Vendo alguns vídeos relacionados a March for life (EUA) da TFP, me deparei com um vídeo onde aparece um padre Lituano agradecendo a TFP ao apoio na independência da Lituânia.
http://www.youtube.com/watch?v=14btsASR7Mc&feature=channel_page
Pesq
uisei na net, porém não encontrei nada que signifique a relação da TFP com a Independência da Lituânia.
E como também não achei nada nos tópicos, resolvi abrir esse tópico sobre o assunto.
Achei mais alguns vídeos.
http://www.youtube.com/watch?v=OjmxEVjNAiI&feature=channel_pagehttp://www.youtube.com/watch?v=5WqjSwENiao&feature=channel_pagehttp://www.youtube.com/watch?v=MnNBbsJbJ5s&feature=channel_page
caramba! nem imaginava, o fato é que letÔnia estônia e lituânia conseguiram suas independências
Lenin deu a independencia da Lituania, e dos outros pri-bálticos, assim como a da Finlandia, logo após a revolução russa. Depois Stalin invadiu. Tentou tb invadir a Finlandia mas tomou um pau humilhante.
Marcionei
Na revista Catolicismo, da qual sou assinante há + de 10 anos, tive oportunidade de ler diversas matérias sobre a Lituânia e sua luta para livrar-se do jugo comunista.
Também li sobre a gratidão dos católicos lituanos à TFP (histórica), e ao Dr. Plínio em particular, pelo apoio que sempre deram ao seu povo.
Normalmente esse apoio começa a partir dos vínculos com entidades irmãs que eventualmente levavam o nome de TFP, como a TFP americana que continua forte e fiel à sua origem, ou outras como "Avenir de la Culture" e "Droit de Naître".
Assim que diminuiu o controle da ditadura soviética sobre a sociedade, depois da subida ao poder de Gorbachev., esses vínculos c/ católicos q viviam oprimidos puderam intensificar-se. Acho q existe uma TFP lituana ou equivalente em termos ideológicos.
Enfim, a TFP sempre lutou contra o comunismo e continua lutando, agora já não + c/ o nome de TFP(ao menos no Brasil).
As repúblicas bálticas conseguiram suas independências a duras penas e até hoje temem a Rússia. Stálin promoveu grandes migrações populacionais p/ sufocar os nacionalismos. Na Estônia, por exemplo, 40% da população é de origem russa. Isso faz c/ que eles peçam intervenções sempre que se sentem ameaçados.
O contacto c/ grupos lituanos era dificílimo enquanto durou o regime totalitário. Mas ainda assim, a partir pequena liberalização ocorrida a partir do final dos anos 80, houve muito contacto c/ o Dr. Plínio q veio a falecer em 1995 e q muito apoiou a causa lituana.
É comum a presença de representantes da Lituânia em eventos que evocam a memória do Dr Plínio no Brasil ou pelo mundo.
Eu saindo da missa em Vilnus(capital).😛
[img]/orkut/albums3/ATYAAADZZ4pMKPcLUz-5x5t8gkddxbBDVUDX5qQbaVbSlncG4XZmKhYlbZ4W6cNEBijThQAECYogpCz8biVaq7Hn8CinAJtU9VBx9_BbLeFj1YGPA2019NoxwHdbww.jpg[/img]
[url]/orkut/albums3/ATYAAADZZ4pMKPcLUz-5x5t8gkddxbBDVUDX5qQbaVbSlncG4XZmKhYlbZ4W6cNEBijThQAECYogpCz8biVaq7Hn8CinAJtU9VBx9_BbLeFj1YGPA2019NoxwHdbww.jpg[/url]
o povo finlandês é bem armado isso deve ter ajudado bastante...
e lá na lituânia o maius comum é a igreja latina mesmo?
Isso, a Lituania é católica, e Estonia é luterana, e a Letonia que fica entre as duas, é metade católica, metade luterana.
Isso entre os nativos. POis há consideráveis quantidades de russos lá nos 3 países. Que são ortodoxos.
Thiago
Em relação à Finlândia, Stálin, além de querer expandir seus domínios, achava q a Finlândia podia cair sob influência alemã, o q não estava acontecendo de forma absoluta apesar de existir certa afinidade e cooperação.
A URSS mandou cerca de 1 milhão de soldados p/ atacar a Finlândia, isso ainda antes do início da guerra em 1939. Não acho q os finlandeses, a população, fossem tão bem armados assim. Mas o exército era muito bem treinado e acostumado c/ as condicões do campo de batalha e realmente, como alguém disse acima, deu um "pau" nos russos q foi um vergonha pq o exército finlandês contada c/ menos de 40 mil efetivos.
Os russos acabaram entrando mas foi uma vitória de Pirro. E a humilhação falou + alto q a "vitória" militar.
Voltando a questão das repúblicas do império interno, a maior prova de q o sistema não deu certo e a tentativa de sufocar os nacionalismo muito menos foi qdo, já na era Gorbachev, qdo houve um terremoto em Erevan, capital da Armênia, os Azerbaijanos ou Azerbaijões (acho q em PP é um e em PB é outro) saíram às ruas de Baku p/ comemorar.
Estava evidente q a tentativa de construir uma só nação naufragara. E os principais culpados foram, além do regime comunista, o velho imperialismo russo.
De novo, como móbil da desavença entre os antípodas, a religião. O ateísmo do estado não conseguiu evitar q cristãos armênios e muçulmanos azerbaijões superassem questões históricas.