Muitos ainda acreditam que o Hamas é um partido político que chegou ao poder através de eleições democráticas. Outros o consideram uma organização terrorista. Veja como o Hamas apresenta a si mesmo em seu Estatuto de 1988 (o texto completo está disponível na net).
O Hamas foi fundado em 1987, durante a primeira intifada (rebelião dos palestinos). Ele se considera o ramo palestino da Fraternidade Muçulmana, que surgiu no Egito na década de 1920 e representa o islã fundamentalista. Inicialmente, o Hamas se via como “instância moral e social”, mas logo foi ativado um braço militar, que passou a usar de violência contra Israel e também contra os próprios palestinos na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza. Para alcançar seus objetivos, o Hamas participou das eleições da Autoridade Palestina no dia 25 de janeiro de 2006, nas quais obteve 44% dos votos. Pouco depois houve conflitos sangrentos entre palestinos adeptos da Fatah e seguidores do Hamas, que prosseguem até hoje. Finalmente, no dia 12 de junho de 2007, grupos armados do Hamas tomaram o poder pela força na Faixa de Gaza.
Em 1988 o Hamas aprovou um Estatuto, que é até hoje o documento ideológico básico dessa organização islâmica radical. Nele se lê sobre os objetivos do Hamas:
“O Movimento de Resistência Islâmica é um movimento palestino distinto, que é leal a Alá, adota o islã como modo de vida e se dedica a levantar a bandeira de Alá sobre cada centímetro da Palestina”. (Artigo 6).
Já no preâmbulo se lê: “Israel existirá e continuará existindo até que o islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele”.
E, para não deixar dúvida, o Artigo 14 declara: “... a Palestina é uma terra islâmica.... a libertação da Palestina é uma obrigação pessoa de cada muçulmano, onde estiver”.
O Hamas foi fundado em 1987, durante a primeira intifada (rebelião dos palestinos). Ele se considera o ramo palestino da Fraternidade Muçulmana, que surgiu no Egito na década de 1920 e representa o islã fundamentalista. Inicialmente, o Hamas se via como “instância moral e social”, mas logo foi ativado um braço militar, que passou a usar de violência contra Israel e também contra os próprios palestinos na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza. Para alcançar seus objetivos, o Hamas participou das eleições da Autoridade Palestina no dia 25 de janeiro de 2006, nas quais obteve 44% dos votos. Pouco depois houve conflitos sangrentos entre palestinos adeptos da Fatah e seguidores do Hamas, que prosseguem até hoje. Finalmente, no dia 12 de junho de 2007, grupos armados do Hamas tomaram o poder pela força na Faixa de Gaza.
Em 1988 o Hamas aprovou um Estatuto, que é até hoje o documento ideológico básico dessa organização islâmica radical. Nele se lê sobre os objetivos do Hamas:
“O Movimento de Resistência Islâmica é um movimento palestino distinto, que é leal a Alá, adota o islã como modo de vida e se dedica a levantar a bandeira de Alá sobre cada centímetro da Palestina”. (Artigo 6).
Já no preâmbulo se lê: “Israel existirá e continuará existindo até que o islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele”.
E, para não deixar dúvida, o Artigo 14 declara: “... a Palestina é uma terra islâmica.... a libertação da Palestina é uma obrigação pessoa de cada muçulmano, onde estiver”.