Se alguém tinha dúvidas quanto à extensão da rendição da Grã-Bretanha ao terror islâmico, o recentíssimo banimento de Geert Wilders [ocorrido poucas horas antes da publicação original desta coluna], certamente deveria abrir os olhos. Wilders, o membro do parlamento holandês que assumiu uma posição inamovível contra as origens corânicas da violência e extremismo, deveria exibir o seu filme Fitna, que trata desse assunto, na Câmara dos Lordes, na quinta-feira, dia 12 de fevereiro.
Essa reunião foi adiada depois que Lorde Ahmed ameaçou as autoridades da Câmara dos Lordes, afirmando que congregaria uma força de dez mil muçulmanos para sitiar os Lordes se a Wilders fosse permitido falar. Com o devido mérito aos Lordes, estes se mantiveram firmes e disseram que convocariam forças policiais adicionais para enfrentar essa ameaça e que a reunião com Wilders deveria acontecer.
Mas agora o governo anunciou que está banindo Wilders do país. Uma carta do gabinete da Secretaria do Interior a Wilders, entregue via Embaixada Britânica em Haia, dizia:
“... [o] Secretário de Estado acredita que sua presença no Reino Unido apresenta uma genuína e suficientemente séria ameaça a um dos interesses fundamentais da sociedade. O Secretário de Estado está convencido de que as suas declarações sobre os muçulmanos e suas crenças, tais como expressas em seu filme Fitna e em outras ocasiões, ameaçariam a harmonia da comunidade e, portanto, a segurança pública no Reino Unido”.
Então vamos entender isso direito. O governo britânico permite que pessoas marchem pelas ruas britânicas berrando palavras de apoio ao Hamas; permite que Hizb ut Tahrit faça recrutamento em universidade britânica para uma jihad contra a Grã-Bretanha e o Ocidente; não toma nenhuma medida contra um Lorde muçulmano que ameaça com intimidação em massa ao Parlamento, mas bane do país um parlamentar de uma democracia européia que deseja se pronunciar diante do Parlamento Britânico acerca da ameaça que o fascismo religioso representa para a vida e para a liberdade.
Essa reunião foi adiada depois que Lorde Ahmed ameaçou as autoridades da Câmara dos Lordes, afirmando que congregaria uma força de dez mil muçulmanos para sitiar os Lordes se a Wilders fosse permitido falar. Com o devido mérito aos Lordes, estes se mantiveram firmes e disseram que convocariam forças policiais adicionais para enfrentar essa ameaça e que a reunião com Wilders deveria acontecer.
Mas agora o governo anunciou que está banindo Wilders do país. Uma carta do gabinete da Secretaria do Interior a Wilders, entregue via Embaixada Britânica em Haia, dizia:
“... [o] Secretário de Estado acredita que sua presença no Reino Unido apresenta uma genuína e suficientemente séria ameaça a um dos interesses fundamentais da sociedade. O Secretário de Estado está convencido de que as suas declarações sobre os muçulmanos e suas crenças, tais como expressas em seu filme Fitna e em outras ocasiões, ameaçariam a harmonia da comunidade e, portanto, a segurança pública no Reino Unido”.
Então vamos entender isso direito. O governo britânico permite que pessoas marchem pelas ruas britânicas berrando palavras de apoio ao Hamas; permite que Hizb ut Tahrit faça recrutamento em universidade britânica para uma jihad contra a Grã-Bretanha e o Ocidente; não toma nenhuma medida contra um Lorde muçulmano que ameaça com intimidação em massa ao Parlamento, mas bane do país um parlamentar de uma democracia européia que deseja se pronunciar diante do Parlamento Britânico acerca da ameaça que o fascismo religioso representa para a vida e para a liberdade.