Nova comunidade para quem aprecia a vasta obra do grande mestre Johann Sebastian Bach.
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O link certo é este: [url]/Main#Community.aspx?cmm=83256329[/url]
Bach é uma extraordinária manifestação do que a humanidade pode produzir de melhor.
Grande consolo, imensa alegria, ouvir sua obra!
Bach é uma mensagem de renovação da esperança na humanidade.
Eu acho absolutamente ESSENCIAL ouví-lo. Salutar, indispensável, magnífico!
Fui lá assistir ao video postado pelo Guilherme... !
Realmente, dá pra chorar.
Os posteriores soam como uma espécie de "último suspiro", um grito de desespero diante da decadência, da desumanização caótica que se instalava. É a humanidade se despedindo de si mesma, marcando a sua entrada na mediocridade, rumo ao buracón.
Se o video continuasse, mostraria funk, rap, rock e hip hop - a "música" dos orangos.
Vídeo fantástico. Estou me sentindo bem menos sozinho em minhas opiniões agora que vi que outras pessoas tem os mesmos preconceitos musicais que eu. Quero crer que o declínio da música clássica em termos de audiência acompanha o declínio da qualidade da mesma. Não é à toa que o grupo B referido no vídeo tenha conquistado o público como o fez, vide a popularidade do famoso concerto de Rodrigo.
Muito obrigado pela reflexão.
Ab,
Tiago
Meus amigos, deixo claro que não quero defender Stockhausen pela asneira imperdoável que ele disse no auge de sua caduquice, mas chamá-lo de empulhador, assim como Cage, já é um pouquinho demais.
Não podemos comparar a música eletroacústica com a música tonal porque são produtos distintos, feitos com materiais e técnicas diferentes.
Não há empulhadores, tanto no grupo A, quanto no B. O que temos são procedimentos composicionais distintos que levam a resultados mais ou menos digeríveis pelo grande público, devido à proximidade com a música tradicional. O único parâmetro de julgamento válido, nesse tipo de comparação é o velho e bom "gosto" ou "não gosto".
E a música contemporânea pode ser sim, extremamente difícil de engolir, feia e esquisita, porém pode ser igualmente densa, complexa e bonita. Até mesmo por ser uma extensão dos procedimentos tradicionais. Isso mesmo, não há uma ruptura aí, e sim uma continuidade. Quando falamos de estruturas formais, não há diferença se a música é feita por notas diatônicas ou ruídos.
Vale lembrar que qualquer tipo de manifestação mais "inovadora" era abominada pelos soviéticos. Inclusive temos Schoenberg e Stravinsky como dois baluartes reaças.
Devemos considerar ainda que Schaeffer propôs a música concreta em 1948 no aconchego da França e Stockhausen brincava com seus aparelhos eletrônicos na livre Colônia, na Alemanha Ocidental. Nada disso teria vingado no seio do realismo soviético.
Mas parece que, hoje em dia, a esquerda vem tentando se apropriar de mais essa vertente, opondo à música tradicional uma música "revolucionária", conceito absurdo, mas que cai muito bem entre os desavisados (como já disse, é uma continuidade, não uma ruptura!).
Mas o fato é que Stockhausen foi absurdamente infeliz naquela declaração e conquistou a antipatia de muitos, a minha inclusive. Mas mesmo assim, não podemos cometer o erro de ouvir Varèse, Boulez, Berio, Messiaen, etc. e encontrar neles uma ponte ao funk carioca à atual penúria cultural brasileira! Eles não têm culpa disso!