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Os 10 grandes mitos sobre energia, mito 1

Iniciado por orkut_7 em 01/03/2009 · 2 mensagens

orkut_7#1
No The Guardian vem um artigo sobre este assunto, e Octávio Lima de Ondas 3 chamou-me a atenção para o artigo, e postou sobre o mesmo. Como os posts lá no Ondas passam a uma velocidade razoável, irei tentar aqui falar sobre aqueles mitos, um de cada vez porque ando com uma certa falta de fôlego para grandes artigos.

Myth 1: solar power is too expensive to be of much use

In reality, today’s bulky and expensive solar panels capture only 10% or so of the sun’s energy, but rapid innovation in the US means that the next generation of panels will be much thinner, capture far more of the energy in the sun’s light and cost a fraction of what they do today. They may not even be made of silicon. First Solar, the largest manufacturer of thin panels, claims that its products will generate electricity in sunny countries as cheaply as large power stations by 2012.

Other companies are investigating even more efficient ways of capturing the sun’s energy, for example the use of long parabolic mirrors to focus light on to a thin tube carrying a liquid, which gets hot enough to drive a steam turbine and generate electricity. Spanish and German companies are installing large-scale solar power plants of this type in North Africa, Spain and the south-west of America; on hot summer afternoons in California, solar power stations are probably already financially competitive with coal. Europe, meanwhile, could get most of its electricity from plants in the Sahara desert. We would need new long-distance power transmission but the technology for providing this is advancing fast, and the countries of North Africa would get a valuable new source of income.
orkut_7#2
De facto é como se diz no artigo. A energia fotovoltaica convencional de silício é das soluções mais caras para produção de energia e a constituição de grandes centrais ligadas à rede é um investimento que não faz sentido algum e só com truques de subsídios se tornam rentáveis. O governo, ao viabilizar as grandes centrais fotovoltaicas de Serpa e seguintes, presta um mau serviço à nação e contribui para encarecer ainda mais a energia ao consumidor, tanto mais que o contributo dessas centrais é desprezável, só o fabricante das células e as empresas que parasitaram nos projectos é que ganham. A energia fotovoltaica faz sentido apenas em situações do tipo «ilha» em que a quantidade de energia envolvida é tão pequena que o custo de ligação à rede pública e o transporte de combustível ao local para alimentar geradores convencionais constituam soluções mais caras ainda.
É verdade também que novas tecnologias de células fotovoltaicas sem silício estão a ser desenvolvidas, tecnologias que prometem baixar o custo do kW de fotovoltaico instalado e com rendimentos superiores às convencionais células de silício. Mostro a seguir dois filmes, sendo o primeiro montado por mim a partir de vários pedaços para mostrar que é uma tecnologia ao alcance de qualquer país que não pretenda servir-se do fotovoltaico apenas para umas negociatas mas sim para meter mãos à obra. Isso, em Portugal, é a última coisa em que os tios pensam, os outros que trabalhem, depois nós compramos e vendemos às bestas.
Os mitos de 2 a 10 vocês encontram aqui: http://inerte.horabsurda.org/?p=1530

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