O último parágrafo do texto do OdeC no 'O Globo' de hoje critica a decisão da UnB na questão da aceitação de transferência de militares e seus dependentes para cursos da universidade. O trecho pertinente é o seguinte:
'A universidade brasileira é inimiga inconciliável dos militares e colaboradora do establishment globalista na destruição das nossas Forças Armadas. Sua recusa de cumprir a lei que garante vaga a soldados e oficiais transferidos é um ato de rebelião ao mesmo tempo criminoso e pueril, bem característico de uma instituição ridícula, cuja contribuição ao progresso do conhecimento é torrar dinheiro público para imbecilizar as novas gerações por meio de uma propaganda política abaixo de ginasiana.[...]' (http://olavodecarvalho.org/semana/040925globo.htm)
Num trecho de um texto da equipe editorial do MSM, expõe-se o seguinte:
'Veja, leitor, a que ponto a psicose política nacional chegou: enquanto o ministro Tarso Genro vai empurrando goela abaixo as cotas para negros em todo o País, o PFL faz o jogo do avestruz, insistindo que o governo Lula estaria paralisado e, pior, pedindo para que o mesmo governe. Alguém aí viu alguma propaganda do PFL mostrando que as cotas para negros são racistas até a medula?' (http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=1830)
Para mim, há uma incoerência em ser permissível ao acesso a universidades federais para militares e dependentes e criticar a legitimização da cota para negros. Nos dois casos, os procedimentos oficial e comumente adotados para ingresso à universidade são ignorados.
Os dois grupos não estariam contidos na categoria de "minoria privilegiada"? No que diferem os dois que faz um merecer e o outro não?
PS: Outro ponto que não entendi foi a defesa para que os militares estudem "numa instituição ridícula, cuja contribuição ao progresso do conhecimento é torrar dinheiro público para imbecilizar as novas gerações por meio de uma propaganda política abaixo de ginasiana"...
'A universidade brasileira é inimiga inconciliável dos militares e colaboradora do establishment globalista na destruição das nossas Forças Armadas. Sua recusa de cumprir a lei que garante vaga a soldados e oficiais transferidos é um ato de rebelião ao mesmo tempo criminoso e pueril, bem característico de uma instituição ridícula, cuja contribuição ao progresso do conhecimento é torrar dinheiro público para imbecilizar as novas gerações por meio de uma propaganda política abaixo de ginasiana.[...]' (http://olavodecarvalho.org/semana/040925globo.htm)
Num trecho de um texto da equipe editorial do MSM, expõe-se o seguinte:
'Veja, leitor, a que ponto a psicose política nacional chegou: enquanto o ministro Tarso Genro vai empurrando goela abaixo as cotas para negros em todo o País, o PFL faz o jogo do avestruz, insistindo que o governo Lula estaria paralisado e, pior, pedindo para que o mesmo governe. Alguém aí viu alguma propaganda do PFL mostrando que as cotas para negros são racistas até a medula?' (http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=1830)
Para mim, há uma incoerência em ser permissível ao acesso a universidades federais para militares e dependentes e criticar a legitimização da cota para negros. Nos dois casos, os procedimentos oficial e comumente adotados para ingresso à universidade são ignorados.
Os dois grupos não estariam contidos na categoria de "minoria privilegiada"? No que diferem os dois que faz um merecer e o outro não?
PS: Outro ponto que não entendi foi a defesa para que os militares estudem "numa instituição ridícula, cuja contribuição ao progresso do conhecimento é torrar dinheiro público para imbecilizar as novas gerações por meio de uma propaganda política abaixo de ginasiana"...