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Jornalista condenado em ação do Min. do Planej.

Iniciado por bia_orkut em 27/02/2009 · 5 mensagens

bia_orkut#1
Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009
EU NA SIBÉRIA
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) conseguiu. Em processo criminal, baseado na Lei de Imprensa de 1967 (sim, a da dita) fez proibir este escriba de falar de sua "vida pessoal" e condenou-me a vinte horas de trabalhos forçados em entidade filantrópica.
Nada tenho contra trabalho voluntário, desde que ele seja... voluntário. No meu caso, vou para a Sibéria.
Para lembrar o jargão preferido de Lula, chefe-mor de Paulo Bernardo, nunca antes na história se viu processo tão "ligeirinho". Fui intimado no sábado antes do Carnaval e seis dias depois condenado, ainda que a Justiça use o termo "conciliação frutífera". Frutífera para quem, ô cara?
Caberia aqui uma nota sobre o clima de convescote que permeou a audiência no Juizado Especial, em que se serviu água gelada e tricoteou-se amenidades, enquanto o Raskolnikóv aqui seguia para o cadafalso. O fato do juizado ter sofrido intervenção determinada pelo Tribunal de Justiça logo depois do Carnaval soa apenas como uma ironia fatalista.
De nada adiantou o argumento fresquíssimo àquela altura acerca da separação de Marta Suplicy e Luís Favre noticiada pela "imprensa séria" que, de certa maneira, batia com o objeto criminoso ali tratado, de autoria da "imprensa leviana", conforme afirmação do ministro petista.
Deu para entender, né? Notícia que não envolve o ministro é jornalismo sério. A que envolve é jornalismo leviano. Vai para os manuais de redação.
Quando enfim me foi dada a palavra, o juiz me considerou exaltado, ainda que tenha usado o mesmo tom do ministro.
Pobre de mim. Só queria lembrar a Paulo Bernardo e à sua consorte (como é mesmo o nome dela?) que o considerava uma pessoa iluminada, afinal já encontrara um jornalista sério. Eu de minha parte, tal qual Diógenes, ainda seguia com a lanterna em punho, em busca de um político da mesma estirpe.
De resto o que se viu foi o tribunal do absurdo.
Kafka adoraria a cena.
http://blogodomarcus.blogspot.com/2009/02/eu-na-siberia.html
antnioluiz#2
Trabalhos voluntários forçados... Nova língua stalinista pura.
antnioluiz#3
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antnioluiz#4
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antnioluiz#5
Paulo Bernardo e Dilma querem acabar com o programa do Malafaia

O governo federal prepara um pacote de medidas para fechar brechas da
legislação de rádio e TV que permitiram o surgimento de um "mercado 
paralelo" ligado às concessões no país.


A informação é da reportagem de Julio Wiziack e publicada na edição deste domingo da Folha (a http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/46579-dilma-q…-na-tv.shtml da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).


Uma das mudanças de maior impacto é a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV.


O Ministério das Comunicações não quis comentar as mudanças e informou 
que o "novo marco" ainda será colocado em consulta pública.


Leia a reportagem completa na http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ deste domingo, que já está nas bancas.



O Dilmão Maria Sapatão está querendo acabar com os programas evangélicos, sobretudo o do Malafaia: 
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1099520-dilma-que…-na-tv.shtml

Sabemos que todos os programas religiosos são realizados em horários que são comprados junto às emissoras.

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