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A Grã-Bretanha rende-se ao terror

Iniciado por klaicon em 25/04/2009 · 9 mensagens

klaicon#1
Se alguém tinha dúvidas quanto à extensão da rendição da Grã-Bretanha ao terror islâmico, o recentíssimo banimento de Geert Wilders [ocorrido poucas horas antes da publicação original desta coluna], certamente deveria abrir os olhos. Wilders, o membro do parlamento holandês que assumiu uma posição inamovível contra as origens corânicas da violência e extremismo, deveria exibir o seu filme Fitna, que trata desse assunto, na Câmara dos Lordes, na quinta-feira, dia 12 de fevereiro.

Essa reunião foi adiada depois que Lorde Ahmed ameaçou as autoridades da Câmara dos Lordes, afirmando que congregaria uma força de dez mil muçulmanos para sitiar os Lordes se a Wilders fosse permitido falar. Com o devido mérito aos Lordes, estes se mantiveram firmes e disseram que convocariam forças policiais adicionais para enfrentar essa ameaça e que a reunião com Wilders deveria acontecer.

Mas agora o governo anunciou que está banindo Wilders do país. Uma carta do gabinete da Secretaria do Interior a Wilders, entregue via Embaixada Britânica em Haia, dizia:

“... [o] Secretário de Estado acredita que sua presença no Reino Unido apresenta uma genuína e suficientemente séria ameaça a um dos interesses fundamentais da sociedade. O Secretário de Estado está convencido de que as suas declarações sobre os muçulmanos e suas crenças, tais como expressas em seu filme Fitna e em outras ocasiões, ameaçariam a harmonia da comunidade e, portanto, a segurança pública no Reino Unido”.

Então vamos entender isso direito. O governo britânico permite que pessoas marchem pelas ruas britânicas berrando palavras de apoio ao Hamas; permite que Hizb ut Tahrit faça recrutamento em universidade britânica para uma jihad contra a Grã-Bretanha e o Ocidente; não toma nenhuma medida contra um Lorde muçulmano que ameaça com intimidação em massa ao Parlamento, mas bane do país um parlamentar de uma democracia européia que deseja se pronunciar diante do Parlamento Britânico acerca da ameaça que o fascismo religioso representa para a vida e para a liberdade.
klaicon#2
E é ele, Wilders, e não eles, que é considerado uma “séria ameaça a um dos interesses fundamentais da sociedade”. Por quê? Porque o resultado dessa postura pela vida e pela liberdade contra aqueles que a destruiriam poderia ser um ataque de uma turba violenta. A reação não é o enfrentamento corajoso a tal ameaça de violência, mas, em vez disso, a capitulação diante dela.

Foi a mesma argumentação que levou a polícia, durante as marchas pró-Hamas, a confiscar a bandeira israelense sob o pretexto de que ela provocaria violência, enquanto aqueles que berravam a favor do genocídio de judeus, eram permitidos a assim proceder. A estranha lógica era de que a bandeira de Israel poderia provocar violência, enquanto o incitamento ao genocídio, não. Portanto, aqueles que de fato promoviam uma agressão eram tolerados, enquanto aqueles que não ameaçavam a ninguém eram reprimidos.

E agora, um político holandês que não ameaça ninguém é banido por contar verdades não palatáveis acerca daqueles que de fato ameaçam; enquanto isso, aqueles que ameaçam a vida e a liberdade descobrem que quanto mais ameaçarem, mais o governo britânico fará exatamente o que eles querem, tudo no melhor interesse da “harmonia da comunidade”.
klaicon#3
Não há dúvida de que Wilders é um político controverso. Mas tudo isto é mais um profético e funesto assunto de controvérsia para a classe governante britânica, na medida em que esta continua a sonambular rumo ao suicídio cultural. Se os membros do Parlamento não pintarem o diabo quanto a essa ordem de banimento, se concordarem com essa falta de força moral, se falharem por não tomar posição em defesa do princípio de que o Parlamento britânico, acima de qualquer lugar, deve ser livre para ouvir o que um colega parlamentar democraticamente eleito tem a dizer a respeito de uma das mais difíceis e urgentes questões do nosso tempo, se falharem em cerrar as fileiras contra a ameaça de violência e renderem-se a ela, estarão sinalizando que a Grã-Bretanha não é mais o berço da liberdade e democracia, mas sim o seu cemitério.

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Escrito por: Melanie Phillips.

Publicado: http://www.spectator.co.uk/ / http://www.midiaamais.com.br/.

Tradução: Henrique Paul Dmyterko
silvana#4
É verdade isso aí?
edu_orkut_5#5
Claro que é.

Dentro de 50 anos se a coisa estiver do jeito que tá,A Europa será uma Eurábia.

Os Governantes Atuais estão trabalhando para isso.

Tudo isso faz parte de uma conspiração secreta para a dominação do mundo.

A Europa Islamizada,A América Latina Dominada pela Esquerda, Canadá,México e EUA será somente um país e a China no Controle Mundial.

Esses são o plano da nova ordem para o maximo 100 anos.

É triste isso,mais é a verdade.
christian#6
A Europa islamizada, a América Latina dominada pela esquerda, Canadá, México e EUA serão somente um país e a China no controle mundial.
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Infelizmente é isso aí.
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Alguém sabe me dizer se sobra algum lugar? Butão? Malta? Algum país a salvo da revolução esquerdopata e da invasão islâmica?
cludiafl#7
Podre Israel, será exterminada, varrida do mapa.
peregrino#8
Calma gente, calma, ainda existe esperança para a Inglaterra, nada de pânico.

Talvez o Elton Jonh e os Pet Shop Boys consigam resolver o problema. Talvez eles consigam montar um projeto de sociedade viável por si própria, e que assim enfrente e controle o Islamismo, Islamismo este que nada mais é do que uma imitação da tradição judaica, é o Leviticio aplicado a prática diária.

Inglaterra, quer saber o que penso dela? Penso: dane-se, os muçulmanos são um problema dos gays ingleses, eles que resolvam, eu lavo as mãos.
vicente_3#9
Chamberlain fazendo escola: entre a guerra e a desonra, preferiram a desonra e terão a guerra

Churchill se revira no túmulo

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