Ontem, num tópico sobre a situação dos cristãos na China, mencionei o oportuno q seria inaugurarmos um tópico sobre as perseguições e pressões q os católcios vêm sofrendo pelo mundo.
Mencionei 2 países onde a perseguição é patrocinada pelos respectivos governos: China e Sudão.
A situação da China é relativamente + conhecida haja vista q freqüenta mto + o noticiário q o Sudão. Mas mesmo assim, mta gente ñ sabe q a Igreja Católica é ferozmente perseguida nesse país. Sob o argumento q chineses ñ poderiam ser fiéis a um chefe de estado estrangeiro, no caso o Papa q é chefe de estado do Vaticano, o governo comunista chinês permitiu o catolicismo c/ a condição de q os católicos criassem outra igreja, nacional, q ñ devesse obediência ao Vaticano. C/ isso, há algumas décadas existe a Igreja Patriótica dos "católicos" chineses q é a única aceita.
No Sudão há u`a minoria de cerca de 500 mil católicos ao sul do país q é mal tratada pelo poder central, q está na mão dos muçulmanos, há mto tempo. Ñ é na região de Darfur, cuja populaç, por sinal, vem sendo massacrada pelo exército sudanês e milícias aliadas. As populações de Darfur são + animistas. Mas esse grupo + ao sul está completamente esquecido e os países ocidentais assistem em silêncio criminoso a essas perseguições.
Não bastasse o q o exército indonésio fez em Timor durante os anos de ocupaç, aliás, ocupaç essa q é de culpa exclusiva dos comunistas pq antes do 25 de abril a Indonésia nunca ameaçou invadir, volta e meia há perseguições por pte d população muçulmana a católicos nas diversas ilhas do arquipélago. Mtas vezes as vítimas são comerciantes chineses de comunidades da diáspora pós vitória do comunismo na China.
Mas há problemas tb em Ambom (antigo arquipélago das Molucas) onde existem católicos desde a expansão portuguêsa do século XVI e q estão sob estado de pressão permamente ameaçados q são pelos integristas islâmicos.
Ñ podemos dizer q, na Indonésia, o governo promova tais atos. Mas parece q ñ tem se esforçado mto em defender os católicos, principalmente os q estão longe das gdes cidades.
Na India, hinduístas fundamentalistas têm perseguido católicos q vivem c/ medo. Isso tem sido objeto de algumas matérias (e o foi na Páscoa) em canais como BBC e CNN mas nada chega no noticiário nacional.
Os problemas tem sido maiores na costa oriental. No lado ocidenatal, onde está Goa, q algum dia já foi chamada de "Roma do Oriente", a situação está + calma. Nesse caso, especificamente, temos alguma achega em termos culturais pois o português foi a principal língua da catequese promovida por europeus no sub continente indiano. C/ efeito, mtos dos católicos da Índia tem sobrenomes como Souza, Bragança (Braganza como eles escrevem), Fernandes e outros e mtos ainda sabem a língua de Camões.
Existe uma escalada da violência contra os católicos na India. São cerca de 25 milhões de católicos no país todo, cerca de 2% da populaç apenas. Parece q o Vaticano e os países ocidentais, + uma vêz, fingirão q nada está acontecendo.
No caso da India, podemos dizer, c/ certeza, q o governo esforça-se p/ evitar essas perseguições mas a atenção maior está p/ a tensão existente entre os + de 100 milhões de muçulmanos e centenas de milhões de hindus.
Encerrando por hj esse tópico, falo um pouco da Palestina.
Mesmo em cidades + protegidas do terrorismo fundamentalista islâmico, como Belém, o número de católicos diminuiu de 70% p/ 30% nas últimas décadas.
Os cristãos como um todo representavam cerca de 20% da população palestina. Esse percentual diminuiu porquanto a tx de natalidade entre os muçulmanos é bem maior e o nº de cristãos lá residentes tb diminuiu + ainda, proporcionalmente, pq mtos preferiram emigrar do q viver debaixo da pressão dos seus "irmãos" árabes muçulmanos. Ñ é uma perseguiç c/ mortes como acontece no Sudão, mas é uma pressão de molde q os cristãos vivam sobressaltados em sua própria terra. Pressão p/ q ñ ocupem funções importantes na governança, insinuações de colaboraç c/ "inimigos" ocidentais. Enfim, procurando fazer c/ q eles tenham uma vida onde ñ possam expressar c/ liberdade total sua crença.
Os pouco + de 1000 católicos da Faixa de Gaza vivem acoados debaixo do govêrno atual. Mesmo nas cidades onde a governança é do Fatah, a pressão se dá na sociedade.
Católicos ñ são perseguidos na Turquia por serem católicos, mas sofrem pressão da sociedade se quiserem expressar sua fé e ñ têm lugares de culto.
As religiões permitidas pelas autoridades turcas são o islamismo, o cristianismo ortodoxo e o judaísmo. Parece haver tb autorizaç, por questões históricas, p/ os armênios q, apesar de ligados ao Vaticano, têm seu rito bastante diferenciado.
Mas mesmo assim, em 2007, os ortodoxos quiseram abrir um seminário e houve protestos nas ruas. Ou seja, mesmo os q professam uma religião autorizada pelo estado sofrem constrangimentos.
Como é q pode alguém achar aceitável a entrada da Turquia p/ a União Européia diante disso? Os países ocidentais têm q ser tolerantes c/ todos e ñ há contrapartida?
E a Turquia é conhecida como o país islâmico onde om processo de laicização da sociedade + avançou desde as reformas de Kemal Ataturk no início do século XX.
UM NÃO VEEMENTE À ENTRADA DA TURQUIA NA UNIÃO EUROPÉIA!
Mas a guerra ao cristianismo, sobretudo ao catolicismo, tem como cenário o próprio coração da Europa.
Todos acompanhamos, há cerca de 3 ou 4 anos, a gde polêmica na França em torno do uso de véus nas escolas por pte das muçulmanas e a retirada dos crucifixos das salas de aula. A alegação, como sabemos, é de q o estado é laico e ñ pode permitir essas situações.
Os líderes muçulmanos compuseram-se mto bem c/ o governo francês mesmo c/ a proibição dos véus. Por que será?
É fato q a maioria dos muçulmanos da França vêm de países + secularizados como Argélia e Marrocos onde as mulheres das cidades já ñ usavam mto esses trajos embora esteja havendo um retorno às "tradições" presentemente.
Mas a gde vitória q eles tiveram nessa guerra q movem contra o catolicismo foi a retirada dos crucifixos das salas de aula.
E qual é a justificativa p/ q os crucifixos ficassem, independentemente de qquer outra cousa? Eu respondo: 1500 anos, quinze séculos, de história. E aí ñ estou falando de Clodoveu propriamente mas de São Bento, o patrono da Europa.
P/ finalizar, um dado alarmante. A França tem hj 5 milhões de muçulmanos, q são todos praticantes. E tem tb o mesmo nº de católicos praticantes, 5 milhões. E assim a cultura ocidental vai se descaracterizando.
E ainda na Europa os ataques ao catolicismo são constantes em manifestações como paradas gay e congênres. Sempre a Igreja Católica é o principal alvo. Pq apesar desse processo de auto demoliç de q vem sendo vítima mercê da infiltraç comunista e atéia, principalmente depois do CVII, ainda é a única q pode por alguma oposiç ao avanço da contra cultura e da revoluç.
Outros q têm a Igreja como alvo preferido em suas ações mediáticas são os publicitários. Já repararam como adoram retratar padres e freiras em situações pouco "freiráticas"?
Lembram daquela campanha da Benetton. Mas por que será q esses publicitários não têm o mesmo interesse em focar outras religiões? A resposta é simples: pq a religião católica é a mais tolerante e eles têm medo de ferir certas suscetibilidades. Traduzindo, têm medo de alguma represália violenta.