Lisa Ashton, de 37 anos, trabalhava na companhia aérea britânica BMI quando lhe foi comunicado que a abaya faria parte do uniforme quando voasse para a Arábia Saudita e para os países do Golfo. Mais: foi-lhe também afirmado que, enquanto na região e em público, deveria caminhar atrás dos seus colegas e nunca ao lado. Lisa Ashton recusou as duas situações e acabou por perder o emprego.
"É ultrajante. Sou inglesa e tenho orgulho em sê-lo e não quero que me sejam impostas essas restrições", disse Lisa Ashton, que tenciona recorrer da decisão da empresa, onde trabalhava há já nove anos. Para a assistente de bordo, usar o longo vestido preto que só lhe deixa o rosto a descoberto e caminhar uns passos atrás dos seus colegas de trabalho, independentemente da patente, era pedir-lhe demasiado. Era como se fosse cidadã de segunda classe, o que repudiava em absoluto.
Num primeiro momento e perante a recusa, a empresa tentou mantê-la a voar para destinos onde tais exigências não se colocavam mas, um dia, tudo mudou e Ashton voltou a ser colocada perante o mesmo dilema. Recusou; foi despedida. Agora procura afirmar-se na área musical...
"É ultrajante. Sou inglesa e tenho orgulho em sê-lo e não quero que me sejam impostas essas restrições", disse Lisa Ashton, que tenciona recorrer da decisão da empresa, onde trabalhava há já nove anos. Para a assistente de bordo, usar o longo vestido preto que só lhe deixa o rosto a descoberto e caminhar uns passos atrás dos seus colegas de trabalho, independentemente da patente, era pedir-lhe demasiado. Era como se fosse cidadã de segunda classe, o que repudiava em absoluto.
Num primeiro momento e perante a recusa, a empresa tentou mantê-la a voar para destinos onde tais exigências não se colocavam mas, um dia, tudo mudou e Ashton voltou a ser colocada perante o mesmo dilema. Recusou; foi despedida. Agora procura afirmar-se na área musical...