Estados dos EUA começam a declarar sua soberania e evocar a 10a. Amenda
"“ The powers not delegated to the United States by the Constitution, nor prohibited by it to the States, are reserved to the States respectively, or to the people. ”"
para se opor aos abusos socialistas do Obama e o fazem em tom cada vez mais agressivo. Vejam aqui: http://www.youtube.com/watch?v=dP8YnOADO3E&NR=1 http://www.youtube.com/watch?v=8m6FWZSiT8E&NR=1 http://www.gencourt.state.nh.us/legislation/2009/HCR0006.html
"Resolved by the House of Representatives, the Senate concurring:
That the several States composing the United States of America, are not united on the principle of unlimited submission to their General Government;"
http://www.youtube.com/watch?v=I36vH_uTbic&feature=related
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Entrevistador:
"Vocês estão falando em se separar da União, da constituição?"
Senador Estadual de New Hampshire
"Se o governo federal destrói a constituição não há "união" da qual se separar. Ela simplesmente já não existe".
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O Olavo não chegou a falar disso ainda em algum TO? Eu tenho estado sem comp. então não tenho acompanhado. Pq me parece que esse é, de longe, o assunto mais importante do momento. Os estados estão se revoltando não contra o Obama, mas contra todo o sistema de Nova Ordem Mundial que o elegeu, contra tudo que ele representa e que já vinha atuando desde antes.
Disso só pode sair uma União restaurada em suas funções constitucionais federalistas originárias, ou uma guerra civil que acabará ou com a dissolução dos EUA, ou a vitória de um dos dois campos: conservadores ou globalistas.
Mas Olavo fala disto desde a campanha!
Retirei um trecho, mas abaixo vai o link para o texto completo:
"Mesmo na hipótese de que alguém intimide Philip Berg e o obrigue a retirar o processo, nada impede que milhares de outros processos similares sejam abertos até a véspera das eleições ou – pior ainda – mesmo depois delas. Obrigar o país a escolher entre sua Constituição e um ídolo pop – com o risco de uma guerra civil no primeiro caso e da completa desmoralização no segundo – parece mesmo uma piada demoníaca."
(negritos meus) http://www.olavodecarvalho.org/semana/080926dc.html
A possibilidade de guerra civil sim, mas eu falo em particular destas declarações de soberania. Como o Olavo mesmo diz, uma vez que o negócio entra no judiciário, ou neste caso, quando declarações são emitidas pelos congressos estaduais, a coisa deixa de ser potencial para ser efetiva.
Já se falam em mais de 10 estados declarando sua soberania e deixando bem claro que estão dispostos à guerra caso a União insista em oprimi-los. Tanto que em um dos vários artigos que vi desde que encontrei a notícia, parece que existem estados exigindo o retorno de suas guardas nacionais imediatamente, ora estacionadas no Iraque.
Este assunto é algo bem interessante. Isso bem mostra o descontentamento de um povo enganado pela mídia ligada a esta caterva da NWO (inclui-se a esquerda mundial, o socialo-comunismo, etc que no fundo são tudo a mesma coisa).
Uma prova disso deste descontentamento:
Oposição americana vende adesivos pedindo impeachment de Obama
Adesivo faz trocadilho do nome do presidente com o de Bin Laden.
Ele pede a saída de Obama e diz que democrata mentiu. http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1011575-5602,00.html
Obrigada, Gui!
Vou ver o que sinto lá nos EUA. Nova Iorque é "obâmica", é uma espécie de Leblon americano - um monte de idiota "se achando". Mas, de qualquer modo, é também uma cidade cosmopolita, uma cidade que admite variantes e eu gosto muito dela. E ela de mim. !
É, não vai ser TÃÃÃOOO fácil quanto eles pensavam, graças a Deus!
Obama pode ser um Luifináfio, mas os EUA e seu povo definitivamente NÃO SÃO Bananalândia e seus oranguinhos mixas. Nada contra minha terra - mas o que todos nós temos visto por aqui é de DESANIMAR!
84% de aprovação ao orangão não dá pra deixar barato.
Cada dia admiro ainda mais os EUA devido as essa pessoas que lutam para defender a liberdade e a contituição. É revigorante ver que, mesmo uma parcela ignorante tendo eleito um presidente comunista, existem muitas pessoas séria como Alan Keyes e todo esse pessoal que não está aceitando os abusos da União. Quem dera fosse assim na Banânia e no resto do mundo.
Eu tenho uma dúvida. A história da guerra da secessão realmente foi sobre o sul querer escravidão? Vi alguns americanos falando que escravidão não foi a principal causa da guerra e sim realmente manter a união do país.
Pergunto isso porque os estados que mais tem raiva do governo centralizado e de washington são os estados do sul que até tem uma certa cultura diferente dos estados do norte e são ridicularizados pelos estados do norte como caipiras idiotas retrógados.
Se alguém me desse uma opinião ficaria agradecida porque eu estava lendo sobre isso e me lembrei desse tópico então ao invés de criar outro..
Enquanto todo o mundo estava acompanhando a campanha presidencial americana, e a posse do novo presidente, um movimento nasceu nos Estados Unidos. Sem líder e tendo como objetivo unicamente fazer com que a constituição americana seja respeita, defensores da autonomia das federações surgiram naturalmente, em reação ao crescimento cada vez mais vertiginoso do poder do governo federal americano, principalmente após a crise financeira que está devastando a economia americana.
Não se sabe se foi uma ação orquestrada ou não, mas alguns congressos estaduais nos Estados Unidos resolveram votar declarações para que a décima emenda da constituição seja cumprida. A décima emenda declara que “Os poderes não delegados aos Estados Unidos pela Constituição, nem proibidos por ela para os estados, são reservados para os estados, respectivamente, ou ao povo”. Por isso, as atuais medidas tomadas pelo governo americano, como o pacote de ajuda às empresas prejudicadas com a crise subprime, são inconstitucionais, assim como as centenas de agências federais. Por isso, podemos concluir que a constituição está sendo constantemente desrespeitada e foi esse o entendimento dos legisladores das diversas unidades da federação que decidiram se manifestar contra a posição federal.
Esse movimento é novo, mas as suas origens vem da época da revolução americana. Engana-se quem acha que os americanos são adeptos do pragmatismo, que a política deles é imune a ideologias, como os cientistas políticos vivem dizendo. É inegável que a revolução americana foi uma revolução ideológica; e isso pode ser confirmado lendo os escritos de Thomas Paine ou lendo as transcrições dos discursos de Patrick Henry.
Os pais fundadores da America já alertavam para o perigo de um governo federal grande e poderoso. Sabiam que quanto maior o tamanho do governo, menores seriam as liberdades dos indivíduos.
E alguns poucos políticos nos últimos anos tem nos lembrado disso, como Barry Goldwater, Ronald Reagan e recentemente com Fred Thompson e Ron Paul.
O que ninguém parece ter percebido nesse novo movimento ainda é que ele é uma contestação da União, e é ai que está o detalhe mais importante: Isso não acontece desde a guerra de secessão. Quando o confronto mais importante da história americana terminou, os estados perderam seu direito de sair da união; e sem essa possibilidade, tudo caminhou para um aumento gradativo da União e a quase extinção da autonomia dos estados.
Algumas declarações dos congressos estaduais dizem claramente que estão cansados de serem colônias de Washington. O Hawaii, por exemplo, já ameaçou convocar uma convenção constitucional e declarar independência caso a décima emenda não seja respeitada.
Alguns comentaristas acham que esse movimento não terá grandes consequencias, mesmo sabendo que já são cerca de 30 estados a se posicionarem contra a posição federal em poucos mais de dois meses. O argumento utilizado é que essas moções são apenas mais uma barganha para receber dinheiro do governo federal. Contudo, há motivos para acreditar que não seja essa a motivação, e sim, o desejo de resgatar os princípios sobre os quais o estado americano foi instituído. Um movimento que consiga maioria em congressos de 30 estados não é um movimento pequeno, muito menos localizado; é nacional e com grande apoio popular porque, caso contrário, os congressistas não arriscariam suas carreiras e seus votos sendo favoráveis a estas proposições. Soma-se a mobilização em âmbito estadual a adesão de alguns deputados federais e senadores e tem-se ai, uma questão que, em breve, pode ser a grande discussão política nos Estados Unidos.