Olavo fez mais pela Igreja Católica escrevendo esse pequeno texto, no caso da Irlanda, do que todos os outros apologetas católicos, somados, que li.
Se vier algum anti-católico me encher o saco, agora, por causa desse lixo de relatório ridículo de "instituição independente" sobre os orfanatos, basta agora mostrar os números que o Olavão apontou nesse texto.
Ora. O relatório diz, baseado em 1.090 entrevistas, que ocorreram 12.000 casos de abusos contra crianças.
Ora, esses abusos não eram sexuais, apesar de também, segundo o relatório, estes terem acontecido. O uso de uma palmatória (que meus pais também "curtiram" na infância deles, aqui no Brasil, numa escola normal, pública) já conta como um "abuso".
Ora, como é que, como 1.090 entrevistas com os velhinhos que lá moraram, se chegou a 12.000 casos. Bom, pra isso, cada velhinho tem que ter denunciado 11 casos.
E, se os dez casos que um deles diz que viu, tivessem acontecido com dez dos outros entrevistados. Não se está contando duas vezes, ou dez vezes, o mesmo caso?
Vejam que estou considerando que é tudo verdade...
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Depois, vejamos. Eram instituições para onde iam TODAS as crianças órfãs, filhas de mães solteiras e delinquentes.
Lembro, também, que não haviam sacerdotes católicos nesses lugares. Eram leigos que tomavam conta dos orfanatos.
Se vier algum anti-católico me encher o saco, agora, por causa desse lixo de relatório ridículo de "instituição independente" sobre os orfanatos, basta agora mostrar os números que o Olavão apontou nesse texto.
Ora. O relatório diz, baseado em 1.090 entrevistas, que ocorreram 12.000 casos de abusos contra crianças.
Ora, esses abusos não eram sexuais, apesar de também, segundo o relatório, estes terem acontecido. O uso de uma palmatória (que meus pais também "curtiram" na infância deles, aqui no Brasil, numa escola normal, pública) já conta como um "abuso".
Ora, como é que, como 1.090 entrevistas com os velhinhos que lá moraram, se chegou a 12.000 casos. Bom, pra isso, cada velhinho tem que ter denunciado 11 casos.
E, se os dez casos que um deles diz que viu, tivessem acontecido com dez dos outros entrevistados. Não se está contando duas vezes, ou dez vezes, o mesmo caso?
Vejam que estou considerando que é tudo verdade...
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Depois, vejamos. Eram instituições para onde iam TODAS as crianças órfãs, filhas de mães solteiras e delinquentes.
Lembro, também, que não haviam sacerdotes católicos nesses lugares. Eram leigos que tomavam conta dos orfanatos.