homossexualismo não tem a ver com ‘quem’ são eles, mas com ‘o que’ fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada”, concluiu Barber.
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http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/maior-organi…onfessa.html
Fico cada vez mais chocada, pensando no futuro de meus filhos nesta sociedade. Nunca houve época de tanta propaganda mentirosa e canalha, se aproveitando das misérias humanas provocadas por esta mesma propaganda.
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Há muitas mães que pensam o mesmo. Eu dou aula para adultos em uma escola da Rede Pública de SP. Pessoas de baixa renda. Posso lhe garantir: a grande maioria é conservadora em seus pensamentos e ações. Porém, podemos perguntar, e os professores? Ah, muitos, a pretexto de "retirar preconceitos", como quer o Ministério da Saúde e o da Educação, acabam gerando apenas uma confusão mental. Pessoas acabam aceitando o homossexualismo como normal por causa do discurso repetitivo. E quando ñ aceitam, geralmente, ao se pronunciarem contra práticas homossexuais essas pessoas se impõem uma auto-censura. Falam pedindo desculpas. Mas percebo em muitas mães, tanto na rede pública quanto em escolas privadas, essa preocupação.
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Aliás, é um alento ver que há pessoas preocupadas. Afinal, estão vendo o problema e ñ querem que a situação continue como está.
Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar: “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.
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Bom, Andarilho, acho que os gays acabam por se responsabilizar pela epidemia de AIDS entre eles. O problema é que muitos deles (a maioria) joga nos héteros a culpa disso.