O Parlamento lituano aprovou ontem uma lei para a “protecção de menores” que proíbe toda a “publicidade” de relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas. Associações preparam-se para pedir ao Presidente que não a promulgue.
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A votação teve a aprovação de 77 deputados, contra três, que se opuseram e quatro abstenções. O texto considera que a informação que publicite relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas tem um efeito negativo para a saúde psicológica e para o desenvolvimento físico, intelectual e moral dos menores. Mas não prevê quaisquer sanções para o seu incumprimento.
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“É uma terça-feira negra”, comentou à agência francesa Vladimir Simonko, presidente do Conselho da Liga dos Gays Lituanos. “É uma homofobia institucionalizada que se pratica.”
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O mesmo responsável adiantou que os homossexuais lituanos pretendem dirigir-se ao Presidente da República para lhe pedir que não assine a lei. Organizações internacionais, como a Amnistia Internacional, também manifestaram a sua indignação quando se tratou de discutir o projecto-lei.
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Em 2007 e 2008, os municípios de Vilnius e Kaunas proibiram a passagem do chamado “Camião da Tolerância” organizado pela Comissão Europeia como forma de luta contra todas as formas de discriminação, incluindo a que tem como alvo a orientação sexual. AFP
. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386971&idCanal=11
o Brasil precisa disto, hoje se alguém classificar homossexualismo como impróprio para crianças no brasil será acusado de homofóbico...
isto aqui não acontece!
e aliás uma ex república socialista soviética, pelo menos a antiga cortina de ferro parece ter deixado algo de bom...
a polônia mostrou que pensa em suas crianças e não as contamina com doutrina gay, a romênia disse não à parada gay, a rússia não permitiu a parada gay.
Da prática já basta o mal, agora a divulgção que fazem além de criminosa é de extremo mal-gosto.
Esse movimento gay é o cúmulo da cafonice. Tudo é sexo, sexo, sexo.... Essa gente não tem profissão, projeto de vida, sonhos que não sejam o de divulgar o que fazem na cama?
Eles têm é sorte do homossexualismo não dar cadeia, no mínimo... Deviam é agradecer por lhe resguardarem algum resquício de decoro com uma lei dessa...
Parlamento Europeu condena Lituânia por restringir a promoção do homossexualismo
NOVA IORQUE, EUA, 17 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento Europeu votou hoje, por 349 votos contra 218, para condenar a Lituânia por sua “lei de proteção aos menores” que proíbe a promoção de “relações homossexuais, bissexuais ou poligâmicas” entre crianças abaixo de 18 anos no país báltico. Críticos conservadores afirmam que a medida do PE, elaborada em reação à legislação soberana da Lituânia com relação a assuntos de família, excede a autoridade do Parlamento.
A resolução orienta a Agência de Direitos Fundamentais a opinar se a lei viola os padrões europeus antidiscriminação. Qualquer tal opinião não seria obrigatória, embora os ativistas provavelmente a usariam para fazer pressões por maior reconhecimento de direitos com base na “orientação sexual”.
Uma das primeiras propostas da Aliança de Liberais e Democratas pela Europa (ALDE), a facção parlamentar esquerdista, teria iniciado os procedimentos para suspender a Lituânia, de acordo com o artigo 7 do Tratado da União Européia, o pacto de 1992 que criou a União Européia (UE). Parlamentares principalmente ligados ao agrupamento de cristãos democráticos, o Partido do Povo Europeu (PPE), trabalhou nos bastidores para abrandar a resolução e remover a referência do Artigo 7.
Embora os parlamentares “progressistas” se alinhassem para acusar a Lituânia de promover a “homofobia”, vários membros conservadores e do PPE falaram em oposição à medida e em apoio ao direito soberano da Lituânia de aprovar leis protegendo as famílias e as crianças, inclusive o primeiro chefe de estado pós União Soviética, Vytautas Landsbergis, e a parlamentar eslovaca Anna Záborksá.
Apesar disso, o PPE permaneceu dividido acerca da medida, com praticamente todos os membros do PPE da França votando para condenar a Lituânia. De forma surpreendente, a delegação de Malta, inclusive seus dois representantes do PPE, votou unida contra a Lituânia.
O Parlamento da Lituânia, ou Seimas, aprovou uma lei de proteção às crianças em junho. O presidente a vetou em óbvia reação às críticas dos políticos da Europa ocidental e das organizações de ativismo homossexual. Em julho, o parlamento da Lituânia anulou o veto. A lei está programada para entrar em vigor em março de 2010.
David Quinn, diretor do Instituto Iona da Irlanda e defensor dos direitos da família, chamou a resolução de “uma intrusão completamente injustificada nos assuntos nacionais de um país membro”. Críticos tais como Quinn vêem o princípio de não discriminação, principalmente com relação à orientação sexual, sendo usados para neutralizar valores há muito consagrados, tais como liberdade religiosa e direitos dos pais. Quinn chamou a antidiscriminação “a chave mestra que abre todos os quartos da casa”.
Alguns observadores antecipam que a ação do Parlamento terá repercussões na Irlanda, onde a nação votará num segundo referendo sobre o Tratado de Lisboa no próximo mês.
Embora a UE tenha “garantido” que a proteção constitucional da Irlanda aos bebês em gestação não seria afetada por um voto do “sim” ao Tratado de Lisboa, a ação do Parlamento Europeu sobre a Lituânia provocou preocupações entres os eurocéticos irlandeses de que instituições européias tentariam invalidar as leis nacionais da Irlanda. Entre outras mudanças, o Tratado de Lisboa forçaria a Carta de Direitos Fundamentais em todos os países membros. Embora nada fale sobre aborto, os críticos temem que o Tribunal de Justiça Europeu faça uma leitura ideológica de tal direito na carta.
Quarenta e seis parlamentares se abstiveram da resolução sobre a Lituânia, inclusive três membros do PPE irlandês. Os quatro membros do ALDE irlandês romperam relações com seu partido e votaram contra a resolução, uma ação que os de dentro vêem como tática com o objetivo de promover críticas antecipadamente ao referendo de Lisboa.
Gostaria de ver esse projeto de lei. Se ele realmente faz propagando pró-homossexualismo junto às crianças, meus parabéns, tem que barrar mesmo!!
Mas o problema parece ser bem maior: a intromissão da UE na política lituana. Foi o que o sr. Quinn falou: as leis antidiscriminação são usadas para invadir tudo!! Lembram do caso da Polônia que queria (ou fez) proibir a união entre gays?? A UE ameaçou de expulsá-la do bloco. O caso da Irlanda é outro exemplo: o Tratado de Lisboa perdeu no referendo. E o que fazem? Outro referendo. Farão 9328071420987 referendos até ganharem. Aí irão parar.
Só não entendo o por quê de condenar a poligamia. Ora, se o cara tem dinheiro e tem umas mulheres a mais, dá atenção e cuida dos filhos, então qual o problema? As mulheres precisam ser socializadas entre os homens, assim existem cotas de mulheres para cada homem?
Sim, da mesma forma que esse pessoal quer socializar o bumbum dos menininhos, desculpe pessoal, mas todo mundo jah conheçe a reputação dos padres...
Sempre defendo a liberdade de expressão, a não ser que ela possa incitar violencia. Pq ai causa um reflexo ruim na sociedade.
Mto pelo contrario, essas medidas acabam por mais de prejudicar a vida de gays em faze escolar e transforma-los em adultos problematicos, tipo um Luiz Mott da vida...
"o Brasil precisa disto, hoje se alguém classificar homossexualismo como impróprio para crianças no brasil será acusado de homofóbico...
isto aqui não acontece!"
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mas qualquer pornografia é prejudicial para crianças, por ke ´so o homossexualismo é proibido?
Claro que não!
e viva stálin? lá ele tinha uma moral muito rígida, inclusive errada, e apoiava todo tipo de perversão no ocidente, ele foi o responsável pelo marxismo cultural.
De qualquer modo é bom explorar esses paradoxos.