Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

A implantação do racismo oficial

Iniciado por priscila em 14/05/2009 · 22 mensagens

priscila#1
Acabo de ler, num artigo do Demétrio Magnoli, a descrição de uma estratégia tão horrenda que precisei ler duas vezes para ter certeza de que tinha entendido direito.

Demétrio começa contando que alguns universitários que entraram através do sistema de cotas para pessoas de etnia negra tiveram sua matrículas canceladas depois do início dos cursos. Os estudantes tinham pais identificados como "pardos" e avós identidicados como "negros". Segundo os "arautos da doutrina racialista", como bem define Demtétrio Magnoli, o sistema de cotas se destinaria à "raça negra" , que se constituiria pela soma dos autodeclarados "pretos"e "pardos".

Breve interrupção: Eu sempre achei que cota racial é um absurdo completo, visando a criar o ódio racial e a segregação OFICIAL num país onde nem uma coisa e nem outra existiam. A argumentação dos defensores das cotas era metida a "justa", a "boazinha", etc - mas simplesmente era absurda - quanto mais não fosse pela evidente dificuldade em definir separações étnicas num país onde, graças a Deus, a miscigenação era a regra vencedora, e ninguém é completamente NADA, todo mundo é misturado.

Apareceu o tal do "auto-declarado", que seria depois "filtrado"por um tribunal arbitrário - mais um absurdo completo, que levou inclusive a situações surreais, como a dos gêmeos idênticos que foram "julgados"um preto (com direito à cota) e o outro branco (sem). Um furdúncio, em suma.

Na época escrevi ao então reitor da UNB, onde se deu o caso (um Sr. Timothy qualquer coisa, se não me falha a memória, que depois apareceu em tudo quanto foi jornal por causa de um escândalo referente a um apartamento funcional, o que é outro assunto), falando do absurdo desse "tribunal arbitrário", invenção atribuída a ele. Nunca me respondeu, o homenzinho.
priscila#2
Pois bem: lendo o artigo do Demétrio Magnoli, lá está a resposta que explica o POR QUE dessa trapizonga toda - explica COMO a cota é um MEIO para um FIM, por que modo ela se torna parte de uma estratégia que transcende a mera imbecilidade das "ações afirmativas", etc. O buraco, na verdade, é MUITO MAIS EMBAIXO.

Citando o Demétrio"A resposta encontra-se na introdução de um livro de Eneida dos Reis, devotado a investigar o lugar social do mulato. O autor da introdução é o antropólogo Kabengele Munanga, professor titular na USP e um dos ícones do projeto de racialização oficial do Brasil. Eis o que ele escreveu: "Os chamados mulatos têm seu patrimonio genético formados pela combinação de cromossomos de 'branco'e de 'negro', o que faz deles naturalmente ambivalentes, ou seja, a simbiose [...] do 'branco'e do 'negro'. Os mestiços são parcialmente negros, mas não o são totalmente por causa do sangue ou das gotas de sangue do branco que carregam. Também são brancos, mas no são apenas parcialmente por causa do sangue negro que carregam".

Como eu, Demétrio Magnoli fica boquiaberto e esclama, indignado: "O charlatanismo acadêmico está à solta! Cromossomos raciais? Sangue do branco? Sangue do negro? Seres naturalmente ambivalentes? "

É realmente ESPANTOSO que uma mixórdia com cara de século XIX tenha sido escrita na maior cara-de-pau por um analfabeto em biologia - com ares de grande autoridade, e com a finalidade de embasar uma das mais torpes e vis ações políticas possíveis e imagináveis, como vocês verão a seguir!
priscila#3
Demétrio Magnoli relata que o Sr. Munanga, não contente com as barbaridades biológicas, segue saltitante para enveredar na "engenharia social" - e segue transcrevendo as palavras do Sr. Munanga:
"Se no plano biológico a ambiguidade dos mulatos é uma fatalidade, no plano social e político-ideológico eles não podem permanecer "branco"e "negro"; não podem se colocar numa posição de indiferença ou de neutralidade quanto a conflitos latentes ou reais que existem entre os dois grupos, aos quais pertencem biológica ou etnicamente."

Isto é, como diz Magnoli,"O HORROR - científico, acadêmico e moral!"

O Sr. Munanga segue confiante no caminho que a CORJA, a corja INDECENTE, a cambada TORPE que manda aqui determinou que fosse seguido, para conseguir seus objetivos - e não hesita diante de NADA para chegar a este objetivo! Seu intuito, depois de caracterizar os mestiços como FREAKS, como seres monstruosos e "ambivalentes", é EXIGIR QUE ELES ESCOLHAM a etnia negra ou a etnia branca!

E mais, preparem-se:

Talvez vocês tenham que ler duas vezes, como eu, para conseguir CRER em tamanha barbaridade: OS ESTUDANTES MENCIONADOS TIVERAM A COTA CASSADA PELOS TRIBUNAIS ARBITRÁRIOS DO RACISMO PORQUE, EM AUDIÊNCIA DIANTE DESTES TRIBUNAIS, NÃO SE DECLARARAM VÍTIMAS DE DISCRIMINAÇÃO RACIAL!!!!!
priscila#4
Esta mesma ação, lembro a todos aqui, já FOI FEITA com os mestiços do Norte do Brasil.

Eu mesma me lembro de ter criado tópicos a respeito, por ter ficado indignada com as denúncias, feitas por um membro de um movimento em defesa dos mestiços, de que os mestiços estavam sendo OBRIGADOS a SE DECLARAR ou brancos ou negros, sob pena de sanções! O rapaz, se bem me lembro, chamava-se Leão - e a leoa aqui vai atrás dele, pra saber como é que esta mesma aterrorizante barbaridade segue, lá no Norte do Brasil, retirando a cidadania dos que não quiserem seguir as ordens do torpe Estado racialista em que o Brasil se transforma, diante dos nossos olhos e embaixo do nosso nariz.

Dá pra chorar, dá pra chorar AMARGAMENTE, vendo isso! Não tenho vergonha nenhuma de dizê-lo, e nem da raiva e da revolta, da ira e da tristeza que essas lágrimas representam!

Estamos PERDENDO O PAÍS, amigos!
Estamos dando adeus ao BRASIL, pátria nossa!
Inundem os jornais de protestos! Entupam as caixas de e-mail dos canalhas senadores e dos patifes deputados com mensagens de revolta!

O Demétrio Magnoli segue citando a Lei Antimiscigenação do estado da Virgínia, de 1924, que sintetizava o sentido geral da legislação segregacionista dos EUA, e que definiu como "negro" todos que tinham uma gota de "sangue negro"! Cita ainda a Lei para a Proteção do Sangue Germânico, de 1935 na Alemanha nazista, que criminalizava a miscigenação entre judeus e arianos, e a Lei de Proibição de Casamentos Mistos, de 1949, na África do Sul do Apartheid!

A NEGAÇÃO do mestiço COMO TAL, como MESTIÇO, é um passo nesta direção HORRENDA!
Não é possível que fiquemos inertes, PARADOS, diante do que está sendo feito na nossa cara, sem resistência alguma por parte de ninguém - a não ser pelos mestiços do Norte brasileiro, nosos concidadãos cujo grito de protesto ninguém ouviu!

Vou atrás do Leão.
E vou montar um movimento organizado contra isso.
Sigam-me os que forem brasileiros!
priscila#5
Vai, Luttinem - se você SE DECLARAR VÍTIMA DE PRECONCEITO, vai sim.

Assim se fecha o círculo do ódio racial: as estatísticas de 'vítimas de perseguição racial" vão DISPARAR, e vão criar as bases para MAIS MEDIDAS DE SEGREGAÇÃO E RESTRIÇÃO. Vai ser dito que essas medidas são "em defesa" dos "oprimidos", entenda: os öprimidos"sendo os mestiços que foram obrigados a se declarar "negros" E A SE DECLARAR OPRIMIDOS, caso contrário sofreriam sanções: foi por não ter feito isso que os estudantes perderam as cotas.

Como Demétrio Magnoli diz na conclusão de seu artigo, "PARA ISTO, E NADA MAIS, SERVEM AS COTAS RACIAIS"
wagner_2#6
"A deliberação do Programa Nacional dos Direitos Humanos, criado em 1996 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, assim se referia à materia em questão: "Determinar ao IBGE a adoção do critério de se considerar os mulatos, os pardos e os pretos como integrantes de população negra".

Depois de 500 anos, as várias raças de que se compunha o povo brasileiro se mesclavam e viviam em harmonia. Contudo, através de uma simples portaria daquele presidente, o Brasil deixou de ser um país multicolor, mestiço e de cor indefinida, para se tornar bicolor. Com este jogo de conceitos, o censo, que apresentava 51.4% da população brasileira como sendo branca, 5.9% como negra e 42% como parda, com o advento da nova expressão fez com que a população negra passasse a constituir 47.9% dos brasileiros.

Diante dos números acima, foi criado o slogan: "No Brasil a pobreza tem cor, e ela é negra". A causa da pobreza dos negros seria um "racismo escondido".

(...)

Mas a nação não somente se queria assim como sempre condenou o racismo. Entretanto, a partir da década de 1950, uma certa sociologia de autores como Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e Oracy Nogueira condenaram essa visão harmônica da sociedade brasileira ao ensinarem uma ciência enganjada com a visão marxista, dividindo o País entre negros explorados e brancos exploradores."

A Revolução Quilombola, Guerra Racial, Confisco Agrário e urbano, Coletivismo. Nelson Ramos Barretto. Artpress 2007.

continua...
wagner_2#7
A mudança do critério do IBGE está descrita aqui (ação número 142 do PNDH I): http://www.justica.sp.gov.br/pedh/pdf/pndh1.pdf

A íntegra do decreto presidencial de FHC está aqui: http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/104077/decreto-1904-96

Certa vez o Pe Paulo Ricardo disse: "Se a realidade não bate com a teoria (no marxismo cultural), pior para ela".

É a pura incitação ao ódio de classes.

Abraços,
Wagner Cavalcante
gbschmitt#8
Essa gente alega ser contra o racismo e a intolerância, mas na realidade o único racismo que condenam é contra os negros, pq o racismo contra os brancos eles fomentam.
peregrino#9
na quarta

Julio Severo

De acordo com o site da Câmara dos Deputados, o presidente da comissão especial que analisa a criação do Estatuto da “Igualdade” Racial (Projeto de Lei 6264/05), deputado Carlos Santana (PT-RJ), afirmou que a proposta deve ser votada na próxima quarta-feira, dia 13 de maio, quando a abolição da escravatura completa 121 anos.

O projeto estabelece medidas que, supostamente para combater discriminações raciais, colocarão afrodescentes em posições chaves no governo e outras instituições. A prioridade será elevar negros que defendam a cultura afrodescendente, inclusive pais-de-santo.

O governo Lula vem trabalhando intensamente para dar poder desigual às minorias — provocando assim a luta de classes, tão essencial para as revoluções socialistas. Com as iniciativas do governo Lula de elevar os afrodescendentes, o pai-de-santo Ivanir dos Santos pôde recentemente fazer parte da representação brasileira em importante conferência “anti-racismo” da ONU.

Com tal oportunidade, o pai-de-santo denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neo-pentecostais. O Brasil, diz ele, é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida”.

Se aprovado, o PL 6264/05 estabelecerá conselhos de Promoção da Igualdade Racial, nas esferas municipais, estaduais e federal, aumentando grandemente a esfera de influência de ideólogos que querem que a “cultura” afrodescendente (leia-se religiões africanas) tenha na sociedade o mesmo espaço e respeito que o Cristianismo, como se bruxaria e Evangelho fossem iguais.
peregrino#10
Embora mascarado com alguns pontos aparentemente positivos, o Estatuto da [Des]Igualdade Racial tem a firme meta de:
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1. Ampliar a força o acesso de afrodescentes à educação e ao mercado de trabalho, eventualmente impondo o sistema de cotas.
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2. Combater toda crítica à “cultura” afrodescendente, dando aos pais-de-santo poderes extraordinários para perseguir e processar cristãos que ousem denunciar a ameaça da bruxaria vinda da África.
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O projeto, que vem enfrentando muitas críticas da sociedade por promover na verdade a desigualdade racial e o preconceito reverso, tem o total apoio do governo socialista do Brasil.
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Com informações do Portal da Câmara dos Deputados
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Fonte: http://www.juliosevero.com/
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http://juliosevero.blogspot.com/2009/05/estatuto-da-…a.html#links
vicente_3#11
Essa gente alega ser contra o racismo e a intolerância, mas na realidade o único racismo que condenam é contra os negros, pq o racismo contra os brancos eles fomentam. (2)
priscila#12
Eu não sei como é que deixamos as coisas chegarem a este ponto... Fui procurar os tópicos antigos, nos quais estão as denúncias de que os mestiços do Norte estavam sendo obrigados a "escolher"se declarar preto ou branco - e criaram um movimento a favor de poderem se dizer O QUE SÃO, isto é MESTIÇOS.

Achei o Leão, e o convidei a aparecer aqui para contar a história do que vem acontecendo lá com relação a isto, como está a situação.
ayrton#13
Isso é inconstitucional.
peregrino#14
Repressão ao Nação Mestiça na conf. racial do AM
Dia 09/05, durante a II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do AM, quando ia ser iniciada a discussão e aprovação de propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço. Estas são duas fotos tiradas por um celular (numa delas aparece a Sra. Oraida, secretária executiva da SEPPIR).

Havia até um policial militar com uma tarja no braço onde estava escrito 'canil' (havia um carro do canil do lado de fora da reitoria da UEA, onde estava ocorrendo a conferência).

Os "quilombolas" e outras pessoas do movimento negro, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votaram contra propostas que incluíam a palavra mestiço. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram para a retirada da palavra.

No primeiro dia (07/05), o ministro da SEPPIR, Eloi Ferreira, falou palavras depreciativas sobre o caboclo e saiu vaiado como racista. Em represália, cancelaram as credenciais dos delegados no dia seguinte, manobra que reduziu a representação mestiça e aumentou a negra.

Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e o FORAFRO (que são contra cotas raciais e a favor de sociais) e pela revogação da lei do Dia do Mestiço, a estadual do AM e a de Manaus.

Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações contra mestiços e se retiraram do evento, mas o movimento mestiço permaneceu até o fim lutando contra essa política de divisão racial do país - e continuará lutando.
peregrino#15
Movimeto mestiço:
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http://www.nacaomestica.org/
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Sendo eu um nortista sinto como se a própria identidade de minha região estivesse sendo estuprada. Aqui não existem muito negros, o que mais se vê aqui são mestiços. Mas agora toda esta gente deve se curvar e abrir mão da própria identidade cultural e etnica para satisfazer um capricho acadêmico, para se enquadar em um modelo de sociedade norte americana e assim se engajar no discurso de luta de classes.
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Me lembro que a uns 10 anos atrás quando se falava em raça na minha universidade era necessário depois se lavar a boca com sabão, porque falar em raças era promover o racismo. Já que o discurso padrão era o de que raças não existiam. E olha que o meu cruso era o mais a esquerda de todos, História em uma Federal, não havia literalmente ninguém ali que não fosse socialista.

A coisa toda mudou com uma velocidade incrível, eu mal sai de lá e tudo que passei a escutar foi justamente a tema das raças. Hoje quem não se auto-declara pertencer a uma raça é um racista.

Quando foi do interesse da esquerda acadêmica promover a noção do Brasil como um país que possuia como principal fator de identidade a miscigenação, isto foi fomentado e promovido até torrar os nervos. A partir do estante em que todos nós já haviamos entendido que de modo algum se deve ter orgulho da sua raça, de sua identidade etnica, porque raças não existem, então o discurso da miscigenação como motivo de orgulho e identidade foi abandonado. A partir dessa nova étapa passou a ser promovido o discurso do orgulho negro e da vergonha branca. E quem estiver no meio deve escolher um lado ou outro.

Primeiro se destruiu a identidade que cada um deve por conta própria fazer de si mesmo, após isto ser feito se passou a promover uma só identidade como sendo a certa, e as outras são as erradas, ficando cada vez mais errado conforme se aproxime do extremo oposto ao da raça escolhida, a raça negra.
peregrino#16
PS: O primeiro texto eu retirei lá dos Integralistas e me esqueci de por as aspas.
andr_10#17
O maior financiador do racialismo no Brasil (através das chaadas ações afirmativas) é a Fundação Ford, que trabalha com a ajuda de outras instituições globalistas como a UE, ONU, e coisas como fundação rockfeller, fundação MacArthur, embaixada norte-americana e etc.

O presidente brasileiro que começou com esse negócio, foi o FHC, um grande seguidor de gramsci, que em sua época de intelectual esquedista (onde já defendia suas idéias racialistas) foi financiado pela Fundação Ford e que trabalhou recentemente para os Rockfellers.

Em resumo, é mais que evidente que esse negócio de cotas raciais tem como único objetivo racializar o país (pois todas as outras justificativas para a defesa desse negócio podem ser facilmente refutadas) para atender a determinados interesses meio ocultos, e esse plano, vem sendo posto em prática, com a ajuda de muito dinheiro, por esses grupos aparentemente pouco coesos e contraditórios, que junta de bilionários globalistas e instituições do governo americano a marxistas nacionaliteiros odiadores de tudo que se refere aos EUA.
eric_2#18
Eu vejo um replay do Partido Nazista ...
priscila#19
Leão, como brasileira eu acho que o que estão fazendo é um crime de lesa-pátria, um crime HEDIONDO!

A cada vez que um mestiço tem que "se declarar" aquilo que não é, sendo FORÇADO a negar a sua condição de mestiço, TODO O BRASIL está sendo HUMILHADO!

Deus nos ajude a vencer essa luta.
priscila#20
Realmente, emenda pior que o soneto!
O sujeito só faz REAFIRMAR, enfaticamente, aquilo que disse antes!

É MUITO CINISMO!!!!
Olhem o trecho abaixo:

" [...] muitos mestiços têm dificuldades para construir sua identidade por causa da ambivalência (Mulato: negro-não-negro e/ou branco-não-branco), dificuldades que eles teriam superado se tivessem política e ideologicamente assumido uma de suas heranças, ou seja, a sua negritude, que é o ponto nevrálgico de seu sofrimento psicológico."
frank#21
Pra mim o pior racista é esse presidente que esta ai (Lula) pois foi ele que criou essa merda toda de lei racial e assim promovendo a discórdia entre as pessoas .
leonardo_15#22
Ali Kamel ainda trabalha na Globo?

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