Um avião comercial da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia Air, caiu no arquipélago de Comores, no Oceano Índico, com 150 pessoas a bordo, informou uma importante autoridade governamental na terça-feira (horário local).
"Não sabemos se há sobreviventes entre as 150 pessoas a bordo do avião", disse a autoridade à Reuters.
Foi também nas Ilhas Comores onde certa vez um casal de turistas filmou um avião procedente da Etiópia cair na água. O avião estava sequestrado e gastou todo o combustível.
A companhia não tinha manutenção nenhuma, os aviões eram uns cacos.
Modelito yemenita é brabo.
Não sei por que raios o oriente quer adotar "ocidentalidades" sem adotar O OCIDENTE! Ou os caras assumem o modelo que dizem "desprezar", ou NÃO TENHAM companhias aéreas!!!!! Andem de CAMELO, porra!
É bem seguro andar de avião. Desde que respeitadas as normas!
Se se trata mesmo de um paradigma errado, de uma super-informatização dos comandos, eu não sei. Mas não vai dar pra segurar, não. Realmente vai ser complicado escapar dessa. Vão ter que trocar por outra coisa diferente, rever os conceitos todos, porque ninguém mais quer andar de Airbus...
Bom, eu como já disse andei de tudo e ando meio de qualquer coisa, nunca prestei muita atenção no avião em que estou e acho tudo mais ou menos igual, só noto que uns têm asa maior que os outros, mas isso mesmo quando sento naquele pedaço do avião que dá pra ver. Exceto o Concorde, que era de fato escandalosamente melhor: não como instalações, porque era pequenininho - mas por causa da altura em que voava e da velocidade, não existia turbulência nenhuma e nem barulho nenhum, parecia que o avião estava parado no ar.
EADS é a companhia yemenita?
Ué, me disseram que ops aviões não têm manutenção, que são bem caquéticos, a ponto de nem todos os assentos terem cinto! Eu fiquei escandalizada! 😮!
Menina sobrevive a queda
Comorense de 14 anos foi a única dos 153 a bordo a sair com vida de acidente com avião iemenita
Na segunda-feira, 153 pessoas decolaram no voo da companhia aérea Yemenia que ia de Sanaa, capital do Iêmen, para Moroni, capital das ilhas Comores. Nas primeiras horas de ontem (ainda segunda-feira no Brasil), apenas uma delas estava viva.
Uma menina comorense de 14 anos foi a personagem do milagre – única sobrevivente do desastre aéreo no Oceano Índico ainda sem causas esclarecidas. O acidente ocorreu a cerca de 15 quilômetros de distância de Comores, arquipélago que já foi colônia francesa, localizado a 300 quilômetros da costa leste africana e região turística frequentada por europeus. Era o destino final do voo, que partiu inicialmente com outra aeronave de Paris e fez escala em Marselha. Em Sanaa, os passageiros foram transferidos para o avião mais tarde acidentado. (ZH)
Eu fico a pensar nesses dois acidentes. Em um morrem ao mesmo tempo 228 pessoas de várias nacionalidades e quase todas desconhecidas entre si no mesmo evento, no outro morre uma centena e meia de pessoas e somente uma sobrevive. No primeiro apenas a tragédia e no segundo uma tragédia quase nas mesmas proporções do primeiro, com o acontecimento daquilo que chamamos irrefletidamente de milagre, na falta de uma explicação racional. Até mídia céptica, atéia e anti-cristã de um modo geral se dobra ao termo e/ou a possibilidade de ação divina. Outro milagre.
Coloquem-se no lugar da menina. Ela vai estar sempre consciente que no mesmo acidente morreram 152 pessoas e somente ela sobreviveu. Isso deve ser mais chocante que a possibilidade de morte iminente para uma pessoa.