Excelente esse artigo do Olavo mostrando como o comunismo tem desde o seu início uma organização global, grupos de um país apóiam comunistas de outros países, isso é muito importante de se compreender. A existência de lideranças invisíveis também é um fato pouco percebido, a capacidade de se infiltrar em partidos, organizações, se amoldar e parasitar outros movimentos e ideologias, tudo isso é muito importante.
Só faço um pequeno reparo: no final, Olavo diz que jamais houve uma internacional anti-comunista, mas a recém fundada Unoamérica entendo que pode ser considerada como uma organização anti-comunista internacional. Além do próprio Olavo, Pena Esclusa, un dos fundadores da Unoamérica, também é uma personalidade importante que tomou consciência do caráter internacional do comunismo, sofrendo na pele os efeitos do Foro de São Paulo através do Chávez. Tirando a Unoamérica, que eu saiba parece que nunca houve mesmo uma resistência anti-comunista integrada entre partidos e organizações de vários países...
Só faço um pequeno reparo: no final, Olavo diz que jamais houve uma internacional anti-comunista, mas a recém fundada Unoamérica entendo que pode ser considerada como uma organização anti-comunista internacional. Além do próprio Olavo, Pena Esclusa, un dos fundadores da Unoamérica, também é uma personalidade importante que tomou consciência do caráter internacional do comunismo, sofrendo na pele os efeitos do Foro de São Paulo através do Chávez. Tirando a Unoamérica, que eu saiba parece que nunca houve mesmo uma resistência anti-comunista integrada entre partidos e organizações de vários países...