Eu gostaria de falar aos amigos a respeito de dois homens que partilham de uma mesma luta, e têm o mesmo nome: Javad.
Javad Asadian é um escritor iraniano que mora há 30 anos no exílio.
Quando da época da revolução iraniana, Javad apoiou a luta dos iranianos pelo fim do que lhes parecia o governo de uma marionete dos americanos, o xá Reza Pahlevi. Hoje, ele diz que aquilo foi "um erro nacional".
Logo depois, relata Javad, muitos se aperceberam do "erro coletivo", do terror e do retrocesso que o regime religioso representava. O aiatolá Khomeini começou com as ações de "limpeza" entre os dissidentes pouco depois da derrubada do xá: cerca de 120 mil pessoas foram executadas, e milhões exiladas.
"No primeiro dia 8 de março depois da revolução, milhares de mulheres foram às ruas protestar contra a obrigatoriedade do uso do xador. Muitos intelectuais só foram compreender muito mais tarde o que significa quando a religião islâmica passa a ter o poder absoluto: o apedrejamento aceito pelo Código Penal, o assassínio em massa de dissidentes, o arruinamento da economia do país.
Era, no entanto, tarde demais, diz ele: "a esquerda apoiou o regime e fez com que ele sobrevivesse. O mundo ainda não viu a face real do ditador islâmico do Iran."
Javad faz parte do movimento STOP THE BOMB, que visa alertar o mundo da ameaça da bomba iraniana.
Também é co-signatário da carta que transcrevo abaixo, enviada à ONU em 2006 em protesto pelas ações - pra variar TORPES - daqueles grandes hipócritas e canalhas.
Javad Asadian é um escritor iraniano que mora há 30 anos no exílio.
Quando da época da revolução iraniana, Javad apoiou a luta dos iranianos pelo fim do que lhes parecia o governo de uma marionete dos americanos, o xá Reza Pahlevi. Hoje, ele diz que aquilo foi "um erro nacional".
Logo depois, relata Javad, muitos se aperceberam do "erro coletivo", do terror e do retrocesso que o regime religioso representava. O aiatolá Khomeini começou com as ações de "limpeza" entre os dissidentes pouco depois da derrubada do xá: cerca de 120 mil pessoas foram executadas, e milhões exiladas.
"No primeiro dia 8 de março depois da revolução, milhares de mulheres foram às ruas protestar contra a obrigatoriedade do uso do xador. Muitos intelectuais só foram compreender muito mais tarde o que significa quando a religião islâmica passa a ter o poder absoluto: o apedrejamento aceito pelo Código Penal, o assassínio em massa de dissidentes, o arruinamento da economia do país.
Era, no entanto, tarde demais, diz ele: "a esquerda apoiou o regime e fez com que ele sobrevivesse. O mundo ainda não viu a face real do ditador islâmico do Iran."
Javad faz parte do movimento STOP THE BOMB, que visa alertar o mundo da ameaça da bomba iraniana.
Também é co-signatário da carta que transcrevo abaixo, enviada à ONU em 2006 em protesto pelas ações - pra variar TORPES - daqueles grandes hipócritas e canalhas.