Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

John Lennon fez pacto com Satanás

Iniciado por klaicon em 25/05/2009 · 26 mensagens

klaicon#1
Escritor afirma que os sinais de que “Paul está morto” eram sobre o colega de banda de McCartney

© 2009 WorldNetDaily

WASHINGTON, EUA — A subida meteórica dos Beatles, sem precedentes na cultura popular e sem rival durante quase quatro décadas depois que a banda se dividiu, é explicada pelo menos em parte por um pacto que John Lennon fez com o diabo, diz um livro recente.

No livro “The Lennon Prophecy”, o escritor Joseph Niezgoda revela que o próprio Lennon, obcecado com o ocultismo, poderes mágicos, a numerologia e em ser maior do que Elvis Presley, confidenciou a seu amigo Tony Sheridan que ele fez tal acordo. O livro também defende a idéia de que os “sinais sobre morte” há muito ligados a Paul McCartney eram realmente mensagens subliminares dando pistas sobre o destino fatal de Lennon.

Escrito por um músico que foi fã dos Beatles a vida inteira, o livro especula que o pacto foi feito logo antes de a banda experimentar seus primeiros grandes sucessos e terminou 20 anos mais tarde com o assassinato de Lennon em Nova Iorque. O assassino foi Mark David Chapman, que posteriormente afirmou que demônios foram expulsos dele enquanto ele estava cumprindo sentença na Prisão Estadual de Attica pelo assassinato.

“Chapman disse que quando o último demônio saiu do seu corpo ele entendeu o motivo por que ele vivia possesso”, Niezgoda disse para WND. “Foi para exibir o grande poder de Satanás no mundo usando o assassinato de John Lennon como o veículo. Sempre cri intuitivamente… que o verdadeiro autor dessa história é Satanás e que eu sou apenas o mensageiro”.

É claro que muitos rejeitarão a noção de que há um espírito real chamado Satanás. Outros zombarão da noção de que as pessoas possam fazer pactos com ele que possam trazer resultados no mundo real.
klaicon#2
Por isso, Niezgoda dedica um capítulo ao que pode surpreender a muitos leitores como pactos satânicos razoavelmente bem documentados durante a História — inclusive o caso de Johann Faust, que, no período da Renascença, conquistou fama e fortuna talvez iguais às de Lennon e dos Beatles quatro séculos depois. Ele também teve uma morte prematura misteriosa e estranhamente inexplicável 20 anos depois.

Embora Faust se gabasse de realizar mais milagres do que Jesus Cristo, Lennon criou controvérsia ao se gabar de que sua banda era mais famosa do que Jesus Cristo.

“Se John tivesse entrado num pacto de 20 anos com Satanás para adquirir riqueza e fama mundial, esse contrato terminou em 8 de dezembro de 1980, com sua morte violenta”, disse Niezgoda. “Contando 20 anos passados, ocorreu algo incomum na história dos Beatles em dezembro de 1960?”

De fato, ocorreu, recorda Niezgoda. Em 27 de dezembro de 1960, os Beatles fizeram um show no salão de bailes da prefeitura de Litherland, Inglaterra.

“Dizem que depois da apresentação nessa única noite, os Beatles nunca mais foram os mesmos”, recorda Niezgoda. “Cada um dos Beatles se lembra dessa noite como o momento mais decisivo de suas carreiras”.

Logo depois dessa apresentação inesquecível, os Beatles começaram a tocar no Clube Caverna de Liverpool, onde se tornaram um fenômeno local. Então foram para Hamburgo, onde as audiências alemãs ficavam fora de si.

Essa apresentação também marcou o começo da conduta declaradamente anticristã de Lennon. No livro “The Love You Make”, de Peter Brown, ele reconta como Lennon vestia uma coleira de cachorro feita de papel, depois recortava-a, transformando-a numa cruz de papel, e começava a pregar à audiência de Hamburgo — desenhando um retrato debochado de Jesus pendurado na cruz usando um par de pantufas.

Mais tarde, também na Alemanha, na Sexta-Feira Santa, Lennon direcionou para um grupo de freiras um retrato de Jesus em tamanho real na cruz pendurado na sacada de seu apartamento.
klaicon#3
“Enquanto as freiras fitavam pasmas essa exibição sacrílega, John começava a jogar nelas camisinhas cheias de água”, escreveu o biógrafo Albert Goldman.

Pete Best, o baterista original do grupo, também testemunhou tal conduta e escreveu sobre isso em seu próprio livro descrevendo como Lennon urinou em outro grupo de freiras da sacada de seu prédio enquanto proclamava: “Gotas de chuva celestial!”

Esses eram apenas alguns dos modos como Lennon confrontava e antagonizava quem adorasse a Cristo — sem nenhuma razão aparente, a não ser para seu próprio divertimento.

O livro dedica um capítulo inteiro às tragédias, desapontamentos e tristezas de Lennon. Sua mãe, Julia, e seu pai, Freddie, brigavam para ficar com a custódia do menino John. Aos 5 anos, ele foi forçado a decidir se queria ficar com o pai ou com a mãe. De início, ele escolheu seu pai. Mas quando sua mãe lhe perguntou se ele tinha certeza, ele correu para ela.

“John nunca se esqueceu do horror desse incidente”, escreve Niezgoda. “Deixou uma cicatriz permanente e grandes sentimentos de insegurança, e só depois de passados 20 anos é que ele viu seu pai de novo”.

Viver com Julia Lennon não era fácil. Ele era muitas vezes deixado em casa sozinho e tinha dificuldade para dormir. Mais tarde Lennon lembrou que ela “não estava se prostituindo por dinheiro, mas para ter vestidos caros”.

Aos 6 anos, Lennon começou a fugir de casa para ficar com sua tia Mimi. Ele aprendeu qual bonde pegar pela qualidade das poltronas de couro preto, explicou ele.

“Até hoje, adoro couro preto”, diria ele mais tarde. “Acho-o confortante”.

Às vezes, ele era apanhado por adultos preocupados com seu bem-estar e levado a uma delegacia de polícia local.

“Nunca consegui achar as palavras certas para explicar minha situação”, diria ele.
klaicon#4
Os problemas de Lennon prosseguiram no período escolar — ele tinha pouco interesse em aprender na sala de aula, mostrava desprezo pelos professores, faltava às aulas, fumava e falava palavrões, colava nas provas, roubava doces das outras crianças e furtava cigarros para fazer dinheiro.

Ele foi expulso de um coral de igreja por substituir as letras dos hinos por palavras obscenas.

Outro biógrafo escreveu: “John regularmente zombava das lideranças da igreja, satirizava os hinos e fazia desenhos blasfemos de Cristo na cruz de um jeito que só os desviados conseguem fazer”.

Talvez para compensar sua dura infância, Lennon ficou obcecado de se tornar rico e famoso.

Pete Best recordou como Lennon diria que ia chegar ao topo — de um jeito ou de outro.

“Se tivermos de ser determinados e enganadores, então isso é o que teremos de fazer para chegar ali”, Best citou Lennon, que disse: “Não importa o que seja necessário para chegar ao topo. Poderia causar alguma dor de cabeça, mas uma vez ali em cima, será um tipo diferente de maçada. Sim, ele dizia, ‘eu’ e não ‘nós’. Esse era o real John Lennon, brilhante, divertido, mas cruel”.

Niezgoda cita o “delírio” sem precedentes e sem igual que cercava os Beatles como um dos sinais mais intrigantes sugerindo algo sobrenatural na carreira deles.

“John, Paul, George e Ringo eram escritores e músicos de muito talento — como ficou bem evidenciado pelas carreiras solo deles”, Niezgoda disse para WND. “Mas o que é que estava no começo que os distinguiu de outros músicos da época deles? O que foi que os elevou em poucos anos da total obscuridade para se tornarem o maior espetáculo da terra? Quando eles viajaram para a Austrália em 1964, que tipo de força terrena fez com que 400.000 fãs se ajuntassem fora do hotel deles para meramente olhar de relance os quatro rapazes de Liverpool? Como dá para explicar de forma lógica que eles tenham conseguido, por 20 vezes, o lugar número 1 nas paradas de sucesso num curto período de seis anos?
klaicon#5
“Nada antes ou depois chegou perto de se igualar ao rápido e popular delírio emocional universal que cercava os Beatles. Não dá para eu ficar enumerando interminavelmente as realizações sobrenaturais deles… Tentar explicar a fonte da fama e fortuna dos Beatles é como tentar definir os poderes da magia”.

No pico da popularidade deles, os fãs dos Beatles ficaram obcecados com o que pareciam ser sinais na música deles acerca de uma morte dentro da banda. Na época, o foco era sobre uma especulação de que McCartney havia morrido num acidente de carro e havia sido substituído por um sósia.

Nem mesmo uma entrevista coletiva à imprensa de Paul conseguiu persuadir os fãs dos sinais de que ele era, de fato, o real Paul. Tudo pareceu bobagem depois que a longa e reconhecida carreira solo de McCartney decolou.

“A suspeita, porém, não era sem mérito”, explica Niezgoda. “As pistas estavam ali, e numerosas demais para se ignorar. Elas só precisavam ser vistas mediante lentes diferentes para criar não um quadro de uma conspiração passada, mas uma tragédia futura. Quando examinadas como possível profecia, os sinais parecem ser bem claramente não sobre Paul, mas sobre John Lennon”.

Niezgoda está convencido de que os Beatles tinham assistência sobrenatural — não só com sua subida ao topo, mas com esses “sinais” que pareciam tão convincentes de que algo não estava certo dentro dos Beatles. Ele não está feliz com sua conclusão. Aliás, como fã a vida inteira dos Beatles, ele parece estar num conflito profundo.

“Sempre tive de lidar com o constante conflito do meu amor pela música genuína deles e o mal que percebo a cerca”, ele disse para WND. “A única diferença é que tenho procurado definir ou fazer sentido dela com a ajuda deste livro”.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/ WND
ayrton#6
zzzzz...
marcos_12#7
Bom, teria de ler o livro e investigar a veracidade dos fatos, mas a música Imagine do Lennon é concreta e extremamente antirreligiosa e anticristã. Propõe uma total anulação das religiões e da fé na busca por um mundo sem regras e totalmente devotado aos prazeres cósmicos. A melodia é muito bonita, mas a mensagem me dá um asco como poucas músicas conseguem. É uma letra que me irrita profundamente...

Ademais, é evidente que muita fama e dinheiro têm consequências espirituais, o que não quer dizer coisa ruim, claro... Ou a fama traz consequências espirituais, ou atos espirituais podem trazer fama. Mas isso não explica nada: tudo depende se o coração humano está aberto aos fenômenos da transcendência ou não. Em outras palavras: depende de atitudes humanas. Deus não irá mexer no coração do homem se ele não deixar; e se o homem se abrir ao Diabo, bom, problema dele e dos que estiverem ao seu alcance.
priscila#8
É, tou com o Marcos.
priscila#9
Bom, eu não subestimo o demo, creio que ele existe, tudo isso. Mas tem uma coisa na qual qu creio FUNDAMENTALMENTE, que é que NÃO EXISTE nenhuma condição humana que signifique, que dê margem, que represente a POSSIBILIDADE ABSOLUTA da vitória do mal.

NUNCA Deus deixaria que houvesse uma condição na qual a vitória do mal fosse "INEVITÁVEL", ou "obrigatória". O mal vence, quando vence, porque DEIXAMOS.

Ele não vale o que vale o bem NUNCA, never ever, tal coisa é uma impossibilidade.
ciro#10
A apologia à liberdade incondicional é a porta do relativismo. Nós colhemos os frutos desse pensamento nefasto.

"Faça tudo o que tu queres, pois é tudo da lei". O capeta é esperto. Ele dá aos tolos o que eles querem, mas depois cobra caro.
luizfernando#11
Eu tenho mais medo do Rock usado pra louvar à Deus, me desculpem a sinceridade, quanta coisa ruim...

Mas enfim... O demo no Rock não é viagem não... Tem muita verdade mas tb fantasia nisso...

No entanto, um livro desse só cerca os Beatles de mais misticismo e faz mais pelo trabalho do tranca rua do que de Deus... Esse encantamento, esse charme que muito vão acabar vendo nessa trajetória do Lennon e dos Beatles só fortalece o mal...

Pro Diabo basta a indiferença que é o que mais o irrita...

John Lennon fez pacto com o chifrudo?

Se fudeu e pronto!
brancaleone#12
Ora, não foi John Lenon que disse em 04/03/1966 ao jornal inglês "The Evening Standard":

"O Cristianismo irá acabar. Irá diminuir e sumir.
Eu não preciso de argumentos para provar isso.
Eu estou certo e será confirmado que estou certo. Nós somos mais populares que Jesus hoje em dia; não sei quem será esquecido primeiro, o rock and roll ou o Cristianismo. Jesus era bom, mas seus discípulos são cabeças-dura e ordinários. Eles distorcendo tudo é que fazem com que isso não signifique nada para mim".

Ora, mas pra que revirar os mortos se até o Vaticano o perdoou

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/11/22/vatic…86512005.asp
joo_orkut_3#13
Olha... acho cabreiro dizer que a ÚNICA explicação pro sucesso deles é um pacto com o demônio.

Eles foram muito bons musicalmente, tanto que são influência direta ou indireta pra quase todas as bandas de rock que surgiram depois. Deus não pode dar habilidades pro homem? Será que a única explicação pro sucesso é o mal?

Com ou sem pacto, John Lennon seguiu os propósitos do "encardido". Essa história de "pacto" só dá mais charme pro estilo de vida pregado por essas pessoas...
eric_2#14
Se vc entender drogas como diabo sim esse topico faz sentido!
andr_15#15
Sucesso= pacto com o demônio??
nildo#16
"mas a música Imagine do Lennon é concreta e extremamente antirreligiosa e anticristã"

por que anti-cristã mais do que "anti-muçulmana"?
renan_6#17
Aleister Crowley
marcos_12#18
Não complica. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Apenas falei anticristã porque é daquilo que sei falar, e porque o movimento New Age, ao que eu saiba, tem mais força no Ocidente.

Os muçulmanos devem ter todas as razões para se preocupar com um movimento desses. Imaginem: para os new age não há Allah, o Paraíso não existe e o Profeta perdeu seu tempo propagando uma mensagem divina. Putz!
ayrton#19
Aleister Crowley = FRAUDE
andr_15#20
Segundo os crentes ela existe por que Rowling é uma "bruxa de verdade" seja lá o que isso signifique.
priscila#21
Bruxaria, amigo, NÃO é religião. Seitas "mágicas" não compartilham a NATUREZA das religiões. São diferentes desde a raiz. Eu andava com muita vontade de falar sobre isso, e você me deu a chance, obrigada!

A magia, as seitas mágicas ou a bruxaria, partem sempre do princípio gnosticista de que é POSSÍVEL uma ação humana DIRETA e ILIMITADA (ou muito pouco limitada pelo "desconhecimento humano", uma coisa pelo menos em tese considerada "superável", eventualmente) sobre o universo que nos cerca. Sem interveniência divina. A idéia "new-age" de que o "universo é um organismo consciente", ou a idéia atéia que corre paralela a esta, são "idéias mágicas" POR EXCELÊNCIA, pois pretendem implicitamente que é possível a interação consciente do homem com esse "outro" organismo (consciente ou não), de forma a alterá-lo segundo a vontade humana, e sem a necessidade de mais nada que não seja essa vontade.

A compreensão religiosa verdadeira é precisamente CONTRÁRIA, porque percebe Deus como AQUILO QUE NÃO É CRIADO - e portanto TUDO não é Deus, TUDO é OUTRA COISA diferente de Deus, Deus é O QUE NADA É.

Então para o religioso qualquer ação humana é sempre, por definição, infinitamente menor e dependente, e se exerce em outro âmbito menor e obrigatoriamente dependente da infinitude transcendente ou divina.

O religioso ENTENDE, PERCEBE esse "tudo" que o cerca como uma manifestação ou uma emanação, sobre a qual lhe foi dado algum poder (por Bondade Divina, ou por Misericórdia Divina, não importa), mas bastante limitado, e que exige um extremo CUIDADO, uma vez que trata-se de uma CONCESSÃO, da qual ele terá que prestar contas! TUDO que nos cerca é Sagrado porque é uma emanação ou manifestação da Transcendência Divina, e assim deve ser respeitado e cuidado.
priscila#22
De modo que a PROFUNDIDADE do pensamento religioso é imensamente MAIOR, e ao mesmo tempo mais humilde e mais simples, do que a do pensamento mágico. Mas não é apenas esta diferença quantitativa que existe, repito: há a diferença QUALITATIVA, que expressa mesmo um erro e um pecado, por conter ao mesmo tempo uma negação e um desafio ao poder infinito da Transcendência.

O pecado chamado original, aquele mesmo.

E que se expressa nisso, no pensamento mágico, anti-religioso, que tem o homem como "senhor do mundo".
slvio#23
Lembrei-me agora de uma piada de um falecido muçulmano vizinho meu. Um muçulmano foi convidado a participar de um baile de carnaval por cristãos e durante todo o baile ficou a repetir uma frase em árabe, nos final da função os cristão perguntaram: "Que significava aquela frase que ele repetia como um mantra o tempo todo" e ele respondeu: "Bando de infiéis filhos da puta". Imagine é uma letra satânica e não necessariamente anti-cristã, em todo caso eu creio que o Lennon não passava de um idiota útil. Ser (um verdadeiro) satanista ou fazer um pacto com o demo é para poucos. Prefiro um Dr. Faust, de Ghoette. Tem a Xuxa também que já foi envolvida em rumores de que teria um pacto com o diabo, ela me parece ser muito comunzinha para esse tipo de coisa.
priscila#24
😄, amigo, eu deveria ter escrito que "Deus é o que nada mais é".
Perdão, my fault. Ficou passível de maus entendimentos. Eu quis dizer que nada é Deus senão Deus, e portanto qualquer outra coisa NÃO É DEUS. Entendeu agora?
marcos_8#25
Sem entrar no mérito da religião da autora, Harry Potter não é satanista e pronto. Tem gente que procura pêlo em ovo.
Ronnie , com todo respeito às nossas diferenças religiosas, a sua comparação foi estúpida. Ou você não sabe o que é satanismo, nem o que é bruxaria, ou você não entende a relação dos católicos com Maria, ou as duas coisas e outras.
andr_15#26
"Sem entrar no mérito da religião da autora, Harry Potter não é satanista e pronto."

Certamente que não, mas parece que certos crentes tem problema com o sucesso alheio.

‹ Voltar para a lista de tópicos