equipe do Dr J. Baumgardner, los Alamos Laboratory 18/02/2006 16:45
A Paleontologia é o estudo dos fósseis. Portanto, ela como ciência procura desvendar os mistérios deixados pelo tempo nas rochas. Alguns dos alvos específicos da paleontologia são o de obter o máximo de informação pertencente a forma de vida fossilizada e procurar datá-la (quando ela viveu e morreu). Uma parte importante da paleontologia é a interpretação. Um fóssil é um fato. Como ele viveu é uma interpretação. O fóssil guarda informação referente apenas ao seu estado quando morreu. A paleontologia se utiliza de técnicas para datar os fósseis. Estas técnicas são conhecidas como metodologia de datação. Dentre elas uma das mais conhecidas e referidas é a do carbono-14. Carbono existe em três formas: carbono-12 (abundante), carbono-13 (muito raro) e carbono-14 (raro). O carbono-14, utilizado para datação, é radioativo, isto é, ele se desintegra. Portanto, ele tem uma meia vida. Meia vida é o tempo que seria necessário para que metade de uma quantidade inicial se desintegrasse. Por exemplo, quanto tempo demoraria para que metade de um quilo de carbono-14 se desintegrasse? Resposta 5730 anos. Esta é a meia vida do carbono-14. Quando se data um fóssil utilizando-se a técnica do carbono-14, compara-se a proporção de carbono-14 / carbono-12 encontrada no fóssil com o percentual moderno encontrado na atmosfera hoje (figura 1). Hoje, para cada um trilhão de átomos de carbono, um é carbono- 14. Por ser uma proporção tão pequena, pode-se ver que a quantidade de carbono- 14 encontrada num ser vivo não é muito grande e sendo que a meia vida é de apenas 5730 anos, não demoraria muito para que todo o carbono-14 contido
Utilizando-se estes valores numéricos, tecnicamente não se encontraria nenhum resíduo de carbono-14 em nenhum material orgânico fossilizado que tivesse verdadeiramente mais de 250.000 anos. Aqui são apresentados os resultado dos estudos feitos pela equipe do Dr. John R, Baumgardner (los Alamos Laboratory), baseados em 90 amostras do período fanerozóico deste o período pré-cambriano (600.000.000 anos) até o cenozóico (2.000.000 anos) produzindo resultados muito importantes: Nas amostras não biológicas consideradas do período previamente datado como sendo pré-cambriano foi encontrado carbono-14 (figura 2). Como já foi visto, nenhuma amostra com mais de 250.000 anos deveria conter carbono-14 devido a proporção atual de carbono 14 / carbono 12 na atmosfera atual. Conclusão óbvia é que as amostras consideradas do pré-cambriano não têm os 600.000.000 de anos que haviam sido atribuídos a elas. A datação utilizada anteriormente (na maioria (Urânio-Túrio, U/TH)) estava totalmente equivocada. Nas amostras biológicas do período fanerozóico foram encontradas quantidades residuais praticamente idênticas de carbono-14 (figura 3). Obviamente os fósseis mais antigos deveriam conter menos carbono-14 que os mais recentes. O fato que todos possuem praticamente uma mesma quantidade residual implica que eles foram fossilizados num mesmo evento na história e não em eventos durante a história. Em outras palavras, a interpretação de que eles viveram em épocas diferentes ao longo da história está errada. Eles não viveram em épocas separadas na história, mas sim na mesma época da história, sendo, portanto, contemporâneos. Nas amostras de carvão, devido o teor de carbono-14 encontrado, idades entre 40 e 60 mil anos foram atribuídas a elas, enquanto outros métodos de datação radiométrica atribuíram idades entre 40 e 350 milhões de anos! Obviamente a datação produzida por estes outros métodos tornou-se altamente questionável (figura 4). Os fatos citados acima são conhecidos pela comunidade científica.
A interpretação "convencional" adotada é a de contaminação. Geralmente as monografias que tratam desta questão mencionam o problema da contaminação das amostras com carbono-14. No entanto, nenhuma delas menciona nenhuma teoria que explicasse a contaminação. A idéia da contaminação é aceita justamente porque sem a mesma os fósseis na verdade não teriam os milhões de anos que os outros métodos de datação atribuem a eles.
Milhões de anos estes que são totalmente necessários pela teoria da evolução. A datação de diamantes com o carbono-14 foi importante pois nos mesmos não existe o perigo de contaminação. Diamantes encontrados em rochas consideradas por outro métodos de datação como sendo do período pré-cambriano (600.000.000 de anos) foram datados com carbono-14 em 60.000 anos no máximo. Estes resultados colocam em dúvida as idades produzidas pelo métodos convencionais que produzem idades de milhões de anos. Resultados práticos destes estudos mostram que um único evento num passado não tão distante seria a causa dos milhões de fósseis encontrados no planeta, o que implica diretamente que todas as formas de vida encontradas no registro fóssil foram contemporâneas. Portanto, evolução jamais teria acontecido. Apenas o criacionismo com a sua proposta de que todas as formas de vida forma criadas simultaneamente completas, complexas e com uma diversidade básica, é validada pelas evidências deste estudo. Diretamente pode-se afirmar que a suposta "evolução" interpretada no registro fóssil é uma interpretação equivocada. A publicação científica do Dr. John R. Baumgardner (Los Alamos National Laboratory) e colaboradores sobre os seus achados com a metodologia de espectrometria de aceleração de massa (AMS) utilizada para datação com carbono- 14 encontra-se no submenu "artigos anteriores" sob o título "measurable_c14.pdf".
Isso combina com achados fosseis contendo partes organicas, tecido mole com elasticidade, que eram datados relativamente a camada geologica em foram achados em milhões de anos
Esse texto é uma bobagem. Começa dizendo uma coisa certa -que a meia vida do carbono 14 são 5730 anos- e depois tira um monte de conclusões erradas, usando suposições erradas e de um simplismo extremo, deixando um monte de variáveis de lado e portanto, completamente equivocado.
Medir a idade de um fóssil não é só ir lá e medir, fim. Na verdade, nem consiste em contar, diretamente, quanto de um elemento permanecem na amostra.
Um exemplo: Para medir a idade de uma rocha que contém urânio fazemos o seguinte:
1) dissolve-se um pedaço da rocha em ácido;
2) retira-se e separa-se o urânio e o chumbo;
3) mede-se a quantidade de cada um.
Se o número contado de átomos de urânio for N1 e o número de átomos de chumbo for N2, a idade T da rocha será calculada pela expressão:
T = (t log 2) x log (1 + N2/N1)
(onde t é a meia-vida do urânio-238)
Problemas: Essa fórmula se baseia em suposições que nem sempre são corretas. Uma delas é acreditar que todo o urânio que virou chumbo ficou na amostra. Mas, se você souber a seqüência de decaimento de vários elementos, verá que um dos elementos intermediários é o Radônio-222, que é um gás e portanto é volátil, ou seja, não vai acabar como chumbo na amostra. O resultado é que a idade medida será menor que a idade real da rocha. Outro problema é que parte do chumbo na amostra pode não ter se originado no decaimento do urânio. Alguma quantidade de chumbo na amostra pode já ter se incorporado quando a rocha se formou. É o chamado chumbo primário, ou não-radiogênico.
Mas há uma forma de saber quanto do chumbo na amostra é primário, pois o chumbo tem outro isótopo, o chumbo-204, que não tem origem no decaimento de ninguém. Se houver chumbo-204 em uma amostra, só pode ser primário. Se a gente souber qual é a proporção natural de chumbo-204 e chumbo-206 em uma amostra não radiogênica, o problema está resolvido. Essa proporção é achada medindo as percentagens de todos os isótopos de chumbo em uma rocha.
Como a meia-vida do C14 é de apenas 5730 anos, ele não é confiável para datações muito acima disso, mesmo pq sempre haverá algum valor residual ou contaminação. Daí, pegar um treco de 10 milhões de anos e datar com C14 pode dar qualquer coisa. Para isso, usa-se tório-234, urânio-238, potássio-40, rubídio-87 etc, e o mais importante: Sempre levando em conta a escala de decaimento de um para outro e também sempre levando em conta inúmeros fatores que desviam ou podem desviar o cálculo correto. Vide exemplo anterior!
O urânio-238 tem duas vantagens como datador de rochas: é abundante e tem uma meia-vida grande (4,5 bilhões de anos). Uma amostra normal contendo urânio, 99,3% são urânio-238. O U-238 se transforma, depois de uma longa série de mutações, em chumbo-206, que é estável. Daí é só medir e pronto, como sugere aquele artigo? NÃO e NÃO, vide exemplo anterior!
Aliás, para obter resultados confiáveis, o ideal é complementar uma datação por outra e fazer referências cruzadas. Por exemplo, podemos complementar a datacão por U-238 com outros métodos, como o Potássio(K)-40, elemento de número 19 na tabela periódica. Um pequena fração de 0,0118% do potássio natural é formada pelo isótopo 40K19, que tem 19 prótons e 21 neutrons, Esse isótopo é radioativo e vira cálcio-40 emitindo uma partícula beta, mas esse processo NÃO serve para datação pois as rochas costumam ter cálcio de tudo que é tipo, primário ou não, e não dá para saber qual veio do decaimento do potássio! Se simplesmente medirmos, vamos achar tudo errado!
Mas o K-40 tem outro jeito de decair. No caso, o núcleo do K-40 abosorve um elétron livre que orbitava por perto, isso compensa a carga do proton excedente e o resultado é como se o núcleo perdesse um próton e ganhasse um neutron. O peso atômico não muda mas o núcleo passa a ser de outro elemento, o argônio-40. Daí, contando as quantidades de potássio e de argônio, e usando uma fórmula semelhante a que usamos para o urânio, podemos obter a idade da rocha.
MESMO ASSIM, argônio, é um gás, daí o método só pode ser usado se o argônio, depois de formado, ficar preso na rocha!
Ou seja, você pode perfeitamente achar duas rochas do mesmo período onde uma indica 1 milhão de anos e a outra 500 milhões, e se imbecilmente apenas confiar na datação direta chegará a conclusão que os métodos de datação são todos malucos, e que não dá pra confiar nisso.
Ou seja, esse artigo é uma empulhação e não conta nem 10% da história. Daí, dizer coisas como "nenhuma amostra com mais de 250.000 anos deveria conter carbono-14 devido a proporção actual de carbono 14 / carbono 12 na atmosfera actual. Conclusão óbvia é que as amostras consideradas do pré-cambriano não têm os 600.000.000 de anos que haviam sido atribuídos a elas" são de uma imbecilidade sem tamanho. Qualquer coisa mesmo com bilhões de anos pode SIM conter traços de C14, e a tal "conclusão óbvia" é uma idiotice abissal.
E mais: É desonesto, pois além do simplismo que ignora 90% dos fatos envolvidos (mas é engolido sem problemas pois a esmagadora maioria dos leitores não entende nada do assunto), o texto espertamente pinça alguns dados válidos aqui e ali, misturando com as informações e conclusões besteirol. Se alguém checar os dados, vai encontrá-los corretos e acabará dando credibilidade ao texto. Sem contar que referências a PhD e Universidade tal e qual também costumam impressionar.
"Com base nestes achados sobre o C-14, quais as implicações diretas para as pesquisas que lidam com C-14, como a arqueologia?"
Nenhuma, apenas que aproxima os achados arqueologicos dos achados fosseis que são datados relativos as camadas e rochas em que foram encontrados
"A teoria da evolução teria que passar a ser rediscutida em caso de confirmação científica dos achados do prof. que organizou a pesquisa?"
Sem duvida..ainda encaminhei a ele uma idéia de pesquisa ligada ao estudo de taxa minima e maxima de reaçào do ion calcio com outros minerais em diversos ambientes..a ideia é radiografar e monitorar as partes de encontro no fossil que nao sofreram diagenese a perceber sua evolução..isso devido existirem fosseis que são mais osso que pedras quando verificados no interior
"Pra terminar, esse é um achado que realmente pode ter um peso sério nas pesquisas científicas futuras? (acho que esta pergunta resume, de certo modo, as outras feitas anteriormente)"
Sem duvida alguma, há uma serie de contestações sobre as idades mnilhonarias que a TE precisa pra justificar seu historico..cada vez que pesquisas ligadas a datações são desenvolvidas, mais insustentavel fica a TE historica.
"Como a meia-vida do C14 é de apenas 5730 anos, ele não é confiável para datações muito acima disso"
É exatamente por se perceber que a maioria das formações geologicas e fosseis foram simultaneas, rapidas e recentes , que o Carbono C14 é mais que ADEQUADISSIMO
1- Tiranosouro rex encontrado em condições normais foi serrado seu femur para poder caber no helicoptero e verificou-se no interior do osso:
a. Borras amorronzadas de hemoglobina
c. Tecido mole cm elasticidade intracristalino
d. restos de Vasos sanguinos
e. Uma não catalogada forma de preservação
f. Grande parte do osso sem sofrer diagenese
Alguns trabalhos afins que corroboram
"a demonstração em laboratorio, do mecanismo rápido e eficiente de fossilização, onde o carbonato de calcio é substituido por sílica..e muitas outras evidências"
Expériencia laboratorial citada pelo prof. Dr. PARAGUAÇU.
E tambem em:
O "entablamento" em derrames basálticos da Bacia do Paraná: aspectos genéticos e caracterização geotécnica. 257p. Orientador: Prof. Dr. Antenor Braga Paraguassu
Na fossilização, o íon cálcio é sempre substituído por outros, visto o cálcio ser um metal alcalino terroso e fácilmente reativo (dupla troca) com outros íons, como o ferro.
No processo de fossilização, a parte mineral do osso é removida (até totalmente) e substituída por outros minerais, como a sílica.
No processo de fossilização, a parte mineral do osso é removida (até totalmente) e substituída por outros minerais, como a sílica.
Quimicamente, a fossilização é uma lenta reação química de corrosão e de trocas iônicas, mas para os padrões de tempos paleontologicos, super rápida
"Como a meia-vida do C14 é de apenas 5730 anos, ele não é confiável para datações muito acima disso"
É exatamente por se perceber que a maioria das formações geologicas e fosseis foram simultaneas, rapidas e recentes , que o Carbono C14 é mais que ADEQUADISSIMO
Por acaso vc leu alguma coisa do que eu escrevi? Ou não leu, ou leu e não entendeu absolutamente nada, ou sei lá. Agora, se vc repete essa bobagem apenas porque QUER imensamente acreditar no artigo, eu paro por aqui, pois qualquer coisa dita será inútil.
Esquecem tão fácil todas as evidências contra eles... esquecem por exemplo que a datação dos fósseis não é feita apenas pelo C-14, isso quando este teste é utilizado, mas sim por toda uma série de testes.
Na verdade, na datação dos fósseis o C-14 praticamente não é utilizado, pois a meia-vida curta dele praticamente impede a sua utilização para tempos acima de 10.000 anos e outros componentes radioativos de meia-vida maior são utilizados (além obviamente das técnicas correlatas).
esquecem por exemplo que a datação dos fósseis não é feita apenas pelo C-14, isso quando este teste é utilizado, mas sim por toda uma série de testes.
Vc poderia indicar algum fossil que foi datado por c14? Porque será que mesmo o fssil contendo partes organicas como o femur do T-rex de Montana-Canadá, não foi sequer cogitado a datação por C14 dele????
Sabe responder? (eu sei )
Na verdade, na datação dos fósseis o C-14 praticamente não é utilizado, pois a meia-vida curta dele praticamente impede a sua utilização para tempos acima de 10.000 anos e outros componentes radioativos de meia-vida maior são utilizados (além obviamente das técnicas correlatas).
Praticamente???? ou..
acima de 10 mil anos? de 50 mil ou de 70 mil? Isso tem ha ver com a falta de precisão das maquinas? Em que época e com que tecnologia foi declarado tal limite?
acima de 10 mil anos? de 50 mil ou de 70 mil? Isso tem ha ver com a falta de precisão das maquinas? Em que época e com que tecnologia foi declarado tal limite?
De novo: Vc sequer leu o que postei. E por essa pergunta, tb não entendeu sequer o texto que postou.
O limite não tem nada a ver com tecnologia ou falta de precisão instrumental, e sim com o fato de que o C14 tem meia vida de 5730 anos. Ora, e o que significa "meia-vida"? Que nesse tempo, estatisticamente metade dos átomos do elemento terão se desintegrado. Ora, se a meia vida é de tão-somente 5730 anos, bastam algumas continhas para descobrir quantos átomos, estatisticamente, ainda restarão após 10 mil anos, 20 mil anos ou 100 mil anos, e daí vc descobre que isso é uma progressão geométrica inversa, e que quanto mais anos, menos átomos, e quantos menos átomos, menor a precisão, e que não há uma data fixa onde simplesmente "acaba" a precisão, mas quanto mais anos, mais inútil e não-confiável ela se torna, e mais significativo se torna o risco de qualquer contaminação.
E quanto à medição dos outros elementos: Porque estariam erradas???
A meia-vida do Carbono 14 é de cerca de 5700 anos certo? Isso significa que a cada 5700 anos a quantidade de C14 em uma amostra cai pela metade. A razão entre C14 e C12 é de cerca de 1.3E-12, o que significa que se tivermos um tronco de árvore de 1 tonelada (considerando que fosse tudo carbono, e não é) teríamos 0.000001g de C14. Assim, se tivéssemos 0.000001g de C14 em uma amostra a 22.5 mil anos atrás, agora essa quantidade estaria reduzida a (((0.1/2)/2)/2)/2 ou 0.1/16 = 0.0000000625g. Se você considerar uns 55 mil anos atrás, terá hoje 0.00000000097656g. Se considerar 110mil anos terá 0.0000000000000953g. Há dois problemas aqui. Um é que os equipamentos de medição tem limitações o que impede o seu uso para quantidade muito pequenas de C14 residual e outra é que o decaimento não é uma série infinita, em algum momento o último átomo de C14 da amostra irá decair.
Em face dissso a equipe do DR Baumgardner em pesquisa do laboratorio de Los Alamos, ressaltaram a idéia de que em materiais acima de 250 mil anos e completamente isolados com baixo ou nulo risco de contaminação como o diamante, não haveriam de ter sequer resquicios de C14, o que quando testaram verificou-se o contrario
"E quanto à medição dos outros elementos: Porque estariam erradas???"
Uma das teses seria que o decaimento no passado não foi o verificado hoje, ela é demonstrada pela observação de mais de 100 mil halos de polonio-218 em granitos considerados precambrianos pelo DR Gentry (que inclusive responde aos nossos e-mails com bastante atenção)
Inclusive houve uma discussão sobre a diferenciação entre os halos formados pelo polonio-218 e o gas radonio-222 que acabou gerando a idéia de traduzir seu livro para o portugues, o que já está sendo feito
Os halos de polonio-218 são aureolas que se mostram por menos de tres minutos durante o decaimento do polonio218, isso se for em ambiente abaixo de 300 graus.
A presença desses halos em granitos pre-cambrianos revela que estas rochas "aconteceram" em menos de tres minutos e por um processo frio, ou com calor menor que 300 graus, caso contrario não poderiam perpetuar a imagem dos halos como se percebe...eles foram solidificados, fotografados, e isso, só poderia acontecer se a rocha em menos de tres minutos se solidificasse
Há dois problemas aqui. Um é que os equipamentos de medição tem limitações o que impede o seu uso para quantidade muito pequenas de C14 residual
MESMO se não houvesse tais limitações de equipamento, quantidades muito pequenas não ajudam em nada, pois há C14 residual em praticamente qualquer coisa e tb não há como garantir que tal quantidade mínima seja fruto de contaminação, pois quanto menor a quatidade residual, maior a chance da contaminação ser significativa.
Ou seja: Vc pode achar a mesma qtde de C14 em uma amostra de 500 mil ou anos ou 500 milhões de anos, já que o resíduo será tão pequeno que não terá qualquer significado. Daí, vc conclui que ambas tem a mesma idade?
e outra é que o decaimento não é uma série infinita, em algum momento o último átomo de C14 da amostra irá decair.
Mesmo sendo a meia vida de 5730 anos, nada garante que um punhado mínimo de átomos ainda não tenha decaído daqui a 1 milhão de anos. Só que esse punhado mínimo não nos diz nada sobre a idade real, mesmo que pudéssemos medí-los. Ou seja, mesmo que eu pudesse capturar individualmente 5 átomos de C14 e eles tivessem 1 milhão de anos, eu jamais poderia dizer que a amostra tem 1 milhão de anos.
É exatamente isso que o artigo ignora. Tudo nele se baseia nessa qtde residual, que não significa nada.
Enfim:
1) Sabemos que C14 não é confiável para idades muito maiores que 10 mil anos
2) Sabemos que Urânio, Potássio, Argônio e outros são confiáveis para idades muito maiores que 10 mil anos
3) Medimos uma amostra com Urânio, Potássio, Argônio e todas dão 1 milhão de anos.
4) Medimos a mesma amostra com C14 e dá 50 mil anos
5) O que vc conclui: Que Urânio, Potássio, Argônio estão errados e o C14 certo??????
Logicamente Marcus que os testes verificam uma proporcionalidade de varias partes das rochas analisadas..seria muito pueril simplesmente "pegar" nas amosras um resquicio e "bum" dar o resultado.
De mais a menos, a idade verificada em rochas e diamantes foram em torno de 40 a 60 mil anos..algo que demonstra bem abaixo da linha dos 250 mil anos.
Quanto aos outros testes "mais apropriados" tendo em conta o modelo geologico gradualista, eles são enfraquecidos cada vez mais pelo:
a) Teoria de Gentry
b) Agora Testes com C-14
c) Centenas de ponderações datacionais
d) Lógica de se supor que materiais Organicos não se preservariam por tanto tempo
e) Estudos ligados a taxa anual de reação do ion calcio a outros mineirais no processo de diagenese
Essa estoria de que o C14 é apropriado para menos de 10 mil anos é simplesmente ridicula, não possui base alguma pois pproporcionalidade lança base para datar bem mais que 1/4...desde muito que se declara 50, 70 mil anos, em quase todos os livros sobre este assunto..agora se o pessoal começar a dizer "só até 10 mil" ...daqui a pouco eles aposentam o C14 como vem fazendo a TODAS as ponderações datacionais para dar lugar ao politicamente correto, ou pior, digo, melhor, "cientificamewnte correto"
Essa estoria de que o C14 é apropriado para menos de 10 mil anos é simplesmente ridicula, não possui base alguma pois pproporcionalidade lança base para datar bem mais que 1/4...desde muito que se declara 50, 70 mil anos, em quase todos os livros sobre este assunto..agora se o pessoal começar a dizer "só até 10 mil"
Olha, vc precisa primeiro LER O QUE FOI ESCRITO. Isso tá virando problema.
Olha o que eu disse lá encima: Em vermelho, para destacar bastante!
1) Sabemos que C14 não é confiável para idades muito maiores que 10 mil anos
Eu disse: IDADES MUITO MAIORES QUE 10 MIL! EM LUGAR ALGUM DISSE QUE É EXATAMENTE 10 MIL!
O que vc entende por "muito maiores"? Sei que é meio vago, mas isso significa que QUANTO MAIS ACIMA DOS 10 MIL, MENOS CONFIÁVEL É. E a confiabilidade vai até no máximo a aproximadamente uns 70 mil anos.
Mesmo que acima de 70 mil (e não 10 mil como está sendo repetido aqui) fala-se que o C14 não é confiavel, alem
de termos datas entre 40 e 60 mil anos em rochas e diamates
, alem de termos que lembrar da questão "aproximação", devemos entender o aspecto DIRETO que representa a datação de organicos em rochas, em como são superiores das datações relativas as camadas em que foram fosseis encontrados!
C14 é uma datação direta do material organico presente nas rochas e é um testemunho "vivo" da tendencia cientifica de reconhecer como historia arqueologica que sustenta a geologia catastrofista de Cuvier (pai da geologia e talvez da paleontologia)
reconhecendo o seu papel de historia e não de conto de fada
" Desculpe, Sodré - eu ando meio burra, ultimamente. Deve ser a eleição.
Li, reli, trili, e estou tão obnubilada que não consegui exatamente saber se cheguei ao famoso point: que seria qual, exatamente, data venia????? "
Desde muito tempo que se ouve por ai que c14 simplesmente ou simploriamente não é apropriado a datar fosseis, rochas, pois seria INUTIL uma vez que a "certeza" nos outros métodos "mais apropriados" alguns chamados de "absolutos" já bateram o martelo que as rochas, os fosseis, em geral possuem zilhões e bilhões de anos.
O Criacionismo foi conferir com testes em laboratorio e verificou uma grande contradição.
No modelo criacionista da terra antiga, não se questiona a idade de certas rochas uma vez que declara que antes da criação a terra "eraaaaaa sem forma e vazia e o Espírito de Deus pairava sobre as aguas", ou seja, o criacionismo não define como modelo historico o tempo em que muitas coisas "eram" , POREM em relação a vida e a sua formação, e as formações rochosas sedimentares, ele finca a bandeira no modelo catastrofista onde CENTENAS de catástrofes envolvendo muita LAMA, VENTOS, VULCÕES, METEOROS, RACHADURAS NAS PLACAS TECTONICAS, aconteceram repentinamente em curto espaço de anos, meses, semanas e dias, e não gradualmente como se vê hoje acontecendo.
Tambem é interessante observar as pesquisas de Gentry publicadas em periodicos cientificos como a NATURE, SCIENCE, emais de 20 periodicos cientificos, que revelam que muitas rochas foram CRIADAS, ou aconteceram em menos de tres minutos num processo misterioso a frio, contrapondo a teoria de que a terra era uma bola de fogo e foi se resfriando durante bilhões de anos.
Ou seja Priscila, há muito para se descobrir e quanto maia a ciência avança, mais se aproxima dos pressupostos bíblicos e teologicos e mais nos aproxima de Deus....como dizia Bacon: "Um pouco de ciência nos afasta de Deus, mas muito de ciência, nos aproxima!
Por muito tempo se datou as rochas pelos fosseis nela encontrados conforme a teoria de Darwin em associação a ideias geologicas gradualistas uniformitarianistas ( o presente é a chave do passado)
Com a datação de organiscos em rochas pelo C14, encontramos novas datas para as rochas?
A questão não é tão simples. As rochas poderiam existir antes, mas as formações delas na situação atual demonstra então ser recente.
Essa nova situação, aprentemente contraditoria, recomenda ainda mais o modelo geologicvo catastrofista, apoiando diversas teorias geologicas incluindo maior plausibilidade para os modelos diluvianos que se escoram em 273 fontes arqueologicas alem da Biblia que o descrevem
Mesmo assim, muitos granitos considerados pre-cambrinaos possuem formação instantanea e a frio (gentry) jogando por terra a "necessidade"de milhões de anos para o decaimento radiotivo entre o Uranio e o chumbo, ao se verificar, pels aureolas do polonio-218, que tais granitos foram instantaneamente formados.