Melanie Phillips
Eu já escrevi a respeito dessa ameaça que se aproxima no horizonte, mas a recente proposta da ONU de criminalizar a “difamação de religião” é uma inescrupulosa ameaça à liberdade de expressão. Tal como informa o UN Watch [ http://www.unwatch.org/site/c.bdKKISNqEmG/b.1289203/…auid=4613715 ] uma resolução distribuída aos países islâmicos definiria qualquer questionamento do dogma islâmico como uma violação dos direitos humanos, o que intimidaria vozes discordantes e encorajaria a imposição da sharia (estrita obediência do código religioso islâmico).
Ainda que não-obrigatória, a resolução constitui uma perigosa ameaça à liberdade de expressão no mundo inteiro. Ela baniria qualquer coisa que fosse percebida como ofensa à sensibilidade islâmica, classificando-a como uma “séria afronta à dignidade humana” e uma violação da liberdade religiosa. A resolução pressionaria os Estados membros da ONU — nos “níveis local, nacional, regional e internacional” — a erodir as garantias de liberdade de expressão existentes em seus “sistemas legais e constitucionais”. É um texto orwelliano, que distorce os significados de direitos humanos, de liberdade de expressão e de liberdade religiosa, marcando um gigantesco retrocesso para a liberdade e a democracia em todo o mundo.
Os primeiros a sofrer serão os muçulmanos moderados nos países que estão por trás dessa resolução — ou seja, Irã, Arábia Saudita, Egito e Paquistão, que buscam legitimação internacional para as leis relativas à blasfêmia sancionadas por esses países; leis cujo efeito é sufocar a liberdade religiosa e tornar ilegais as conversões do Islã para outras religiões.
Eu já escrevi a respeito dessa ameaça que se aproxima no horizonte, mas a recente proposta da ONU de criminalizar a “difamação de religião” é uma inescrupulosa ameaça à liberdade de expressão. Tal como informa o UN Watch [ http://www.unwatch.org/site/c.bdKKISNqEmG/b.1289203/…auid=4613715 ] uma resolução distribuída aos países islâmicos definiria qualquer questionamento do dogma islâmico como uma violação dos direitos humanos, o que intimidaria vozes discordantes e encorajaria a imposição da sharia (estrita obediência do código religioso islâmico).
Ainda que não-obrigatória, a resolução constitui uma perigosa ameaça à liberdade de expressão no mundo inteiro. Ela baniria qualquer coisa que fosse percebida como ofensa à sensibilidade islâmica, classificando-a como uma “séria afronta à dignidade humana” e uma violação da liberdade religiosa. A resolução pressionaria os Estados membros da ONU — nos “níveis local, nacional, regional e internacional” — a erodir as garantias de liberdade de expressão existentes em seus “sistemas legais e constitucionais”. É um texto orwelliano, que distorce os significados de direitos humanos, de liberdade de expressão e de liberdade religiosa, marcando um gigantesco retrocesso para a liberdade e a democracia em todo o mundo.
Os primeiros a sofrer serão os muçulmanos moderados nos países que estão por trás dessa resolução — ou seja, Irã, Arábia Saudita, Egito e Paquistão, que buscam legitimação internacional para as leis relativas à blasfêmia sancionadas por esses países; leis cujo efeito é sufocar a liberdade religiosa e tornar ilegais as conversões do Islã para outras religiões.