Entre outras coisas, seguem os principais trechos da entrevista: ConJur — Qual o conceito de família hoje?.
Maria Berenice Dias — Não existe uma família. Existem várias. Não é mais aquele modelo que víamos nos cadernos escolares. O pai com o jornal, a mãe com a panela, o filho com a bola e a menina com a boneca. O homem com o jornal, mostrava que tinha de ser mais culto que a mulher; a mãe com a panela, lhe destinava o papel de doméstica; a menina com a boneca já estava sendo adestrada para a maternidade; e o menino com a bola indicava que tinha de ser forte e viril e brincar do lado de fora da casa. Fechando os olhos, nós todos enxergamos este modelo de família.
ConJur — A inclusão homoafetiva seria impossível sem as novas famílias?
Maria Berenice Dias — Seria. Só depois de abrir o conceito de família é possível enxergá-la fora do rótulo do casamento. Não podemos mais falar em família no singular. A própria Constituição já esgarçou esse conceito de família. Existe uma nova realidade, que nem é nova, mas ao menos é uma realidade visível que a gente tem de enxergar.
[...]
ConJur — E como fica a questão da fidelidade?
Maria Berenice Dias — Nesta união não existe nenhum dever de fidelidade. Eu não vejo nenhuma justificativa da lei trazer deveres no casamento, porque eles não podem ser cobrados. O fato de o homem ter amante é um problema dele. Ele escolheu viver desse jeito, então tem que pagar por isso, independentemente da mulher.
ConJur — Qual a base de uma família parental?
Maria Berenice Dias — É a família formada independentemente da diferença de graus de parentesco, não é entre um grau e outro grau, a ascendência e descendência. São famílias de parentes do mesmo grau: família de irmãos, família de primos, pessoas que vivem e constituem uma entidade familiar, independentemente da diversidade de graus de parentesco.
ConJur — No caso Richarlyson caberia a ação? Ser chamado de gay é ofensa?
Maria Berenice Dias — Com certeza, porque ele foi chamado de uma maneira pejorativa. Da mesma forma que não dá para chamar negro de negro. Isso é crime, ainda que a pessoa seja negra. Chamar homossexual de homossexual tem conotação pejorativa. Ninguém é rotulado de heterossexual, ninguém é ofendido por ser chamado de heterossexual. Está na hora de acabar com todos esses estereótipos porque esses segmentos são alvos de tanta discriminação que eles não conseguem se impor como voz.
[...]
ConJur — Por que o Judiciário acaba assumindo a função do Legislativo?
Maria Berenice Dias — No meu entender, por falta de compromisso do legislador em fazer a lei que atenda à realidade da sociedade. Eles não estão preocupados com isso. Eles estão preocupados só com sua reeleição. Está muito desvirtuado o nosso legislador, a tramitação, no Legislativo, é horrorosamente morosa. Há um descomprometimento total com qualquer coisa que se tente, se consiga. Eu acho o nosso legislador péssimo.
Essa mulher propõe o achatamento absoluto da família. Mulher não faz mais papel de mulher porque é "opressor", homem não faz mais papel de homem porque é "tirânico".
"ConJur — E como fica a questão da fidelidade?
Maria Berenice Dias — Nesta união não existe nenhum dever de fidelidade. Eu não vejo nenhuma justificativa da lei trazer deveres no casamento, porque eles não podem ser cobrados. O fato de o homem ter amante é um problema dele. Ele escolheu viver desse jeito, então tem que pagar por isso, independentemente da mulher."
Claro. Agora é PUTARIA GERAL!!!
O fato de um homem ter amante é problema dele?? ERRADO!!! Amante, por definição, é alguém paralelo à uma relação que, por definição, tem duas ou mais pessoas (no caso, duas). E se não há nenhum dever de fidelidade então, como disse, é putaria geral.
Essa mulher é doente, fanática e a mais absoluta personificação do totalitarismo inerente ao politicamente correto. Garanto que quando a NOM implantar o governo mundial essa mulher vai ser, no mínimo, acessora direta do presidente.
Nunca vi tanta estupidez explícita numa pessoa. Algo simplesmente impressionante!!
Essa mulher é doente, fanática e a mais absoluta personificação do totalitarismo inerente ao politicamente correto. Garanto que quando a NOM implantar o governo mundial essa mulher vai ser, no mínimo, acessora direta do presidente.
Nunca vi tanta estupidez explícita numa pessoa. Algo simplesmente impressionante!! [2]
fico imaginando contra o que a eminente desembargadora tanto luta com tanta energia, cheguei a conclusão que o que a faz espumar de raiva são famílias como as nossas, a simples visão de um homem e uma mulher regularmente casados, criando seus filhos sem nenhuma influência gayzista, feminista e de toda essa porcaria defendida pela NOM deve fazê-la subir a pressão a níveis estratosféricos
´´A própria Constituição já esgarçou esse conceito de família.``
caralho! a constituição diz que a família é a base da sociedade, não importa se algum gay quer mudar o que é família em 1988, e até hoje, família é família, dois homens não constituem família!nem duas mulheres!
´´Da mesma forma que não dá para chamar negro de negro. Isso é crime, ainda que a pessoa seja negra. Chamar homossexual de homossexual tem conotação``
porra esta mulher ou está de piada ou não tem o mínimo conhecimento jurídico chamar o negro de negro ou preto não é crime! ele é negro mesmo! e aliás qual é o problema disto? eu não vejo nenhum, talvez ela veja...
e gay é gay mesmoa culpa de ele ser gA não é de quem o chama de gay!
e o judiciário assume a função legislativa por falta de vergonha na cara! e fazem pior do que os nossos legisladores! não dá para por a culpa nos políticos por isto, aliás dá sim os políticos se omitem com esse tipo de situação
"Da mesma forma que não dá para chamar negro de negro. Isso é crime, ainda que a pessoa seja negra. Chamar homossexual de homossexual tem conotação pejorativa."
Imaginem o seguinte diálogo entre duas pessoas:
- E aí negão, como vai?
- Negão o caralho! Sou afro-descendente!! Vou te processar, seu filho-da-p*!
Por estas e por outras que nem o marido dela a aguenta.
Ela tem medo de ficar sozinha apra sempre, já está sozinha, cheia de chifres na cabeça, ai fica dando estas "liçõeszinhas" loucas para desfarçar o seu recalque.
E eu prossigo com a perpétua questão: por que desgraças como essa, vistas como "progressistas" desde o jurássico, brotam sempre através do judiciário gaúcho?
Essa senhora, meus caros, é de forma quase unânime tida como uma papisa de nosso direito de família. Um dos reflexos mais visíveis da mentalidade atualmente disseminada nos cursos de Direito e paulatinamente incorporada à legislação, enquanto muitos juram de pés juntos que os bacharéis da nova safra não teriam interesses ideológicos e seriam menos inclinados aos idealismos esquerdistas do que ao interesse pecuniário pelas próprias carreiras. Vá lá, eles não precisam demonstrar interesse político. O instrumental técnico já reflete a hegemonia conquistada pelos predecessores engajados. Disso é prova máxima a tenra acolhida às bobagens da desembargadora aposentada.
´´o afeto merece ser visto como uma realidade digna de tutela.``
ela deve dizer isto em relação ao homossexualismo, mas quanto à fidelidade não vale, lamentável
ela tem orkut e estpá na homofobia já era! comunidade que , inclusive denunciou esta comunidade por ´´homofobia``, denunciou tambpem o meu perfil e o de vários membros desta comunidade por motivos como ser contra o casamento gay e a lei de homofobia