Pesquisas sempre mentem para a esquerda
Fonte: http://causaliberal.com.br/causaliberal/index.php?op…k=view&id=65
APAGÃO MORAL
por Maria Lucia Victor Barbosa, socióloga
Nesta campanha, a sensação que se tem é a de que um apagão moral originado no governo petista provocou profunda amnésia em grande parte da população. Prova disso é a indiferença de grande parte dos eleitores com relação aos copiosos escândalos prodigalizados pelos companheiros da alta hierarquia do PT. Tudo começou com o episódio do até agora impune Waldomiro Diniz, homem de confiança do então todo-poderoso “primeiro-ministro” José Dirceu, sendo que os crimes e as aberrações das condutas governamentais vêm se acumulando velozmente nesta gestão presidencial, sem que seja afetada a intenção de votos em Sua Excelência. Pelo menos é o que indicam os institutos de pesquisa, e mesmo que todos eles venham errando fragorosamente, só o fato do candidato e presidente ter passado para o segundo turno indica a aquiescência popular com relação a imoralidade pública que chegou a níveis nunca antes havidos na história do Brasil.
Num passado recente havia alguma capacidade de indignação no país, que podia ser sentida nas urnas. Como exemplo disto, recordo o debate que contribuiu para derrotar LILS (Luiz Inácio Lula da Silva), em que pese estar ciente, é claro, de que não foi este o único fator que contou para o fracasso do candidato petista em sua primeira campanha.
Em 1989, Lula enfrentou Fernando Collor de Mello e muitos outros candidatos, e as pesquisas indicavam o petista como favorito. Este era apoiado pelos chamados movimentos sociais, pelos intelectuais, por parte da Igreja Católica, todos de esquerda. Collor, então, usando uma estratégia que na época foi muito criticada pelo PT, levou na TV Globo a senhora Lurdes, que teve com Lula a filha de nome Lurian. Lurdes, que disse cobras e lagartos, contou, inclusive, que Lula mandou que ela abortasse a criança.
Fonte: http://causaliberal.com.br/causaliberal/index.php?op…k=view&id=65
APAGÃO MORAL
por Maria Lucia Victor Barbosa, socióloga
Nesta campanha, a sensação que se tem é a de que um apagão moral originado no governo petista provocou profunda amnésia em grande parte da população. Prova disso é a indiferença de grande parte dos eleitores com relação aos copiosos escândalos prodigalizados pelos companheiros da alta hierarquia do PT. Tudo começou com o episódio do até agora impune Waldomiro Diniz, homem de confiança do então todo-poderoso “primeiro-ministro” José Dirceu, sendo que os crimes e as aberrações das condutas governamentais vêm se acumulando velozmente nesta gestão presidencial, sem que seja afetada a intenção de votos em Sua Excelência. Pelo menos é o que indicam os institutos de pesquisa, e mesmo que todos eles venham errando fragorosamente, só o fato do candidato e presidente ter passado para o segundo turno indica a aquiescência popular com relação a imoralidade pública que chegou a níveis nunca antes havidos na história do Brasil.
Num passado recente havia alguma capacidade de indignação no país, que podia ser sentida nas urnas. Como exemplo disto, recordo o debate que contribuiu para derrotar LILS (Luiz Inácio Lula da Silva), em que pese estar ciente, é claro, de que não foi este o único fator que contou para o fracasso do candidato petista em sua primeira campanha.
Em 1989, Lula enfrentou Fernando Collor de Mello e muitos outros candidatos, e as pesquisas indicavam o petista como favorito. Este era apoiado pelos chamados movimentos sociais, pelos intelectuais, por parte da Igreja Católica, todos de esquerda. Collor, então, usando uma estratégia que na época foi muito criticada pelo PT, levou na TV Globo a senhora Lurdes, que teve com Lula a filha de nome Lurian. Lurdes, que disse cobras e lagartos, contou, inclusive, que Lula mandou que ela abortasse a criança.