Sobre Olavo de Carvalhodo
perspectivas de O. Braga
A julgar por alguns comentários neste blogue, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho é objecto de um sistemático processo de intenções ad Hominem da parte de uma determinada “intelectualidade” brasileira. Incapaz de contestar a sua argumentação, essa intelectualidade politicamente correcta cria um sistema de policiamento cibernético das consciências através da invectivação ad Hominem; perante a lógica da argumentação de Olavo de Carvalho, os seus detractores limitam-se a apontar as características pessoais do homem, isto é, não interessa o que ele diz mas antes o que se pretende passar para a opinião pública sobre aquilo que presumível e alegadamente “ele é”. Este tipo de policiamento das consciências é característica do marxismo.
Como português, tenho pena que não exista um Olavo de Carvalho em Portugal. Até 2008 tivemos uma pessoa com características muito parecidas: o professor Joel Serrão, que infelizmente faleceu com 88 anos. Ambos juntam as características do sábio e do sage: o primeiro dá a devida atenção ao que se sabe (ciência) e o segundo preocupa-se com o que não se sabe. O sábio é o homem que afirma a fundamentação científica que vence a ignorância; o sage vence a ignorância de outro modo: não se esquecendo que ela existe e de quanto lhe deve o sábio.
O Brasil, como entidade colectiva, deveria ter ― no mínimo ― respeito por Olavo de Carvalho.
Fonte: http://espectivas.wordpress.com/2009/06/10/sobre-olavo-de-carvalho/
perspectivas de O. Braga
A julgar por alguns comentários neste blogue, o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho é objecto de um sistemático processo de intenções ad Hominem da parte de uma determinada “intelectualidade” brasileira. Incapaz de contestar a sua argumentação, essa intelectualidade politicamente correcta cria um sistema de policiamento cibernético das consciências através da invectivação ad Hominem; perante a lógica da argumentação de Olavo de Carvalho, os seus detractores limitam-se a apontar as características pessoais do homem, isto é, não interessa o que ele diz mas antes o que se pretende passar para a opinião pública sobre aquilo que presumível e alegadamente “ele é”. Este tipo de policiamento das consciências é característica do marxismo.
Como português, tenho pena que não exista um Olavo de Carvalho em Portugal. Até 2008 tivemos uma pessoa com características muito parecidas: o professor Joel Serrão, que infelizmente faleceu com 88 anos. Ambos juntam as características do sábio e do sage: o primeiro dá a devida atenção ao que se sabe (ciência) e o segundo preocupa-se com o que não se sabe. O sábio é o homem que afirma a fundamentação científica que vence a ignorância; o sage vence a ignorância de outro modo: não se esquecendo que ela existe e de quanto lhe deve o sábio.
O Brasil, como entidade colectiva, deveria ter ― no mínimo ― respeito por Olavo de Carvalho.
Fonte: http://espectivas.wordpress.com/2009/06/10/sobre-olavo-de-carvalho/