Depois da morte a tiros de George Tiller, o aborteiro que abortava bebês no último mês de gestação, o presidente Barack Obama enviou uma mensagem de saudação de que os EUA não vão tolerar ataques contra cidadãos pró-vida ou qualquer outro americano por causa de sua religião ou crenças.
Ha, ha! Eu só estava brincando. Essa foi a sentença mais importante — com leves modificações — de um editorial do jornal The New York Times avisando acerca de teóricos crimes de ódio contra muçulmanos publicado oito meses após o ataque de terroristas muçulmanos em 11 de setembro de 2001. Será que os cidadãos pró-vida conseguirão a aprovação de um projeto de lei de crimes de ódio e inúmeros artigos dedicados a garantir aos americanos que “a maioria dos cidadãos pró-vida são pacíficos”?
Durante anos, ouvimos sobre a grave ameaça de que os americanos poderiam reagir exageradamente a um ataque terrorista cometido por 19 muçulmanos gritando “Allahu akbar” enquanto atiravam aviões comerciais em arranha-céus americanos. Isso seria o equivalente de 19 pessoas pró-vida gritando “O aborto mata um bebê com coração batendo!” enquanto estivessem eliminando a tiros milhares de cidadãos inocentes em Wichita, Kansas.
Nesses mesmos 36 anos, mais de 49 milhões de bebês foram assassinados por aborteiros. Vamos recapitular esse placar do primeiro tempo, fãs de esportes: 49 milhões a cinco.
Por que é que os esquerdistas não estão se apressando para nos garantir nesta ocasião que “a maioria das pessoas pró-vida são pacíficas”? Diferente dos muçulmanos, os pró-vida são realmente pacíficos.
De acordo com uma recente pesquisa de opinião pública, a maioria dos americanos se opõe ao aborto — o que está em conformidade com a recusa histérica dos esquerdistas de permitir que votemos nesse assunto. Num país com aproximadamente 150 milhões de cidadãos pró-vida, cinco aborteiros foram assassinados desde a aprovação do aborto nos EUA em 1973, na decisão Roe v. Wade.
Ha, ha! Eu só estava brincando. Essa foi a sentença mais importante — com leves modificações — de um editorial do jornal The New York Times avisando acerca de teóricos crimes de ódio contra muçulmanos publicado oito meses após o ataque de terroristas muçulmanos em 11 de setembro de 2001. Será que os cidadãos pró-vida conseguirão a aprovação de um projeto de lei de crimes de ódio e inúmeros artigos dedicados a garantir aos americanos que “a maioria dos cidadãos pró-vida são pacíficos”?
Durante anos, ouvimos sobre a grave ameaça de que os americanos poderiam reagir exageradamente a um ataque terrorista cometido por 19 muçulmanos gritando “Allahu akbar” enquanto atiravam aviões comerciais em arranha-céus americanos. Isso seria o equivalente de 19 pessoas pró-vida gritando “O aborto mata um bebê com coração batendo!” enquanto estivessem eliminando a tiros milhares de cidadãos inocentes em Wichita, Kansas.
Nesses mesmos 36 anos, mais de 49 milhões de bebês foram assassinados por aborteiros. Vamos recapitular esse placar do primeiro tempo, fãs de esportes: 49 milhões a cinco.
Por que é que os esquerdistas não estão se apressando para nos garantir nesta ocasião que “a maioria das pessoas pró-vida são pacíficas”? Diferente dos muçulmanos, os pró-vida são realmente pacíficos.
De acordo com uma recente pesquisa de opinião pública, a maioria dos americanos se opõe ao aborto — o que está em conformidade com a recusa histérica dos esquerdistas de permitir que votemos nesse assunto. Num país com aproximadamente 150 milhões de cidadãos pró-vida, cinco aborteiros foram assassinados desde a aprovação do aborto nos EUA em 1973, na decisão Roe v. Wade.