Considero a revista Primeira Leitura,
que também publica artigos de Olavo, a melhor revista (sobre assuntos gerais) do Brasil, pois é uma publicação séria e realmente plural, na medida em que não se rende ao consenso esquerdista (embora também tenha articulistas de esquerda, o que é saudável). A publicação deste mês (que deve chegar nesta semana ou na próxima às bancas) parece que vai ser extraordinária devido a análise das eleições.
Na edição de agosto podemos ler várias reportagens críticas ao governo e na de setembro máterias elogiosas ao mesmo. Será que isso não é pluralismo? É verdade que, editorialmente, há uma postura simpática aos princípios da social-democracia, mas ela não é imposta a todos os articulistas (ex.: Silio Boccanera, um famoso esquerdista) e não tenta passar-se por neutra (como faz a Veja e congêneres), revelando um compromisso com a clareza, elemento primordial na efetivação de qualquer debate.
o PSDB não é nem os pés da direita em parâmetros mundiais, globais, porém para os padroes brasileiros é sim..
SE vcs acham o contrario fundem um partido de direita de verdade no brasil então, ou senão mudem de país..
VCs acham q vai continuar a mesma coisa a vida inteira no brasil?
o PSDB não é nem os pés da direita em parâmetros mundiais, globais, porém para os padroes brasileiros é sim..
SE vcs acham o contrario fundem um partido de direita de verdade no brasil então, ou senão mudem de país..
VCs acham q vai continuar a mesma coisa a vida inteira no brasil?
A Primeira Leitura é tucana à esquerda, alinhada ao "desenvolvimentismo" do Serra e dos Mendonça de Barros e crítica ácida do que eles chamam de "malanismo" e do segundo mandato de FHC, para eles liberal demais. A Primeira Leitura, inclusive, saudou com entusiasmo a "conversão" do PT ao mercado.
Não conheço muito bem a revista para avaliá-la, mas eu tenho duas edições da Primeira Leitura aqui em casa e acho os argumentos dela um pouco fracos, não muito convincentes. Ainda que às vezes a revista seja bem "light" à respeito das esquerdas (diga-se as esquerdas como o PT, os comunistas, socialistas de fato!) eventualmente ela faz críticas duras à certas vertentes e correntes de pensamento desses segmentos.
Falar em política partidária no Brasil é balela, Excetuando o PT, não temos partidos políticos...
Primeira Leitura pertence a Luiz Carlos Mendonça de Barros, o superministro grampeado de FHC no BNDES, responsável pela fabulosa privatização da telefonia brasileira, em um leilão meramente formal, uma vez que o bolo já havia sido fatiado e servido., conforme a divulgação das fitas clandestinas do BNDES, que se juridicamente não servem de provas, moralmente esclarecem o suficiente..