SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) afirmou segunda-feira que a continuação da realização da Parada Gay na Avenida Paulista, região central da capital paulista, será analisada prefeitura. Confusões, brigas, furtos, roubos e até mesmo a explosão de um artefato durante a parada levaram a prefeitura a avaliar se a avenida deve mesmo continuar como palco de eventos desse porte.
Ao menos 54 pessoas ficaram feridas durante a Parada, realizada no domingo, segundo balanço da Secretaria Municipal de Saúde e da Santa Casa de São Paulo. De acordo com a secretaria, 14 pessoas foram atendidas por hospitais da rede municipal de saúde, todos em decorrência da explosão ocorrida na noite de domingo na região do largo do Arouche, no centro da cidade. Porém, o número de feridos pode ser ainda maior, já que, de acordo com a SSP-SP, 22 pessoas foram socorridas com ferimentos nos instantes seguintes à explosão.
Ainda segundo informações da SSP, pessoas que dispersavam da Parada Gay foram surpreendidas pela explosão, na esquina da avenida Vieira de Carvalho com a rua Vitória. A secretaria de Saúde informou que todas as pessoas atendidas na rede municipal de saúde sofreram ferimentos leves e já receberam alta segunda-feira.
– A Paulista cada vez mais se mostra inadequada para os eventos. O que pode ter atrapalhado (a Parada neste domingo) foi a obra do metrô, no final da Paulista – disse Kassab segunda-feira, após um evento no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual. – A avaliação (da parada) será feita com serenidade pela prefeitura. Nada indica que não possa ser (modificado o lugar do evento).
Rastros da violência
A polícia ainda investiga a origem do explosivo. Até o momento, nenhum suspeito foi indicado pelo crime. Além dos feridos pela explosão, outras quatro pessoas sofreram com a violência nos arredores do evento após o término das festividades.
Marcelo Campos Barros, de 35 anos, está internado na Santa Casa de São Paulo em estado grave após sofrer traumatismo craniano ao ser espancado durante uma briga em uma rua perto de onde ocorria a Parada Gay. Segundo a Santa Casa, o homem passou por uma cirurgia segunda-feira e está internado na Unidade de Terapia Intensiva. Ele foi internado no domingo a noite e sofreu as agressões na rua Araújo, na República.
Já Daniel Oliveira, também com 35 anos, estava internado com ferimentos no corpo, mas passava bem. A expectativa era de que recebesse alta ainda na noite de segunda-feira. Mauricio Pereira Silva, de 17 anos, sofreu politraumatismo, mas seu estado de saúde é estável e a previsão também era de que fosse liberado ainda segunda-feira. De acordo com a SSP, o adolescente foi agredido na rua Frei Caneca após esbarrar em uma mulher que estava com um grupo de pessoas. Testemunhas relataram no boletim de ocorrência que ele estava aparentemente embriagado quando ocorreu a confusão. A Polícia Militar o encontrou caído na rua e, segundo a SSP, socorreu o rapaz no carro da corporação. Já Adriano Aparecido Souza Cordeiro, de 27 anos, sofreu um mal súbito e seguia em observação até a noite de segunda-feira. (Com agências)
Creio que o mais correto não é proibir, não entendo a mente de quem pensa em probir a manifestação da liberdade, da diversidade, do amor, da compaixão pelo próximo. A parada gay é uma festa que representa todas estas coisas lindas, representa a liberdade do ser humano de todas as amarras que o prende a conceitos moralistas epreconceituosos medievais, representa a definitiva libertação do ser humano de todos os seus instintos bestiais.
Assim creio ser impensável proibir. Acho que o correto seria apenas tranferir ela de lugar, transferi-la para o Irã.
O Lula poderia criar um fundo para enviar os entusiastas dessa festa tão libertária para o Irã. Lá tenho certeza que Armadnejad saberia dar a devida recepção aos seus participantes.
Tendo em vista que não sou de etnia ariana, e também que faço questão de preservar intacta a minha capacidade de julgar o que é normal e anormal, sendo portanto pelas definições dos dias atuais, um "doente portador de homofobia" - uma doença nova, descoberta pelos cientistas das ongs e de Estado - eu prefiro não passar no meio de nenhuma das duas.
Mas como existe muita gente que atualmente faz questão de não julgar absolutamente nada, e que considera o própra noção de normal e anormal, certo e errado, bom e mau, como sendo já uma grave ofensa e na verdade uma patologia epidêmica a ser combatida. Tenho eu, certeza de que um dia haverá ainda uma grande passeata, com uma grande faixa a frente onde estará escrito em letras bem grande: "MERDA FAZ BEM", e que muitos ainda aplaudirão.
Neste dia muitos aplaudirão com entusiasmo a conquista da suprema liberdade humana, a libertação definitiva de qualquer noção ou julgamento de naturalidade, o definitivo divorcio humano da submissão as leis naturais, e o nascimento do NOVO HOMEM e da NOVA RAÇA, uma raça verdadeiramente livre. Será um grande dia este. Neste dia aqueles que não aplaudirem e não concordarem serão executados, afinal eles só podem ser loucos portadores de "homofobia", para não perceberem tamanha verdade.
Você está muito aquém da capacidade de debate. Está defendendo um tema que nem mesmo conhece, e também não faz a menor noção de qual é o verdadeiro objetivo do movimento que você está defendendo. Você simplesmente pegou um monte de chavões despachados pela mídia, um monte de panfletos, e veio aqui imaginando que conhece algo e que está pronto para defender algo. Você é apenas um comunista cultural, mas que nem mesmo sabe que o é. Melhor, menos mal, isso diminui a sua culpa. Hoje em dia todo mundo é de uma forma ou de outra influenciado pelo comunismo cultural, principalmente quando se vive no país mais gramiscista do mundo.
O que você chama de "critério doido" é apenas uma leitura dos direitos e garantias fundamentais previstos em nossa Constituição Federal.
Vc realmente acredita que essas questões podem ser resolvidas em termos de formalidades constitucionais?
Penso que esses temas substantivos, que afetam o modo tradicional de existência de uma sociedade - na caso, a brasileira -, e, ipso facto, a própria existência dela, estão acima, muito acima mesmo, de qualquer consideração formal do tipo "constituição" ou "declaração de direitos".
Isso que vc falou, sobre a debilitação de uma geração inteira de adultos, tem a ver também com a progressiva demonização, e futura criminalização, do tabaco, não?
O tabaco, parece-me, é um vício típico de uma sociedade de homens adultos e maduros, cientes de si. Substituir o tabaco pela maconha é uma forma de "infantilizar" uma geração inteira de pessoas.
Está provado e eu tenho o vídeo do documentário oficial de uma entidade que investiga a AIDS é gerada pela debilitação imunológica causada pela maconha...
Não quero defender maconha nenhuma, mas falar uma bobagem dessa é demais, isso queima o filme da direita e é, no máximo, motivo de piada.
Cuidado com esses "documentários", rapaz.
Eu vejo muita gente dizendo que "isso é uma putaria, uma pouca vergonha, tem que explodir mesmo, e etc". Mas esse tipo de manifestação só gera intolerância e violência, não propõe uma mudança séria e uma reflexão sincera acerca do problema.
Eu, ao contrário, não vejo como isso possa gerar “intolerância e violência” – é fato arquicomprovado que, no Brasil, não há qualquer tipo de perseguição, opressão ou violência anti-gay; muito pelo contrário, como vc bem deve saber, o movimento gayzista é um dos mais poderosos, ricos e influentes de todo o universo progressista-ativista.
No mais, eu compreendo perfeitamente as manifestações dos membros aqui da comunidade; nós – e falo aqui pelo pessoal conservador – não temos nenhum, absolutamente nenhum, meio institucional de expressão, ação ou representação: nenhum partido, nenhum órgão de imprensa, nenhuma instituição acadêmica, nada vezes nada. O que vc faria ao ver seus valores e seu estilo de vida, o estilo de vida de seus pais e antepassados, os preceitos religiosos que lhes são caros e que deram base à cultura de seu povo, sendo impiedosamente atacados e enxovalhados, dia após dia, por uma minoria articulada, altamente virulenta, sem que nada possa ser feito, nenhum meio de ação política efetiva esteja à sua disposição? Pense nisso e veja que a sua fala peca por falta de senso das proporções.
Então para dar continuidade ao debate. Se o Estado não deve garantir o direito do cidadão de escolher a sua orientação (ou opção, ou "perversão") sexual, devo admitir, então que ele deva reprimir, ou regular de uma forma que garanta a tranquilidade dos demais cidadãos que não seguem esta mesma orientação. É isto? Qual a solução proposta?
1) acho que orientação sexual é algo que está absolutamente fora da esfera do direito, mas isso é outro problema;
2) o ponto aqui não é de “garantir” a opção sexual, mas sim de saber até que ponto a manifestação pública de opinião (“parada gay”, p. ex.) sobre “comportamentos e costumes” deve ser tolerada; pessoalmente acho que aqui a tolerância deve ser mínima, senão zero; se o sujeito quer ser gay, problema dele e só dele; agora, querer impor goela abaixo da sociedade uma mudança cultural tremenda, no sentido de que o homossexualismo é algo absolutamente “normal” e, mais ainda, “moderno” e “bacana”, coloca em risco a vida em sociedade, cria atritos e tensões perniciosas, abala os costumes e convicções do povo, em suma, traz desordem – algo que deve ser evitado a todo o custo.
´´você chama de "critério doido" é apenas uma leitura dos direitos e garantias fundamentais previstos em nossa Constituição Federal.``
nossa constituição não diz que o homossexualismo é normal... aliás ela veda a união está vel homossexual,e ademais a família é a base da sociedade