Anônimo disse...
Caro Reinaldo,
Quer dizer que a dna. Dilma Roussef, a Estela da VAR-Palmares - mas podem chama-la também pelos pseudônimos ou codinomes de Luiza, Patrícia, Wanda - nos anos de chumbo, era somente uma intelectual desse bando de terroristas e foi presa por crimes de opinião.
Então, quando o Zeca Diabo, o Zé Dirceu do Protógenes, "a lenda", a chamou de "companheira de armas", teria faltado com a verdade?
Elogiou-a por algo "heróico" - sim porquê na visão distorcida dos esquerdopatas tupiniquins, assassinatos, sequestros e atentados a bomba, são atitudes dignas dos maiores elogios - do qual ela não teria efetivamente participado?
Então é isso!
O Zé (Dirceu), todo mundo sabe, nunca pegou em armas. Segundo se comentava na época, "não tinha peito" e ficava na retaguarda, idealizando as ações, digamos assim, "meigas" e "singelas", para restabelecer a "democracia" no país, naqueles anos sombrios.
Quando a chamou de "companheira de armas", quando o próprio não pegava em armas, estava fazendo uma manobra diversionista, para que todos acreditassem que ela não praticou nenhuma das ações de que é acusada?
Ora, vamos deixar de hipocresia. Quem viveu os anos de chumbo - e eu vivi - e conhecia as pessoas certas, sabe que todas as ações terroristas imputadas à pré-candidata, ocorreram.
Aliás, essa candura de pessôa, à época, era temida pelos orgãos de repressão, pela sua frieza e determinação na condução das "expropriações" a bancos e atentados.
Tornou-se uma lenda. . . mas agora a quer repudiar, para se tornar palatável como candidata ao mais alto cargo da nação.
A ficha, ou melhor, a modesta folha corrida de terrorista da "eleita" do Apedeuta, chegou-me há anos atrás. Nem se cogitava no nome dela para ser candidata.
Não acho crível que seja uma montagem. Mas, se o for, é muito bem elaborada.
De qualquer maneira, é fácil dirimir-se a dúvida: abram-se os arquivos do DOPS, do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna) que o seu Lula não deixa serem a
Caro Reinaldo,
Quer dizer que a dna. Dilma Roussef, a Estela da VAR-Palmares - mas podem chama-la também pelos pseudônimos ou codinomes de Luiza, Patrícia, Wanda - nos anos de chumbo, era somente uma intelectual desse bando de terroristas e foi presa por crimes de opinião.
Então, quando o Zeca Diabo, o Zé Dirceu do Protógenes, "a lenda", a chamou de "companheira de armas", teria faltado com a verdade?
Elogiou-a por algo "heróico" - sim porquê na visão distorcida dos esquerdopatas tupiniquins, assassinatos, sequestros e atentados a bomba, são atitudes dignas dos maiores elogios - do qual ela não teria efetivamente participado?
Então é isso!
O Zé (Dirceu), todo mundo sabe, nunca pegou em armas. Segundo se comentava na época, "não tinha peito" e ficava na retaguarda, idealizando as ações, digamos assim, "meigas" e "singelas", para restabelecer a "democracia" no país, naqueles anos sombrios.
Quando a chamou de "companheira de armas", quando o próprio não pegava em armas, estava fazendo uma manobra diversionista, para que todos acreditassem que ela não praticou nenhuma das ações de que é acusada?
Ora, vamos deixar de hipocresia. Quem viveu os anos de chumbo - e eu vivi - e conhecia as pessoas certas, sabe que todas as ações terroristas imputadas à pré-candidata, ocorreram.
Aliás, essa candura de pessôa, à época, era temida pelos orgãos de repressão, pela sua frieza e determinação na condução das "expropriações" a bancos e atentados.
Tornou-se uma lenda. . . mas agora a quer repudiar, para se tornar palatável como candidata ao mais alto cargo da nação.
A ficha, ou melhor, a modesta folha corrida de terrorista da "eleita" do Apedeuta, chegou-me há anos atrás. Nem se cogitava no nome dela para ser candidata.
Não acho crível que seja uma montagem. Mas, se o for, é muito bem elaborada.
De qualquer maneira, é fácil dirimir-se a dúvida: abram-se os arquivos do DOPS, do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna) que o seu Lula não deixa serem a