Sem querer estragar o domingo ensolarado de ninguém, mas só compartilhando a notícia, aquele oranguíssimo Aloizio Mercadante escreveu um artigo que saiu hoje no grobo (pag. 7, embaixo do Ubaldo) no qual nos avisa imperialmente do seguinte, dois pontos:
"Decidimos criar o Parlamento, o Foro das Supremas Cortes e o tribunal do Mercosul.
[...] Conseguimos, na última reunião do Parlamento realizada em Assunção, fechar histórico acordo político que define os números de parlamentares por país, o que permitirá a realização de eleições diretas para este legislativo supranacional.
[...] Mas o acordo não se restringiu ao Parlamento. Decidimos também que, em conjunto com o Foro das Supremas Cortes do Mercosul, criaremos o Tribunal de Justiça do Mercosul, o qual poderá emitir sentenças de cumprimento obrigatório sobre todos os domínios legais que estão envolvidos na integração.
Assim sendo, a reunião de Assunção entrará para a História como um ponto de inflexão do Mercosul. A integração, tornada possível por homens, passa a contar, agora, com instituições supranacionais que lhe darão permanência e estabilidade, independentemente das idiossincrasias das lideranças que venham a conduzí-las. Afinal, como bem sabia Jean Monnet, artífice da União Européia, se os "caras"são importantes, já que criam o possível, as instituições o são ainda mais, pois concretizam o possível numa realidade irreversível."
Algum imbecil tá pensando que ele está falando de uma parceria comercial?
E o pior é ter que aguentar a arrogância do safardana e de seus bigodes à la Freddie Mercury: "decidimos isso", "decidimos aquilo"!!!!! Pois é. Ta aí. Decidiram.
E a realidade de fato me parece irreversível, mesmo.
"Decidimos criar o Parlamento, o Foro das Supremas Cortes e o tribunal do Mercosul.
[...] Conseguimos, na última reunião do Parlamento realizada em Assunção, fechar histórico acordo político que define os números de parlamentares por país, o que permitirá a realização de eleições diretas para este legislativo supranacional.
[...] Mas o acordo não se restringiu ao Parlamento. Decidimos também que, em conjunto com o Foro das Supremas Cortes do Mercosul, criaremos o Tribunal de Justiça do Mercosul, o qual poderá emitir sentenças de cumprimento obrigatório sobre todos os domínios legais que estão envolvidos na integração.
Assim sendo, a reunião de Assunção entrará para a História como um ponto de inflexão do Mercosul. A integração, tornada possível por homens, passa a contar, agora, com instituições supranacionais que lhe darão permanência e estabilidade, independentemente das idiossincrasias das lideranças que venham a conduzí-las. Afinal, como bem sabia Jean Monnet, artífice da União Européia, se os "caras"são importantes, já que criam o possível, as instituições o são ainda mais, pois concretizam o possível numa realidade irreversível."
Algum imbecil tá pensando que ele está falando de uma parceria comercial?
E o pior é ter que aguentar a arrogância do safardana e de seus bigodes à la Freddie Mercury: "decidimos isso", "decidimos aquilo"!!!!! Pois é. Ta aí. Decidiram.
E a realidade de fato me parece irreversível, mesmo.