Were World Wars I and II—which can now be seen as a thirty-year paroxysm of slaughter and destruction—inevitable? Were they necessary wars? Were the bloodiest and most devastating conflicts ever suffered by mankind fated by forces beyond men’s control? Or were they products of calamitous failures of judgment? In this monumental and provocative history, Patrick Buchanan makes the case that, if not for the blunders of British statesmen—Winston Churchill first among them—the horrors of two world wars and the Holocaust might have been avoided and the British Empire might never have collapsed into ruins. Half a century of murderous oppression of scores of millions under the iron boot of Communist tyranny might never have happened, and Europe’s central role in world affairs might have been sustained for many generations.
• The secret decision of a tiny cabal in the inner Cabinet in 1906 to take Britain straight to war against Germany, should she invade France
• The vengeful Treaty of Versailles that muti- lated Germany, leaving her bitter, betrayed, and receptive to the appeal of Adolf Hitler
• Britain’s capitulation, at Churchill’s urging, to American pressure to sever the Anglo- Japanese alliance, insulting and isolating Japan, pushing her onto the path of militarism and conquest
• The 1935 sanctions that drove Italy straight into the Axis with Hitler
• The greatest blunder in British history: the unsolicited war guarantee to Poland of March 1939—that guaranteed the Second World War
• Churchill’s astonishing blindness to Stalin’s true ambitions.
Certain to create controversy and spirited argument, Churchill, Hitler, and “The Unnecessary War” is a grand and bold insight into the historic failures of judgment that ended centuries of European rule and guaranteed a future no one who lived in that vanished world could ever have envisioned.
O livro "Hitles's War", de David Irving, diz que Hitler até ofereceu apoio às tropas inglesas no Oriente para que os ingleses não interferissem na guerra entre a Alemanha e a Polônia. A Inglaterra tinha tudo a perder e nada a ganhar declarando guerra à Alemanha. Hitler, até o último segundo antes da invasão dos ex-territórios alemães na Polônia não acreditava que a Inglaterra faria a loucura de realmente declarar guerra.
"será que não aconteceria com a Inglaterra o mesmo que aconteceu com a Russia caso ela também entrasse em alguma espécie de acordo com Hitler?"
Duvido, pois ao menos Hitler respeitava a cultura européia: Paris foi conquistada sem bombardeio, nenhuma igreja foi incendiada ou destruída, os padres não foram perseguidos por praticarem o catolicismo, nem os luteranos. E os ingleses e os alemães são irmãos.
Agora, o que dizer de Churchill, que ordenou a destruição maciça do patrimônio histórico alemão (e também da humanidade)? Churchill é claramente um representante da NOM. Elogiar a política de Churchill e ser contra a NOM é uma contradição.
Não entrando no mérito da discussão, sendo o tempo senhor da razão, será que chegará o dia dos conservadores derrubarem seus mitos? Hoje Churchill, amanhã talvez Reagan. Eu acho exagerado pensar que Churchill era um globalista consciente, o que pode ter acontecido é ele ter adotado políticas favoráveis o NOM devido a erros políticos ou estratégicos na época, que no final das contas eram tempos muito dificeis. Ruim com Churchill? Podia ser bem pior sem ele. O mesmo vale para Ronald Reagan, se algum dia quisermos questionar seu governo ou os militares brasileiros com suas políticas estatizantes. De globalista e louco, todo mundo tem um pouco.
Vire o disco, que esse já tás tocando há 60 anos. Não estamos falando de judeus, estamos falando de europeus. Os judeus têm sua pátria ou então devem se tornar patriotas. O motorista de Hitler e sua cozinheira eram judeus, patriotas.
Vc vê o Tarso Genro, um judeu "cripto" cujo avô foi prefeito de um distrito de Berlim e que morreu em Israel. Agora, pergunto: que patriotismo alemão têm um prefeito que abandona sua pretensa pátria e vais viver em Israel? Isso não é alemão, é israelense.
Alguém citou o filme "The Dirty Dozen", ou "Os Doze Condenados" com o Charles Bronson, Lee Marvin, Tely Savalas etc, no qual prisioneiros são enviados numa missão de espionagem, nas linhas inimigas em troca da anistia presidencial. Curiosamente tem um negão infiltrado na Alemanha hehe...!
Esse é um dos melhores filmes de guerra que eu vi juntamente com "Glória Feita de Sangue" (S. Kubrick) e "Platoon"(O. Stone). Durante a minha infância assistia a ótima série "Combate", onde os alemães eram os bonecos dizimados pelos americanos
Tese FURADA, essa: o que PODERIA, de fato, ter talvez evitado a Segunda Guerra seria não "tentar" raio de "diálogo" NENHUM com Hitler, como fez o infeliz daquele Neville Chamberlain. Aliás li isso mesmo hoje, a respeito do Nobel do Obama.
E quem escreveu está COBERTO DE RAZÃO!
Tivessem simplesmente NÃO FEITO essa estupidez, talvez a guerra pudesse ter sido evitada e o Holocausto idem. Tinha NADA que "dialogar"porra nenhuma - tinha que AGIR CONTRA, e fortemente.
Pra voltar ao tema cinema, aproveito pra pela bilionésima vez dizer que o "Remains of the Day"aborda muito bem isso aí que eu disse dessa palhaçada de "diálogo", coisa de canalha!
Vou rezar para que tua alma tenha sossego ... defensor de assassinos de crianças ...
Disco furado ... furado só se for teu rabo ...
Outra coisa ... não é possivel debate ou dialogo com nazistas ... não é possivel tratar com respeito a criminosos dessa laia ... se pisarmos neles vamos sujar o pé com a merda das idéias e do carater deles ...
De fato os pacifistas nunca deveriam ter conversado com aqueles assassinos malucos ...
Deveriam é ter criado um milhão de grupos como esse do Tarantino e fuder com todos eles ...
Urso Judeu ... esse é o cara!!!!!!!!!!! Gostei ...
Bom, se fantasia está valendo, então vamos lá: alguém já viu o filme "Alice no País das Maravilhas"?
Prof. Bondarik
Não há possibilidade de diálogo com vc, que ignora tudo que se falou, apenas para despejar sua verborragia raivosa. O que você comeu hoje, meu chapa? Animais mortos? Começa por aí. Quem aí contribui com a matança de quem na realidade? Seja franco, pare com esse seu disco.
Bom, meu caro - embora eu não tenha bem certeza de ser a mim que você se dirige, não é possível deixar de notar que entre almoçar um frango de padaria ou o filho do vizinho certamente EXISTE alguma diferença - presumo que seja um CONSENSO, não?
Bom, eu não como filho do vizinho nenhum, nem bicho nenhum, que para mim ao menos, são muito parecidos com crianças; Quem então é defensor de assassinos de crianças, Prof. Bondarik? Eu ou vocÊ?
Amigo, o ser humano não é "igual"aos bichos. Por não ser igual é que ele pode ter compaixão. O bicho que você não come porque tem pena - um completo direito seu - evidentemente comeria você sem problema algum, é claro. Eu pessoalmente os como, mas não aprovo que alguém os maltrate sem razão! Mas se matá-los por maldade me parece uma crueldade injustificável e imoralíssima, comê-los não me parece um problema moral de forma nenhuma! Por que seria?
É imoral porque é sofrimento causado contra eles e que pode ser evitado. Vamos falar seriamente em ética? QUe tal?
Quem come aprova a matança e, se pudesse ou se ousasse, o faria.
“A não ser que eu esteja louco, Churchill precipitou a ruina européia.”
Está louco sim.
"O livro "Hitles's War", de David Irving, diz que Hitler até ofereceu apoio às tropas inglesas no Oriente para que os ingleses não interferissem na guerra entre a Alemanha e a Polônia. A Inglaterra tinha tudo a perder e nada a ganhar declarando guerra à Alemanha. Hitler, até o último segundo antes da invasão dos ex-territórios alemães na Polônia não acreditava que a Inglaterra faria a loucura de realmente declarar guerra."
Voce é muito burro rapaz. Se o que vc fala é verdade claro que o Hitler queria a Inglaterra fora da parada e faria de tudo para deixar a inglaterra fora da guerra. Não é porque gostasse da Inglaterra o asno. MAs por uma questão estratégica.
Ou voce acha que um sujeito que mata 6 milhões de judeus, conquista quase a europa inteira, o norte da Africa, um pedaço do oriente médio estava pra brincadeira e queria apenas conquistar territórios alemães na polônia? É a coisa mais estupida que eu ouvi.
Tem que ser muito burro pra acreditar nisso.
Se houvesse um acordo iria ser a coisa mais escandalosa do mundo. A inglaterra já foi desmoralizada pelo acordo do Neville.
Desde de quando Churchil gostava do Stalin???? Para ele marcha deveria ter ido até Moscow, só não foi porque o horror causado pelos campos de concentração foi tão grande que não havia condições políticas de continuar a guerra.
Hitler queria dominar o mundo e ficou louco com o seu desejo.
Bom, não sou eu que estou dizendo isso apenas, é o assessor de 3 presidentes norte-americanos, inclusive de Reagan. Mas, se você sabe mais que Pat Buchanan, então quem somos para discutir com você?
Vem aí mais um sucesso de bilheteria para atestar a inclemente e interminável agonia de um povo. Quentin Tarantino, responsável por roteiro e direção, já tem ficha de bem sucedido com filmes de violência e agora parece que vai superar a si mesmo com Inglourious Basterds (o “e” é proposital). Deverá estrear em outubro nos nossos cinemas. É mais uma produção que se insere nesta classe que já constitui um gênero próprio como era o caso dos westerns de ontem. No lugar do índio pele-vermelha entrou o alemão/nazista, um como o outro extermináveis.
O filme começa com Brad Pitt no papel do tenente Aldo Raine convocando oito voluntários, para com ele saltarem de paraquedas sobre a França ocupada. “Temos um só objetivo: matar nazistas. Seremos cruéis. Os rastros das nossas atrocidades serão encontrados nos corpos destripados, esquartejados e desfigurados que deixaremos para trás. Nazistas não merecem tratamento humano! Devem ser extintos. Cada um de vocês me deve cem escalpos nazistas.” Temos aí, como falei, a lembrança do pele-vermelha, assim como no roteiro nazista e alemão são sinônimos.
O filme já entrou em cartaz nos Estados Unidos e a propaganda é ilustrada por um taco de baseball ensanguentado no qual está pendurado um capacete alemão. O porrete é acessório do “Urso-Judeu”, um temido e sádico matador, membro da equipe. Em uma das cenas um oficial alemão prisioneiro dos Basterds se nega a dar informações. Então o comandante Brad Pitt chama o “Urso-Judeu” e diz: “Temos aqui um alemão que deseja morrer pela pátria. Preste-lhe o favor.” Sob gargalhadas dos Basterds o porrete é acionado.
Os killers de Tarantino não apenas matam nazistas, mas buscam uma total aniquilação de suas vítimas. Destroem seus documentos, arrancam seus escalpos, o ouro dos seus dentes e lhes tirando as botas, arrebatam sua dignidade.
O filme já garantiu a Tarantino uma indicação à Palma de Ouro em Cannes. Há quem aposte que o filme renda mais indicações, inclusive ao Oscar. Um sumário publicado na internet diz que é “Um prato cheio para quem gosta de assistir a cenas de tortura, diálogos inteligentes e violência psicológica”. Tal comentário me conduz a uma interrogação, no meu modo de entender, pertinente: Quem GOSTA, sente prazer, satisfação, contentamento, deleite. Em outras palavras, se identifica. Assim mesmo tais produções conseguem encher as salas de cinema. Será que, além de tudo, estamos nos tornando um mundo regido pelo sadismo dos psicopatas?
Outro fato estarrecedor. Este filme foi co-financiado pelo “Fundo Alemão de Fomento ao Cinema” (Deutscher Filmförderfonds) com 6,8 milhões de Euros. Isto só pode estar acontecendo a um povo ao qual está se subtraindo a identidade e até a própria alma.
Sobre "The Soviet History": As tropas de Stalin esmigalhavam os próprios soldados russos mortos com carros blindados, era como para fazer parecer que eles nunca tivessem existidos. Nunca um país tinha tratados seus soldados tombados dessa maneira até então. Mesmo aos inimigos esse tratamento é raro. Tarantino de alguma forma resgata um lado sombrio do homem, mesmo que as vítimas fossem os nazistas.
Não sei ao certo qual seria ... se a final quando o nazista esperto é fudido ... mas uma legal é quando no cinema o Tenente americano fala BOOOOOODIOOOORRRRNOU ... com aquele sotaque do interior dos EUA...
Os soldados judeus vestidos de cineastas italianos ... pandegos demais ...
Quanto a encerrar a discussão ... o idiota voltou ...
Lugar de propagandista e apologista do racismo é na cadeia ... Boa ... isso mesmo ... moleque se entrega logo ... na cadeia suas idéias e sua bunda serão desejadas ... não nessa ordem eh claro ...
É comovente o senso de humor e a sublime inteligência iluminada sem igual de alguns membros dessa comunidade. Parabéns, continuem assim, praticamente uma guilda de gênios...
Apesar de ter criado esse tópico só nesse fim de semana assisti o filme.
Simplesmente gostei pra caralh*.
Fora as cenas hilárias, o Hans landa e os diálogos fodásticos, o que não me sai da cabeça mesmo é a belíssima cena na cabine do cinema entre o soldado alemão e a judia loirinha... Inesquecível...
Sou da turma do Tarantino: em arte tudo é pretexto.
Com três anos de atraso, 'À prova de morte' estreia com atmosfera retrô
Longa é parte do projeto 'Grindhouse', de Tarantino e Robert Rodriguez.
Filme é homenagem às projeções de terror exibidas nos drive-in dos EUA.
Com quase três anos de atraso, finalmente chega aos cinemas nesta sexta-feira (16) "À prova de morte", produção de 2007 escrita e dirigida por Quentin Tarantino. O filme é uma segunda parte do projeto "Grindhouse", que o diretor de "Kill Bill" idealizou com o cineasta Robert Rodriguez (de "Sin City") como homenagem às projeções de terror da década de 1970, que eram exibidas nos drive-in americanos.
(...)"