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Missa solene em Sufrágio da alma de Dom Pedro Luiz

Iniciado por fillipe em 06/06/2009 · 6 mensagens

fillipe#1
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Missas solenes em Sufrágio da alma do Príncipe Dom Pedro Luiz de Orleans e Bragança
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SP
Igreja Nossa Senhora do Brasil
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009 - 11 horas
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RJ
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé
Rua Sete de Setembro, 14. Centro
Quarta-feira, 10 de Junho de 2009 - 13h30m
Celebrante: Arcebispo Dom Orani João Tempesta
Concelebrante: Bispo Dom Filippo Santoro
fillipe#2
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PERFIL DO PRÍNCIPE DESAPARECIDO:

Dom Pedro Luiz Maria José Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança e Ligne, Príncipe do Brasil e de Orleans-e-Bragança, nascido em 12 de janeiro de 1983, no Rio de Janeiro, é um dos desaparecidos do voo Rio-Paris que saiu do Aeroporto Internacional Tom Jobim, às 19h do dia 31 de maio de 2009.

Primogênito do Príncipe D. Antonio João de Orleans e Brangança (*1950) e da Princesa Christina de Ligne (*1955), D. Pedro Luiz tem três irmãos: D. Rafael Antonio (*1986), D. Amélia (*1984) e D. Maria Gabriela Fernanda (*1989).

Seu Pai é o Irmão e herdeiro dinástico do atual Imperador "de jure" do Brasil, D. Luiz de Orleans e Bragança(*1938), Bisneto e sucessor da Redentora. Sua Mãe é a quarta filha do 13º Príncipe de Ligne da Bélgica, Antonio de Ligne e Noailles (*1925 †2005); e da Princesa de Luxemburgo, de Nassau e de Parma, Alice de Bourbom-e-Nassau-Weilbourg (*1929). A Casa de Ligne, que remonta ao Séc. XII, é a Dinastia histórica mais importante da Bélgica, estando abaixo apenas da Casa Real, que é um Ramo da germânica Dinastia Saxe-Coburgo-Gotha.

D. Pedro Luiz foi batizado na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, em 19 de fevereiro de 1983, pelo Mons. Narbal Costa Stencel, sendo Padrinhos seu Tio materno, o então Príncipe Hereditário Michel de Ligne (*1951), hoje 14º Príncipe de Ligne e do Sacro Império, Príncipe de Amblise e de Épinoy etc. — representado no ato pelo Prof. Otto de Alencar de Sá Pereira — e sua Tia paterna, a Princesa D. Maria Thereza do Brasil (*1959), atual Senhora João Hessel de Jong, que também foi representada na ocasião pela Irmã gêmea, Princesa D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança(*1959), a artista plástica "Lelli" de Orleans e Bragança.
fillipe#3
Com meses de vida, cumpriu seu primeiro compromisso solene em uma reunião de chefes monarquistas na residência do Prof. Francisco Camões de Menezes (...), no bairro da Tijuca. Mudou-se pequenino para Petrópolis, onde seus pais adquiriram uma casa no Bairro do Morin.

Fez seus estudos primários no Instituto Social São José — de uma Congregação de freiras de origem francesa —, em Petrópolis. Depois, cursou o ensino médio no Colégio Ipiranga, na mesma cidade.

Graduou-se em Administração de Empresas pelo IBMEC do Rio de Janeiro, entre 2001 e 2005, tempo em que residiu com sua Avó paterna, D. Maria Isabel de Wittelsbach da Baviera (Princesa Mãe do Brasil) e sua Tia a Princesa D. Isabel de Orleans e Bragança, no bairro da Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro. Cursou a Pós-graduação em Finanças e Mercado de Capitais, na EPGE da Fundação Getúlio Vargas, de 2005 a 2006.

D. Pedro Luiz falava fluentemente português, francês e inglês e praticava golfe, tênis e futebol. Nesta matéria, era torcedor aguerrido do Fluminense.

Trabalhou no Banco Mariani, no Rio de Janeiro, antes de empregar-se num banco de investimentos da Cidade de Luxemburgo, Capital do Grão-ducado de Luxemburgo, em fins de 2007. O Grão-ducado é uma Monarquia centroeuropeia onde reina seu Tio, Grão-duque Henrique I (*1955), Primo-irmão de sua Mãe a Pricesa D. Christina de Ligne.

Fonte: http://idisabel.org.br/ (adaptado)
ciro#4
Surpreendidos pelo infausto acontecimento, e transidos pela dor da perda que não se assimila, é que voltamos os marejados olhos para o futuro.
Essa é uma das caracteristicas mais marcantes da monarquia. Diferente da Republica, calçada no culto interesseiro e personalista, a monarquia sabe conviver com a causalidade existencial que não concede a ninguém a certeza absoluta da permanencia.
A perda é irreparavel, pois era um jovem sobre o qual muitas esperanças eram depositadas, e que tinha o estofo dos Orleans e Bragança, o que nos dava a certeza de que a nossa causa não é vã. Mas, como bem disse D. Luis, a nossa luta continua, e com o mesmo ardor. São insondáveis as razões da existencia, mas Deus, na sua absoluta misericórdia sabe precisamente o que faz.

Le roi est mort, vive le Roi!
cristina_2#5
Lamentável perda...Sim!
Pois depositávamos nele a esperança de ver renascer o Império neste infortunado País.
Mas lembremos as palavras de S.A.I.R. Dom Luiz de O. e Bragança em seu pronunciamento de ontem (05/06/09):

( )..."Se o momento é de apreensão e de tristeza, não pode ele ser desprovido de esperança. Esperança que se volta, de modo particular, para D. Rafael - irmão do desaparecido - a quem auguro ânimo e determinação diante do infortúnio, e exorto a que seja, na sua geração, um exemplo de verdadeiro Príncipe, voltado para o bem do Brasil e exemplo de virtudes cristãs."

Palavras dignas de um Imperador!
jamesford#6
Assitindo à vida privada de nossa família real somos tomados de desespero e ao mesmo tempo alegria... alegria por vermos que um dos poucos focos de virtude dinasticamente guardada é a família real brasileira... e desespero por termos renegado essa liderança, colocando nosso destino em porcas mãos positivistas.

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