Um projeto de lei, proposto pelo deputado estadual Milton Flávio (PSDB), na Assembléia Legislativa de São Paulo, pretende impedir que pessoas que autorizaram ou cometeram atos de tortura durante a ditadura militar possam ser homenageados com nome de logradouros públicos.
O deputado, que viveu os chamados “Anos de Chumbo” e chegou a ser perseguido pelos militares, argumenta que a lei n.º 1.284 de 18 de abril de 1977 não coloca restrição e permite que todas as pessoas que tenham realizado atos de relevância para a cidadania possam ser homenageadas emprestando o seu nome para logradouros públicos. Isso permitiu, na época, que vários militares que participaram da ditadura recebessem a homenagem, segundo ele.
“Isso é incompatível hoje porque quando se fala para um jovem que você viveu em um período de ditadura e que as pessoas estão sendo indenizadas porque sofreram torturas e morreram e eles vêem logradouros públicos com nomes (de militares do regime), nome de escolas, praças e viadutos, isso é incongruente, é inconseqüente”, justifica.
http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_regional.php?codigo=158074
O deputado, que viveu os chamados “Anos de Chumbo” e chegou a ser perseguido pelos militares, argumenta que a lei n.º 1.284 de 18 de abril de 1977 não coloca restrição e permite que todas as pessoas que tenham realizado atos de relevância para a cidadania possam ser homenageadas emprestando o seu nome para logradouros públicos. Isso permitiu, na época, que vários militares que participaram da ditadura recebessem a homenagem, segundo ele.
“Isso é incompatível hoje porque quando se fala para um jovem que você viveu em um período de ditadura e que as pessoas estão sendo indenizadas porque sofreram torturas e morreram e eles vêem logradouros públicos com nomes (de militares do regime), nome de escolas, praças e viadutos, isso é incongruente, é inconseqüente”, justifica.
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