Sim, o Irã, Ahmadinejad e sua atuação.
Como bem disse o Demétrio Magnoli, a respito de quem até foi criado um tópico, trata-se da luta entre o PRAGMÁTICO, ou seja, a POLÍTICA - e o IDEOLÓGICO, ou seja, a RELIGIÃO.
A idéia inerente ao Islã éa que é POSSÍVEL, é DESEJÁVEL, e é mesmo OBRIGATÓRIO - que o pragmático e o ideológico sejam uma coisa inerente à outra. Andem juntas porque são duas faces de uma mesma moeda. ESTA é a proposta islâmica REAL.
Well, eu estudei o Islam: mas antes mesmo de estudá-lo, uma coisa eu sabia. Que era que essas duas coisas, o pragmático e o ideológico, não são INERENTES uma à outra.
Não compartilham de mesma natureza, uma vez que uma é por natureza RELATIVA e a outra é por natureza ABSOLUTA!
Pretender conjugar "naturalmente" aquilo que é pragmático e portanto relativo com aquilo que é ideológico e portanto absoluto não funcionará como SISTEMA.
Jesus disse: a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Ele não estava "jogando conversa fora": estava DETERMINANDO o que era CERTO e BOM.
Esta é a expressão de uma diferença irreconciliável entre o Cristianismo e o Islã: e este preciso momento histórico demonstra a VERDADE, demonstra a CORREÇÃO do modelo cristão!
Madineja entrou numa briga em defesa do pragmatismo - do POLÍTICO. Mandou às favas a ideologia, a RELIGIÃO. O Islã pretende conter ambas as coisas, pretende "CONCILIÁ-LAS".
Mas não concilia SEMPRE, é lógico, porque são coisas que só serão conciliadas circunstancialmente, naquela instância específica.
Ou seja: serão conciliáveis naquela hora, por causa daquelas específicas circunstâncias. Não independentemente de qualquer circunstância, que é o que o Islâ pretende impor como "verdade" e não é!
No confronto entre PRAGMÁTICO e IDEOLÓGICO, um dos dois vence - e o outro PERDE!
Os aiatolás SABEM disso: e portanto já se dividiram.
O Islã POLÍTICO e o Islã RELIGIOSO não obrigatoriamente CONVIVEM EM PAZ, porque NÃO COMPARTILHAM A MESMA NATUREZA.
Como bem disse o Demétrio Magnoli, a respito de quem até foi criado um tópico, trata-se da luta entre o PRAGMÁTICO, ou seja, a POLÍTICA - e o IDEOLÓGICO, ou seja, a RELIGIÃO.
A idéia inerente ao Islã éa que é POSSÍVEL, é DESEJÁVEL, e é mesmo OBRIGATÓRIO - que o pragmático e o ideológico sejam uma coisa inerente à outra. Andem juntas porque são duas faces de uma mesma moeda. ESTA é a proposta islâmica REAL.
Well, eu estudei o Islam: mas antes mesmo de estudá-lo, uma coisa eu sabia. Que era que essas duas coisas, o pragmático e o ideológico, não são INERENTES uma à outra.
Não compartilham de mesma natureza, uma vez que uma é por natureza RELATIVA e a outra é por natureza ABSOLUTA!
Pretender conjugar "naturalmente" aquilo que é pragmático e portanto relativo com aquilo que é ideológico e portanto absoluto não funcionará como SISTEMA.
Jesus disse: a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Ele não estava "jogando conversa fora": estava DETERMINANDO o que era CERTO e BOM.
Esta é a expressão de uma diferença irreconciliável entre o Cristianismo e o Islã: e este preciso momento histórico demonstra a VERDADE, demonstra a CORREÇÃO do modelo cristão!
Madineja entrou numa briga em defesa do pragmatismo - do POLÍTICO. Mandou às favas a ideologia, a RELIGIÃO. O Islã pretende conter ambas as coisas, pretende "CONCILIÁ-LAS".
Mas não concilia SEMPRE, é lógico, porque são coisas que só serão conciliadas circunstancialmente, naquela instância específica.
Ou seja: serão conciliáveis naquela hora, por causa daquelas específicas circunstâncias. Não independentemente de qualquer circunstância, que é o que o Islâ pretende impor como "verdade" e não é!
No confronto entre PRAGMÁTICO e IDEOLÓGICO, um dos dois vence - e o outro PERDE!
Os aiatolás SABEM disso: e portanto já se dividiram.
O Islã POLÍTICO e o Islã RELIGIOSO não obrigatoriamente CONVIVEM EM PAZ, porque NÃO COMPARTILHAM A MESMA NATUREZA.