Em debate sobre segurança pública realizado na tarde de domingo (19/04) durante o III Congresso da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), Luiz Mott, polemizou ao defender que homossexuais matem em legítima defesa. Mott discorria sobre como os homossexuais podem evitar "dormir com o inimigo" e dava dicas de segurança.
A declaração de Mott causou mal estar e dividiu opiniões. Algumas pessoas da plateia o chamaram de "terrorista". Outros disseram que ele "arrasou" com a ideia. Claudio Nascimento, do grupo Arco Íris, disse que o levantamento de Mott é "fundamental" e o único feito no pais, mas ameaçou "solicitar ao congresso que intervenha" se o antropólogo realmente levar a ideia adiante, ou apresentar algum tipo projeto. "Não é esse o caminho", afirmou Nascimento.
em uma situação de legítima defesa da vida a pessoa vai matar... se não mata é porque não consegue! mas o que seria a ´´legítima defesa`` do luiz mott?
seria legítima, ou mesmo defesa?
Em legitima defesa qualquer pessoa tem o direito de matar, resta saber o que ele entende por legitima defesa. Considerando quem ele é, creio que certamente não se trata do caso de alguém se encontrar sobre a mira de um revolver e precisar revidar para salvar a própria vida.
Na verdade tenho certeza que ele pretende dar a esta "legitima defesa" um aspecto bem mais abrangente, ao mesmo tempo em que obviamente nega a mesma utilização abrangente do termo pelo grupo contrário, no caso, toda sociedade que se encontra sobre a mordaça gay.
Considerando também que a grande maioria dos crimes cometidos contra homossexuais é praticada por outros homossexuais que são amantes, ou se relacionam sexualmente com os que foram mortos, na prática ele está insulflando o morticínio de homossexuais.
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Alguém portanto avise logo o Temporão de que, de agora em diante o governo deve incluir no kit sexo que distribui, além da camisinha e do KY, um 38 SPL.
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Certamente neste caso a Rede Globo e o Viva Rio não farão objeção alguma a facilidade na aquisição de armas. Tô louco para ver nas novelas da Globo os atores "conscientizando" a população ao sexo seguro, dizendo: "Lembre-se, sempre com camizinha e o 38 engatilhado. Afinal como saber se aquele sujeito tão bem aparentado além de ter alguma DST também não é um homofóbico?"
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Opa! Me esqueci! Na cabeça do Luiz Mott os homossexuais assassinados por estranguamento dentro de casa ou em piscinas de motel são todos eles assassinado por neo-nazistas "homofóbicos". Na cabeça dele os homicidios de homossexuais possuem em sua grande maioria natureza "homofobica".
. http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/04/um-v…car-uma.html
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É.... definitivamente a utilização do termo "legitima defesa" por parte de pessoas como ele é um precedente perigoso.
Boa, Pedro. Se um mulher pode dar um tapa num homem tarado, porque não pode o mesmo fazer um homem contra um gay tarado? Com o agravante de que o homem cantado ainda tem que lidar com a barreira natural ao homessexualismo, coisa que torna a cantada mais agressiva, e que no caso de um mulher não está presente.
Agora, matar em legítima defesa em que sentido? Como aplicar essa idéia ao homossexualismo? É evidente que essa combinação "matar em legítima defesa" + homossexualismo vai dar merda, porque se tornará elástica qualquer interpretação! Se estará aplicando um princípio geral a casos muito específico e confuso que é a questão sexual.
Pra mim isso é idéia de gerico, e o Luiz Mott mais uma vez mostra ter merda na cabeça.
Não precisa ser vidente para saber quem são esses “agressores” de gays que o Mott está mandando matar: pastores, padres, bispos, rabinos e demais pessoas que discordam da agenda gay.
Uma coisa interessante para ser lembrada: Na maioria dos assassinatos cometidos no Brasil não é possível determinar a autoria do crime (mesmo quando processados, muitos réus conseguem ser absolvidos por falta de prova sobre a autoria). Sem autoria não é possível determinar a intenção do criminoso, o que ele pretendia (a motivação do crime). Então como pode o Luis Mott dizer que todo gay assassinado é vítima da homofobia? Isso é pura canalhice! Segundo esse cretino, quando gay morre, foi vítima do ódio contra os gays; quando gay mata, todo mundo trata de ocultar a “opção sexual” do agente.
190 homossexuais foram assassinados no Brasil em 2008
O número de assassinatos de homossexuais aumentou 55% em 2008 em relação ao ano anterior, revela a pesquisa anual sobre crimes com motivação homofobica divulgada na terça-feira, 14, na capital baiana pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) a mais antiga entidade do gênero, considerada de utilidade pública do país.
Foram 190 homossexuais mortos no ano passado, uma média de um assassinato a cada dois dias. Desse total, o GGB identificou entre as vítimas 64% gays, 32% travestis e 4% lésbicas. O estado que lidera a estatística é Pernambuco com 27 assassinatos em 2008, seguido da Bahia com 25, São Paulo com 18 e Rio de Janeiro com 12. Os números continuam crescendo: em 2009, já foram documentados 48 homossexuais assassinados.
Além disso Sergipe é considerado o estado que ofereceu “maior risco de morte para travestis e gays em termos relativos, pois contando com aproximadamente 2 milhões de habitantes, registrou 11 homicídios, enquanto Minas Gerais, dez vezes mais populoso (20 milhões), teve 8 gays assassinados”, assinala o relatório.
O Nordeste continua sendo a região mais homofóbica. Conforme a pesquisa, abriga 30% da população brasileira e registrou 48% dos homossexuais assassinados. No Sudeste/Sul ocorreram 28% dos casos, seguido do Centro Oeste com 14% e Norte com 10% dos homicídios. De acordo com o GGB, o risco de um homossexual nordestino ser a próxima vítima é 84% mais elevado do que no sul/sudeste.
O levantamento revelou ainda que 13% das vítimas tinham menos de 21 anos de idade e entre os mortos estão “travestis profissionais do sexo, cabeleireiros, professores e ambulantes”. Os gays são mais frequentemente assassinados dentro da própria casa, geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executadas na rua, a tiros. O perfil dos criminosos é descrito da seguinte forma pelo relatório: “80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos”.
Conforme o GGB, o Brasil foi o campeão mundial de crimes homofóbicos no ano passado com os 190 homicídios, seguido do México com 35 e Estados Unidos com 25. Para tentar diminuir os casos no país, o GGB realiza campanhas de esclarecimento junto aos homossexuais, chegando a produzir e distribuir um manual "Gay vivo não dorme com o inimigo". No entanto, somente a cartilha se mostrou insuficiente.
Os ativistas cobram da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República implementar imediatamente as deliberações do Programa Brasil Sem Homofobia e da 1ª Conferencia Nacional Gays Lésbicas Bissexuais e Transsexuais. Do contrário ameaçam enviar denúncia contra o Governo Brasileiro à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas (ONU), “pelo crime de prevaricação e lesa humanidade contra os homossexuais”, diz uma nota distribuída pela entidade nesta terça.
Entre as reivindicações do GGB está a divulgação de outdoors em todos os Estados com mensagem contra assassinato de homossexuais.
O antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB explicou que a contagem dos assassinatos é feita através de notícias sobre os crimes publicadas nos jornais e sites brasileiros de noticias. Por essa razão, acredita que “o número verdadeiro das mortes deve ser muito maior”.
Ele lamenta que não existem estatísticas governamentais sobre crimes de ódio no Brasil. “Este Relatório de Assassinatos de Homossexuais no Brasil - 2008, embora certamente incompleto e lacunoso, é o principal documento mundial sobre crimes homofóbicos, seus dados são creditados e citados pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos e pelo Departamento de Estado dos EUA”, disse.
O levantamento anual começou a ser realizado a partir de 1980. De lá até o ano passado foram documentados 2.998 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil, concentrando-se 18% na década de 80, 45% nos anos 90 e 35% (1168 casos) a partir de 2000. "Este ano a violência homofóbica está ainda mais preocupante” disse Mott, apontando que no México são assassinados em média 35 homossexuais por ano, 25 nos Estados Unidos (com 100 milhões de habitantes a mais), 15 no Peru, 4 na Argentina, nenhum homicídio homofóbico no Chile. Ele classificou o conjunto de crimes como um verdadeiro “homocausto".
Essa curva continua ascendente no Brasil, ponderá Mott “apesar do aumento das paradas gays, da eleição de cinco vereadores assumidamente homossexuais ou transexuais, e do governo Lula ter instituído o Programa Brasil Sem Homofobia, a violência anti-homossexual”. O que chama atenção nos casos é que 80% dos crimes tem "autor desconhecido", ou por terem sido praticados altas horas da noite, em locais ermos, “ou pela omissão das testemunhas, que devido ao preconceito
anti-homossexual, não querem se envolver com vítimas tão desprezíveis”. -
A metade dos criminosos praticaram latrocínio, roubando eletros-domésticos e o carro da vítima. “Também chocante é a predominância de assassinos bastante jovens: 65% dos homicidas de gays e travestis tinham menos de 21 anos, o mais jovem apenas com 13 anos, geralmente agindo em grupo”, assinala Mott. “É uma falha principalmente da escola. Essa juventude se torna agressiva pela falta de uma educação sem homofobia, que incorpore o respeito aos direitos dos homossexuais em sua metodologia de ensino," disse outro ativista Deco Ribeiro, do Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados.
Conforme o GGB “dos 20% de criminosos identificados, menos de 10% chegam a ser detidos e julgados, e mesmos estes, alegando legítima defesa da honra, são beneficiados com penas leves ou injustamente absolvidos. Entre os assassinos de GLTB em 2008 predominaram os garotos de programa, vigilantes, pedreiros”. A impunidade seria uma das causas do aumento dos crimes homofobicos.
Luiz Mott cobrou soluções imediatas dos crimes contra homossexuais. Denunciou também a execução de 13 gays em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo, nos últimos 14 meses. Segundo ele, “crimes hediondos que foram escondidos pela Secretaria de Segurança Pública e Polícia Civil de São Paulo, até hoje sem prisão dos homicidas”.
Como eu disse, em mais de 80% dos casos não foi possível identificar o autor do delito. Nem por isso, o Mott e o grupo dele, deixam de tratar tais assassinatos de gays como crimes de ódio.
Outra coisa que chama a atenção nessa propaganda (pois isso não é uma notícia), é o fato de que, em metade dos casos, há subtração de bens móveis das vítimas, o que poderia ser configurado, em princípio, como um latrocínio. Também, na maioria dos crimes contra os gays, a vítima foi assassinada dentro de casa, o que, em princípio, pode ser interpretada como um crime passional.
Considerando que no Brasil há pelo menos 45 mil homicídios por ano, temos então que apenas 0,46% das vítimas são homossexuais. Tendo em vista que os grupos gayzistas sempre dizem que o número de homossexuais na população é superior a 1%, a conclusão que se pode chegar é completamente inversa ao que afirma esse fingimento descarado (já que o sujeito não pode ser tão burro para estar apenas se enganando ao interpretar as estatísticas de maneira tão idiota) do Luiz Mott.
Este artigo do Julio Severo em que ele comenta o caso da assasinato de um gay brasileiro na Inglaterra por outro gay é emblemático. Me lembro que na época eu mesmo percebi a clara manipulação.
Acho bom que gays entrem em uma nova fase e passem a pregar a violência revolucionária, assim a mascara cai e talvez a grande maioria da sociedade acorde para a verdadeira face do movimento homossexual. Se não acordar, então não merece realmente ser defendida.
A reação em legiítima defesa é assegurada por qualquer código criminal do mundo.
A sua aplicação a homossexuais não passa de chuva no molhado.
A propósito, também vale para crimes cometidos por homossexuais, cuja cifra o movimento de Mott omite.
Isso sem contar homossexuais que matam homossexuais (bem escondidos na cifra de 80% de desconhecidos)...
Em minha cidade, ocorreu de um homossexual assassinar uma moça com requintes de crueldade. Antes, torturou-a, colocando fezes em sua boca e amarrando o rosto com um pano.
O que a bicha raivosa faz é Apologia de Crime, com previsão no Art. 287 do Código Penal - Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime: Pena - detenção, de 3 (três) a 6 (seis) ...
Em um país onde o governo elevou o crime de corrupção de menores ao patamar de politica de segurança nacional a titulo de promover a "diversidade" sexual. Fazer apologia ao crime não é mais nada, desde que o apologista seja um dos membros do clero da religião do politicamente correto.
Essa bichola luta por uma causa indigna. Quer dar ares de dignidade para o velho vicio biblico da sodomia. Caso perdido. Muito mais coerente a postura adotada pelo Clodovil, que era bicha assumido, mas não fazia apologia de uma atitude, que no minimo é grotesca.
O que o Luiz Mott quer é o mesmo que o MG quer, qualquer constrangimento à conduta homossexual é em princípio uma ameaça à vida deles e lhes dá o direito de assassinar alguém ao abrigo da Lei Anti-homofobia. Essa merda recém está começando, prevejo para o futuro muito ódio entre categorias de pessoas. O cidadão dito comum, que não participa de movimentos será uma sub classe. Essa luta de classes é orquestrada contra a sociedade ordeira e cumpridora dos seus deveres. Enquanto os gays se matam entre sí por se exporem a situações/condutas perigosas não é um problema para a parte "saudável" da sociedade, porém pelo andar da carroça, daqui a alguns tempos o fato de alguém ser hétero e crítico da conduta homossexcual, já é alguém potencialmente perigoso e sujeito a eliminação sumária e preventiva.
Esse trecho é eloquente: "mate em legítima defesa, se proteja".
Ora, a morte do agressor não é essencial ao instituto da legítima defesa. O que é caracteriza a legítima defesa é a repulsa -violenta, se for o caso - contra uma agressão injusta. Se matar o agressor for a única forma de interromper a agressão, haverá legítima defesa. Se a morte do agressor fosse dispensável, a conduta do defendente será criminosa, podendo o homicídio praticado ser doloso ou culposo.
Observe-se que Luiz Mott não diz: "Aja em legítima defesa", mas diz mate em legítima defesa. Obviamente considera que um homicídio praticado por um homossexual deverá ser encarado a priori como legítima defesa.
Caio Varela, assessor parlamentar da senadora Fátima Cleide (PT-RO) também discordou da ideia do professor Mott. "Ele não entende que amanhã uma bicha lá do fim do mundo pode ler isso em algum site ou jornal e cometer um crime", declarou. Também disse que tal colocação é "capitalista e individualista".http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=7901…7a+p%FAblica
Oh, eu suponho que se trata do começo do estabelecimento de um precedente perigoso, pra variar.
É óbvio que JÁ EXISTE a figura da legítima defesa. Que serve para TODOS. Qualquer um pode alegar legítima defesa se for um caso de legítima defesa, mesmo.
O que o movimento gayzista QUER é uma "legítima defesa" DIFERENTE, mais abrangente, QUER o conceito de "legítima defesa" ALTERADO para se adequar aos interesses do movimento.
Já conseguiram distorcer o sentido de "perseguição", alterando o conceito para se adequar a seus interesses - se declarar contrário a uma prática gay, por exemplo, É CRIME - embora se declarar contrário a uma prática religiosa não seja: trata-se apenas uma questão de foro íntimo das pessoas.
De modo que estão usando a MESMA tática: o fato de JÁ EXISTIR o conceito jurídico da legítima defesa NÃO É suficiente - é preciso uma distorção do conceito exclusiva para gays. Que será uma "legítima defesa" diferente e mais ampla.
Podem escrever que eu assino embaixo: daqui a pouco conseguem.