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Islamismo e violência

Iniciado por hiranclair em 10/06/2009 · 4 mensagens

hiranclair#1
Existe atualmente um forte esforço em se dizer que o Islamismo é uma religião de paz. Recente artigo do Midia sem Mascara mostra que no caso do Islamismo a violência vêm da raiz, pois no próprio Corão existe apologia da violência. Vide:

"Virou moda, entretanto, dizer que o cristianismo é que é uma religião de sangue, que propaga a sua fé pelas guerras, etc. Digam o que disserem, o cristianismo verdadeiro não tem esse argueiro ou trava no olho - como instituição não exaltou os suicidas, nem encorajou massacre de inocentes, e os raros fatos pontuais da história, em que um segmento ou outro confundiu a Espada do Espírito com a de metal, não provam a regra. O cristianismo é pacífico. Eu - pessoalmente, sou da paz! Agora, dêem uma olhada no Corão (Sura 9.5). Não há dúvida sobre o que ensina o Islamismo: "Assim, quando os meses sagrados passarem, então matem os idólatras aonde quer que possa encontrá-los e leve-os cativos e encurrale-os e espere por eles, em cada emboscada..."; Ou (Sura 4.56) : "... com relação àqueles que não crêem em nossas comunicações, faremos com que adentrem o fogo; com tanta freqüência que suas peles serão totalmente queimadas. Mudaremos elas por outras peles, para que possam experimentar o castigo; certamente Alá é poderoso e sábio." Realmente, não é um exagero equacionar islamismo com violência - ela está na raiz dessa religião. Podem até existir alguns muçulmanos moderados, mas serão incoerentes com os documentos da fé que professam."

http://www.midiasemmascara.org/index.php?option=com_…os&Itemid=17
priscila#2
Sim, de fato. O Islam COMEÇOU VIOLENTO. Maomé matou um bocado.

Há certamente muçulmanos não-violentos, assim como existiu Avicena, e existiram os Mutazilah. Mas sofreram a influência dos gregos, esses - e acabaram tendo que ser reconduzidos à submissão. De modo que não é muito possível de fato SABER até que ponto "ser muçulmano", no momento, significa ou não "ser violento". Ou, em outras palavras, entender até que ponto o Islam CONTÉM esta violência como uma coisa intrínseca a ele.

De modo algum quero ser injusta. O problema é que também não quero ser idiota.
hiranclair#3
De fato, é absurdo ser preconceituoso e generalizar que todos ou a maioria dos muçulmanos dos dias de hoje é violenta. Mas também é igualmente absurdo ficar repetindo como muitos dizem por aí que o Islã é uma religião de paz, como se o Islã não tivesse nadinha de nada a ver com violência, e criticar como preconceituosos todos os que falam sobre essa raiz violenta do Islã e a violência islâmica no decorrer da história.
Acredito sim que o Islamismo apesar de tudo tem aspectos bons e trouxe coisas positivas para a humanidade, mas é absurdo e é faltar com a verdade querer negar o aspecto violento e as coisas ruins que também fazem parte da história islâmica. O que me preocupa é que estamos vivendo numa situação na qual estamos quase perdendo o que nos resta de liberdade de expressão no aspecto de criticar o Islã. Como o autor do texto do MSM mencionou, quando alguém, o próprio Papa, menciona a violência do Islã, os muçulmanos reagem com violência exigindo, por absurdo, que o Papa reconheça que eles não são violentos, assim não dá né? Autores de livros ou filmes que criticam o Islã, essa religião de paz, correm o risco de serem assassinados por algum radical, essa é a realidade de hoje...
hiranclair#4
Se cada religião individualmente se considerar a única verdadeira e que todos os que seguem outras religiões são infiéis que merecem morrer o mundo viraria uma guerra sem fim, a não ser que uma religião dominasse todo o planeta. Por isso acho muito errado e lamentável haver numa religião o ensinamento de que mandar matar infiéis é certo. No caso do Islamismo eles acham certo matar os apóstatas também, ou seja, uma pessoa não tem o direito de deixar de ser muçulmana. Se perder a fé e quiser se converter pra outra religião, tem que ser cínica, fingir que ainda é religioso para preservar a vida, ou fugir do seu país, como aconteceu com um afegão que se converteu ao Catolicismo e foi pra Itália.
Agora imaginem se além do terrorismo islâmico os budistas, hindus e membros de outras religiões também estivessem formando organizações terroristas. Imaginem se houvesse no Japão grupos terroristas tentando livrar o país da "corrupção" da influência ocidental moderna atacando o próprio governo e os EUA e a Europa em nome dos valores do Budismo, ou hindus fazendo o mesmo atacando a Inglaterra, isso seria bom por acaso?
Por isso repudio essas coisas, acho ruim o ateísmo e o materialismo moderno, mas também acho horrível o radicalismo religioso islâmico e outros radicalismos semelhantes. É ruim ver a degradação de costumes, mas nisso acho que Jesus estava certo quando não deixou uma multidão apedrejar uma mulher adultera. Por errados que sejam as falhas individuais no aspecto moral, acho que ninguem merece morrer por causa disso. Enquanto ainda tiver um pouco de liberdade e puder falar sem ter o risco de um terrorista me matar na hora que eu estiver saindo de casa vou continuar criticando quando achar que devo o radicalismo religioso e o terrorismo.

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