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O verdadeiro Che Guevara

Iniciado por ronpaul em 01/04/2009 · 11 mensagens

ronpaul#1
Eis o texto definitivo sobre Che Guevara. Sugiro imprimirem e distribuírem para amigos e principalmente nas portas do cinema, já que tem lixo vindo por aí

Trecho:

"Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue", escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957. "Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar", escreveu logo depois. O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate; o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados.

"Quando você via o aquele olhar extasiado em sua face, enquanto as vítimas eram amarradas aos postes e logo em seguido estouradas", disse a esse escritor um ex-prisioneiro político, "você percebia que havia algum distúrbio seriamente grave em Che Guevara". De fato, a única façanha genuína na vida de Che Guevara foi o homicídio em massa de homens e garotos indefesos. De sua própria arma, dezenas morreram. Sob suas ordens, milhares foram aniquilados. Em tudo o mais que fez, Che fracassou abismalmente, até comicamente. (Em um episódio cômico, durante a invasão da Baía dos Porcos, Che e seus homens estavam em um lugar completamente diferente da parte da ilha em que estava ocorrendo a ação. Mesmo assim, alguns exilados cubanos mandaram em sua direção um pequeno barco carregado de fogos de artifício, uma mera tática de distração. O despreparado Che, liderando seus homens para uma ofensiva contra um barco completamente vazio, conseguiu a façanha de atirar em si próprio, acertando sua mandíbula. Deve ser um caso raro de um soldado que se fere sozinho com sua arma quando não há inimigo algum por perto...)
ronpaul#2
priscila#3
Pois eu tenho o sinistro pensamento de que esta característica psicopática e monstruosa de El Chancho, "o porco", serviria para torná-lo talvez MAIS popular entre os jovens orangos, cujo número cresce assustadoramente...
tiago_5#4
Muito bom! Obrigado por postar.
gbschmitt#5
gbschmitt#6
gbschmitt#7
ciro#8
"Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar"

O tipo se enquadra na categoria de delinquente nato formulada por Césare Lombroso nos seus trabalhos em criminologia.
ferds#9
Tem jovem que gosta de curtir vagabundo idiota mesmo, pode falar a verdade que não tão nem aí, geralmente são os que curtem o piolento do Bob Marley e gostam de queimar uma ervinha.
ciro#10
quando o Ernestinho ternurinha acreditava em papai noel:

"querido papai noel, gostaria de ganhar um machadinho e uma cepa para eu brincar de decapitar os meus amiguinhos cubanos, pero sen jamás perder la ternura"
ayrton#11
"03/07/2011

Entrevista com companheiro de Che, General Pombo

(...)

Qual é a sua opinião sobre toda a iconografia vinculada ao Che, essa espécie de culto em camisetas, chaveiros e fotografias que também existe com um sentido comercial?

Não gostamos disso. Agora é preciso ser objetivo. O mundo em que vivemos é um mundo puramente comercial, onde tudo simboliza mercadoria, me entende? O mundo atravessa uma crise, não apenas climática e econômica, mas também uma crise moral. Não se pode negar que tratem de comercializar o Che. Porque houve um momento em que surgiu como uma figura de muita força, fundamentalmente na Europa, e, portanto, começou a lhes interessar. Você sabe como é a moda. As pessoas seguem a moda dos europeus. Eu pessoalmente penso que deveríamos situá-lo em sua magnitude moral, em sua magnitude revolucionária. Que as pessoas se perguntem: E este, quem é? E que se questionem sobre o Che. Se isso os leva a querer conhecer o interior do Che, estaremos ganhando.

(KKKKKKKKKKKKKKKK - GRIFO MEU)

(...)

Você disse em várias reportagens que o Che era mais que um guerrilheiro atirador. A que se refere?

As pessoas consideram que o guerrilheiro é um atirador, mas o Che considera que o guerrilheiro não é um atirador, que é um transformador social, que tem um objetivo estratégico a alcançar: que é o poder revolucionário para reformar a sociedade. Então não é um atirador e, partindo desse conceito, considerava que, nas condições de Cuba, a primeira coisa que o exército rebelde devia dar era instrução. Porque não é factível que quem luta na guerrilha não tenha instrução, seja analfabeto. Aí começa realmente o processo de alfabetização em Cuba. Com os soldados.

(...)"

http://port.pravda.ru/cplp/brasil/03-07-2011/31817-entrevista_pombo-0/

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