A HISTÓRIA NÃO É UMA LUTA DE CLASSES COMO DIZIA MARX, MAS UMA LUTA ENTRE AS DUAS CIDADES, A CELESTE E A TERRESTRE
“Dois amores fundaram, pois, duas cidades, a saber: o amor próprio,
levado ao desprezo de Deus, a terrena; o amor a Deus,
levado ao desprezo de si próprio, a celestial.”
(Santo Agostinho)
De todos os autores que li e que escreveram uma teoria da história, Santo Agostinho foi o mais realista e acertado de todos. A concepção agostiniana da história é de uma atualidade incrível e ilumina toda história da humanidade. Quem iluminado pela fé não vê que quantidade de leis iníquas são promulgadas contra a lei de Deus? Quem medicado com o remédio da fé e dos sacramentos não vê com nitidez que tem crescido enormemente o ódio contra a Igreja e contra o vigário de Cristo, o Papa? Quem tendo Cristo por médico, não vê a luta escarniçada entre as ovelhas de Cristo e os lobos e cabritos do demônio?
O charlatão Karl Marx errou feio ao dizer que a história de toda a sociedade até hoje é a história da luta de classes. Quem acertou mesmo foi Agostinho ao afirmar que a história de toda a sociedade até hoje é a história das duas cidades: a Cidade de Deus e a Cidade terrestre. “A Igreja é a cidade de Deus sobre a terra” (Orígenes, Hom. Jeremias 9,2).
Uma cidade condena a corrupção dos costumes, a outra louva. Uma quer gozar de bens espirituais, a outra dos bens carnais. Uma busca o repouso da vida eterna, a outra a segurança do vício. Uma prega o refreio das paixões, a outra dá publicidade ao vergonhoso, como se a honestidade e os bons costumes causasse vergonha e a desonestidade, glória.
“Dois amores fundaram, pois, duas cidades, a saber: o amor próprio,
levado ao desprezo de Deus, a terrena; o amor a Deus,
levado ao desprezo de si próprio, a celestial.”
(Santo Agostinho)
De todos os autores que li e que escreveram uma teoria da história, Santo Agostinho foi o mais realista e acertado de todos. A concepção agostiniana da história é de uma atualidade incrível e ilumina toda história da humanidade. Quem iluminado pela fé não vê que quantidade de leis iníquas são promulgadas contra a lei de Deus? Quem medicado com o remédio da fé e dos sacramentos não vê com nitidez que tem crescido enormemente o ódio contra a Igreja e contra o vigário de Cristo, o Papa? Quem tendo Cristo por médico, não vê a luta escarniçada entre as ovelhas de Cristo e os lobos e cabritos do demônio?
O charlatão Karl Marx errou feio ao dizer que a história de toda a sociedade até hoje é a história da luta de classes. Quem acertou mesmo foi Agostinho ao afirmar que a história de toda a sociedade até hoje é a história das duas cidades: a Cidade de Deus e a Cidade terrestre. “A Igreja é a cidade de Deus sobre a terra” (Orígenes, Hom. Jeremias 9,2).
Uma cidade condena a corrupção dos costumes, a outra louva. Uma quer gozar de bens espirituais, a outra dos bens carnais. Uma busca o repouso da vida eterna, a outra a segurança do vício. Uma prega o refreio das paixões, a outra dá publicidade ao vergonhoso, como se a honestidade e os bons costumes causasse vergonha e a desonestidade, glória.