Relatório da ONU diz que leis pró-vida constituem violência contra as mulheres
Alex Bush
GENEBRA, Suíça, 4 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um novo relatório da ONU intitulado “15 anos do Inspetor Especial das Nações Unidas sobre Violência contra as Mulheres, suas causas e consequências (1994-2009) — Uma análise crítica” declara que “as sanções criminais contra todas as formas de abortos e contracepção” impostas pelo Estado constituem um ato de violência contra as mulheres.
“Tais políticas e medidas estatais violam a liberdade, segurança e vida das mulheres”, diz o relatório.
O relatório argumenta que se um Estado não fornece prontamente a contracepção ou “serviços de planejamento familiar” para as mulheres, então está cometendo um ato indireto de violência contra as mulheres porque não está reconhecendo, ou capacitando, “a autonomia sexual das mulheres”.
A Society for the Protection of Unborn Children (Sociedade para a Proteção das Crianças em Gestação), do Reino Unido, respondeu ao relatório, chamando-o de um “relatório extremamente pró-aborto e antifamília”.
Pat Buckley da Society for the Protection of Unborn Children (SPUC) disse para o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDHONU), para quem foi entregue o relatório, que “independente do que diz o relatório, não há e nunca poderá haver um direito humano ao aborto”.
Alex Bush
GENEBRA, Suíça, 4 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um novo relatório da ONU intitulado “15 anos do Inspetor Especial das Nações Unidas sobre Violência contra as Mulheres, suas causas e consequências (1994-2009) — Uma análise crítica” declara que “as sanções criminais contra todas as formas de abortos e contracepção” impostas pelo Estado constituem um ato de violência contra as mulheres.
“Tais políticas e medidas estatais violam a liberdade, segurança e vida das mulheres”, diz o relatório.
O relatório argumenta que se um Estado não fornece prontamente a contracepção ou “serviços de planejamento familiar” para as mulheres, então está cometendo um ato indireto de violência contra as mulheres porque não está reconhecendo, ou capacitando, “a autonomia sexual das mulheres”.
A Society for the Protection of Unborn Children (Sociedade para a Proteção das Crianças em Gestação), do Reino Unido, respondeu ao relatório, chamando-o de um “relatório extremamente pró-aborto e antifamília”.
Pat Buckley da Society for the Protection of Unborn Children (SPUC) disse para o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDHONU), para quem foi entregue o relatório, que “independente do que diz o relatório, não há e nunca poderá haver um direito humano ao aborto”.