Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

EUA e internacionalização da Amazônia

Iniciado por yuri_6 em 19/03/2009 · 23 mensagens

yuri_6#1
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Quando era criança, aprendi que os EUA queriam tomar a Amazônia. Depois lendo o Olavo de Carvalho aprendi que isso é uma mentira e na verdade são organismo internacionais, ONGs européias e a ONU e os EUA não tem nada que ver com isso.
Sobre as ONGs ligadas à ONU que lutam pela internacionalização da Amazônia, todos sabemos.
Mas no final das contas, o governo americano também apoia isso.
A notícia é "velha" (2005), mas é interessante:
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Folha de São Paulo 15 Julho 2005
Parcerias Brasil-EUA na Amazônia

JOHN DANILOVICH

Entre os dias 17 e 26 de junho, fiz uma memorável visita à Amazônia brasileira. Conheci projetos de proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e pesquisa científica copatrocinados pelo governo dos Estados Unidos, sempre em parceria com instituições brasileiras. Além de conhecer as maravilhas naturais e culturais da região, também tive a oportunidade de conversar com lideranças do governo, da sociedade civil e do empresariado em Macapá (AP), em Belém e Santarém (PA), e em Manaus e Parintins (AM).

“A Amazônia é um magnífico patrimônio do Brasil, mas o mundo se preocupa e quer ajudar os brasileiros a preservá-la”
yuri_6#2
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Nessas conversas, identifiquei nos interlocutores o desejo de construir um Brasil ambientalmente protegido, socialmente justo e economicamente próspero, que seja inclusivo para toda a Amazônia. Também percebi uma preocupação com a presença estrangeira na região e com a absurda teoria conspiratória de que, no futuro, poderia haver uma "invasão" ou alguma forma de "internacionalização" da Amazônia.

Ressaltei e gostaria de enfatizar para todos os brasileiros que tais temores são totalmente infundados. A Amazônia é um magnífico patrimônio do Brasil, um presente da natureza para os brasileiros. Acredito que o Brasil está preparado para enfrentar os problemas daquela região e os desafios do desenvolvimento sustentável, mas o mundo se preocupa com o que acontece na Amazônia e quer ajudar os brasileiros a preservá-la.

Gostaria de exemplificar aqui como alguns projetos copatrocinados pelos EUA que visitei estão contribuindo para o conhecimento científico, a conservação ambiental e o desenvolvimento humano da região amazônica.
yuri_6#3
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"Em Santarém, participei, com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, da abertura do segundo Seminário Nacional do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7), no dia 21 de junho. Meu país contribui, por meio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid), com esse esforço internacional para o desenvolvimento sustentável, a conservação da biodiversidade e a redução dos gases do efeito estufa. A massa de conhecimentos acumulados pelo PPG-7 já começa a ficar evidente no planejamento de políticas para a região, como os planos Amazônia Sustentável e BR-163 Sustentável.

Com o mesmo espírito de cooperação para a preservação da Amazônia, os EUA copatrocinam importantes projetos de pesquisa científica na região de Santarém. O Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) é uma iniciativa de pesquisa internacional liderada pelo Brasil que conta com a participação da Nasa e estuda as interações físicas, químicas e biológicas entre biosfera e atmosfera da Amazônia e de todo o planeta.

Outro projeto de grande impacto científico é o "Seca-Floresta", estudo conduzido em cooperação entre o Woods Hole Research Center, dos EUA, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e o Ibama, com apoio da Nasa, da Usaid, da Fundação Nacional de Ciência (NSF) e de outras agências do governo dos EUA para entender a resposta da floresta a condições controladas de seca. Ambos os projetos oferecem grandes avanços tanto ao entendimento da "ciência pura" sobre a ecologia do planeta como à preservação imediata das riquezas da floresta.
yuri_6#4
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"Também trabalhamos com as pessoas, não apenas com a floresta, em projetos como a clínica da Fundação Esperança, que oferece educação e cuidados médicos para a população da região há 30 anos, com apoio da Usaid. A poucos quilômetros de Santarém, subindo o rio Tapajós, a Usaid apóia as Oficinas Caboclas dos Tapajós, projeto do Ipam dentro da Reserva Extrativista de Tapajós-Arapiuns. Esse projeto é um exemplo de pequenas comunidades manejando seus recursos florestais de maneira sustentável por meio da extração de madeira em pequena escala para a produção de móveis e objetos decorativos." (...)
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" Usaid aposta na geração de empregos e no aumento das exportações de todo o setor açaizeiro do Pará de forma ambiental e economicamente sustentável." (...)
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"Entre os princípios exigidos para certificação pelo FSC, que oferece condição privilegiada para exportação de produtos madeireiros para os Estados Unidos e a Europa, estão: obediência à legislação ambiental, respeito aos direitos dos povos indígenas, investimento na comunidade local, observância da legislação trabalhista e cumprimento de um plano de manejo que proteja a integridade e a produtividade da floresta."
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John J. Danilovich, 55, cientista político, mestre em relações internacionais, é o embaixador dos Estados Unidos da América no Brasil.
yuri_6#5
yuri_6#6
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Todos sabemos o que há por trás dessas palavras bonitas. Se a Embaixada americana já apoiava os projectos da Nova Ordem Mundial sob Bush, imagine o que não aprontarão sob Obama.
andr_10#7
Mas é... sem querer desvirtuar muito o tópico, olha aqui o que o consulado americano andou aprontando no Brasil durante o governo Bush:
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http://www.embaixada-americana.org.br/index.php?acti…itemmenu=163
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Os republicanos americanos que participaram desse governo trabalharam para a Nova Ordem Mundial assim como os democratas. Há uma diferença evidentemente, mas há sem sombra de dúvidas participação de todos nisso. Se o partido republicano fosse sério, honesto e patriota, jamais permitiria que o Obama assumisse a presidência.

Se a Embaixada americana já apoiava os projectos da Nova Ordem Mundial sob Bush, imagine o que não aprontarão sob Obama [2].
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"Depois lendo o Olavo de Carvalho aprendi que isso é uma mentira e na verdade são organismo internacionais, ONGs européias e a ONU e os EUA não tem nada que ver com isso."
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O que eu entendo do Olavo de Carvalho é que ele diz que é incorreta identificar o globalismo como um americanismo, pois o globalismo é tão anti-americano como é anti-brasileiro. Mas isso não quer dizer necessariamente que o governo americano, mesmo aquele que no discurso se diz patriota e conservador, não trabalhe para o globalismo e portanto contra os Estados Unidos da América.
yuri_6#8
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"não trabalhe para o globalismo e portanto contra os Estados Unidos da América. "
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É desse "contra" e o que ele traz implícito que eu discordo. Comprei a leitura que o Olavo fez no Jardim das Aflições e leituras posteriores vem só reforçando isso. A América é a Nova Atlantis: uma nação revolucionária. Mesmo que tenha um povo conservador. Ela semeou no continente americano o Liberalismo maçônico republicano revolucionário anti-católico. E esse Liberalismo é revolucionário como os socialistas também são revolucionários. Não por acaso Hugo Chavez admira o maçom Liberal filo-americano Simon Bolivar.
yuri_6#9
up
leandro_4#10
yuri que leituras seriam essas que vocês fez para esclarecer isso?
yuri_6#11
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várias.
Por exemplo:
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America and Empire
By Jamie Glazov
http://frontpagemagazine.com/ | Friday, December 08, 2006
Frontpage Interview’s guest today
is Robert Kagan
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http://www.frontpagemag.com/Articles/Read.aspx?GUID=…E229FAE258E8
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Cowboy Nation: Against the myth of American innocence
Robert Kagan
The New Republic
October 23, 2006
http://www.gmfus.org/publications/article.cfm?parent_type=P&id=229
gbschmitt#12
Um estado é constituído por três elementos: povo, território e soberania. Se os globalistas buscam acabar com o território e a soberania americana, logo não é o Estado americano que busca a internacionalização da Amazônia, mas elementos globalistas que ocupam cargos na administração dos EUA.
gilberto_2#13
(....) Estado americano que busca a internacionalização da Amazônia, mas elementos globalistas que ocupam cargos na administração dos EUA.

Puta merda....

Seguindo esse raciocínio, "nenhum Estado faz nada contra ninguém, mas sim os elementos que ocupam cargos na administração desse Estado".
gbschmitt#14
Todo estado tem uma certidão de nascimento chamada constituição. É na carta magna que estão consignados os princípios fundamentais norteadores do estado. Se a constituição diz que o país é soberano e um político demagogo vai contra esse mandamento, o que deve prevalecer? A vontade da constituição ou a vontade dos grupos de interesse? Quem age contra a constituição age em nome próprio, e não em nome do Estado.
fernando_22#15
Mas Estados não fazem nada mesmo, oras! São pessoas que agem, não entidades fantasmagóricas tipo "estado", "povo" etc.

Estado não tem vontade própria, não age por si próprio. São as pessoas que ocupam lugares na burocracia que agem e tomam decisões.
yuri_6#16
Schimitt,
leia os links acima e verá que os EUA já nasceram com vocação imperialista e revolucionária (pergunte ao México), com uma ideologia de gnóstica de ser um farol para a humanidade ou a city upon a hill ("Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte" - Mt 5:14) .
Essa mística mileranista americana existia tanto entre o povo puritano (gnósticos, segundo Voegelin) quanto entre os Founding Fathers deístas e revolucionários Liberais iluministas.
Vide também Mircea Eliade sobre o americanismo, ideologia progressista e otimista.
Os próprios Founding Fathers, longe de ser "isolacionistas", se já viam a América como sendo imbuída da missão de espalhar a Liberdade (no sentido iluminista) pelo mundo.
yuri_6#17
"São as pessoas que ocupam lugares na burocracia que agem e tomam decisões"
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E essas vem do povo e existem num meio cultural. Se há uma continuidade na administração do Estado em questão historicamente, esse pattern deve ser um sinal de que há algo de cultural nisso, não é mesmo?
Parecem os comunistas dizendo que "o verdadeiro comunismo nunca existiu".
gbschmitt#18
Como o Uriel não entende porra nenhuma de Teoria do Estado ou Teoria do Direito, prefere inundar o fórum com links que ele mesmo não lê. Segundo Uriel, o fato dos EUA concentrarem o maior número de globalistas (inclusive, em altos postos do governo) faz deste país um estado cuja finalidade é a promoção do globalismo. OK! Imaginemos, então, que amanhã o pessoal da comunidade OC organize uma festa, mas imponha uma regra aos convidados: é proibido o consumo de drogas. O aviso da proibição das drogas é alardeado aos 4 cantos; câmeras são instaladas; seguranças contratados... Tudo para coibir o consumo de drogas na festas. Então, durante a noite de festa, eis que o Mustafá aparece com um baseado escondido nas cuecas... E, escondendo-se no banheiro, começa a fumar a cigarro de maconha. Então, denunciado pelo cheiro de mato queimado, os seguranças e demais convidados flagram o Mustafá consumindo drogas. Dado o exemplo, pelo raciocínio do Uriel, o consumo de drogas no local classifica, automaticamente, a festividade como uma festa de drogados... Cujo objetivo é a promoção das drogas.

Leia a declaração de independência dos EUA; leia sua constituição. O projeto globalista é totalmente contrário à soberania dos EUA. É contrária a própria constituição desse país. Mas, com certeza, o Uriel tem uma infinidade de links contrários para sacar.

Segundo Saul K. Padover em seu livro A CONSTITUIÇÃO VIVA DOS ESTADOS UNIDOS (tradução de A. Della Nina, São Paulo, IBRASA, 1964, p. 3-4): “O objetivo dos delegados era a construção de uma estrutura política capaz de proteger a propriedade da expropriação revolucionária e, ao mesmo tempo, garantir a liberdade das garras de um governo potencialmente tirânico. O que almejavam, noutras palavras, era um governo que tivesse poder, mas que não exercesse caprichosa e nem cruelmente. E a maneira pela qual conseguiram o intento constitui uma das maravilhas da história.”
gbschmitt#19
Aliás, do ponto de vista constitucional o Brasil é muito mais globalista que os EUA (leia o § único do art. 4º e o § 4º do art. 5º). Isso sem falar na legislação dos países membros da U.E.

Quanto ao fato dos EUA serem imperialistas, que país não recorre à força (militar, econômica, política) para defender seus interesses? Ou tu achas que o Acre foi conquistado em um jogo de pokker?
silvana#20
Então o Brasil é imperialista porque conquistou vastos territórios também, pegou o Uruguai pra si tudo na base da matança. Só porque o México é um país fraco militarmente e perdeu pros EUA territórios não é argumento pra que é imperialista desde os primórdios. Os EUA eram desconfiados do mundo e isolacionistas até o ataque de Pearl Harbor.

Links, ai meu deus
yuri_6#21
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Diga isso ao Miguel, Schmitt, que ele tem mais paciência. Evidentemente a cousa não se esgota no plano jurídico constitucional.. A discussão é interessante mas sinto que você está mais interessado em falar sobre mim e em "pelejar" comigo do que debater o assunto.
Não é meu objetivo.
gbschmitt#22
Quando referi que os globalistas que ocupam assentos no governo agiam em busca de seus interesses e não em nome do Estado Americano, não significa que suas ações não gerem responsabilidades civis para os EUA em relações a terceiros. Quando o povo elegeu o Obama para o cargo de presidente (bem como os outros presidentes antes dele) dos EUA, concederam poderes para esse governar o país. Então, quando Obama se manifesta publicamente... Ele está agindo como representante do país e não como a pessoa física Obama. O problema não está aí. Considerando a hipótese que Obama é realmente o presidente americano (excluindo-se as versões de keyes, Berg, etc), quando ele age contrário ao mandamento constitucional, ele já não tem mais legitimidade para representar o país. A isso se dá o nome de teoria da representação: Por ela a vontade da(s) pessoa(s) física(s) exprime a vontade da administração, mas em decorrência da lei e em conformidade com ela. O que acontece com a turma globalista no governo Obama é que eles usurparam o poder, rasgando a constituição. Pode-se chamar isso de traição, golpe de Estado, usurpação, etc. Os objetivos buscados por um país estarão presentes na constituição (pelo menos de forma genérica – explícita ou implícita) e nas leis infraconstitucionais (pormenorizados).

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA -

Nós, o povo dos Estados Unidos, a fim de formar uma União mais perfeita, estabelecer a justiça, assegurar a tranqüilidade interna, prover a defesa comum, promover o bem-estar geral, e garantir para nós e para os nossos descendentes os benefícios da Liberdade, promulgamos e estabelecemos esta Constituição para os Estados Unidos da América.
gbschmitt#23
ARTIGO II
Seção 1


[...]

Antes de entrar no exercício do cargo, fará o juramento ou afirmação seguinte: 'Juro (ou afirmo) solenemente que desempenharei fielmente o cargo de Presidente dos Estados Unidos, e que da melhor maneira possível preservarei, protegerei e defenderei a Constituição dos Estados Unidos."

[...]

Seção 4

O Presidente, o Vice- Presidente, e todos os funcionários civis dos Estados Unidos serão afastados de suas funções quando indiciados e condenados por traição, suborno, ou outros delitos ou crimes graves.

[...]

ARTIGO III
Seção 3


A traição contra os Estados Unidos consistirá, unicamente, em levantar armas contra eles, ou coligar-se com seus inimigos, prestando-lhes auxílio e apoio. Ninguém será condenado por traição se não mediante o depoimento de duas testemunhas sobre o mesmo ato, ou mediante confissão em sessão pública do tribunal.
O Congresso terá o poder de fixar a pena por crime de traição, mas não será permitida a morte civil ou o confisco de bens, a não ser durante a vida do condenado

[...]

Artigo IV
Seção 3


O Congresso pode admitir novos Estados à União, mas não se poderá formar ou criar um novo Estado dentro da Jurisdição de outro; nem se poderá formar um novo Estado pela união de dois ou mais Estados, ou de partes de Estados, sem o consentimento das legislaturas dos Estados interessados, assim como o do Congresso.
O Congresso poderá dispor do território e de outras propriedades pertencentes ao Governo dos Estados Unidos, e quanto a eles baixar leis e regulamentos. Nenhuma disposição desta Constituição se interpretará de modo a prejudicar os direitos dos Estados Unidos ou de qualquer dos Estados.

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