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Milton Friedman a favor da legalização das drogas.

Iniciado por rafael_8 em 12/07/2009 · 9 mensagens

rafael_8#1
Segue-se o vídeo:

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=nLsCC0LZxkY

comentem.
fbio_6#2
Eu já sabia dessa dele. É uma mancada de quem leva os postulados liberais demasiado longe.
douglas_5#3
rs....velhice às vezes é um problema...
douglas_5#4
Ao menos ele reconheceu que se trata de um problema moral na raiz...
gbschmitt#5
Não só ele, mas a esquerda global, em massa, apóia a legalização das drogas.
priscila#6
Bom, eles vivem desse dinheiro.
A idéia de que a legalização acabaria com os lucros é uma idéia completamente absurda, que eu não sei de onde saiu, sinceramente.

Acabaria POR QUE?

Mesma coisa que dizer que se o jogo fosse legalizado, quem abrisse um cassino não ía ganhar grana nenhuma.

SÓ ÍA.
fbio_6#7
A idéia de que a legalização acabaria com os lucros é uma idéia completamente absurda, que eu não sei de onde saiu, sinceramente.

Há quem alegue que legalizando as drogas, o tráfico perderia força e que ele só ganha força porque é ilegal.
Bem, por esse raciocínio, bastaria o Estado por na ilegalidade boa parte das actividades económicas para que tivéssemos uma taxa de crescimento de 15%.
leandro_13#8
Calmaê!

A esquerda festiva quer liberar as drogas porque quer usar as drogas, e porque a "bandeira" de libera-geral (inclusive nos costumes) é parte de sua estratégia de infiltração, cujo fim é mesmo a dominação totalitária (ao menos segundo Aldous Huxley...).

Já Milton Friedman defendia porque entendia que o custo de repressão não compensava, e só provocava mais despesas pública para atender ao vício de alguns em prejuízo de toda a sociedade.

Poucos liberais acompanharam esse raciocínio, felizmente.
leandro_13#9
Existem alguns argumentos que invalidam a tese "liberal" da liberalização das drogas e mostram que ainda vale a pena combater o crime:

1. Onde a droga foi parcialmente liberada (por exemplo, para usuários), a taxa de crime não foi reduzida.

2. A liberalização parcial aumenta o consumo, abrangendo faixas etárias mais delicadas, como as crianças, que tornam-se vítimas de overdose.

3. O comércio de drogas não obedece a uma regra de mercado, ou seja, mesmo onde é de fácil aquisição (por exemplo, algumas áreas urbanas de difícil repressão), o preço não cai.

4. Nenhum pressuposto teórico do liberalismo (como, por exemplo, o estado mínimo) inclui a renúncia às funções policiais, muito menos por conteção de despesas.

5. A droga não tem um atrativo "per si" (há centenas de substâncias viciantes liberadas). O usuário busca a ilegalidade. A liberalização atrairá os usuários para substâncias ainda mais letais, como ocorre em pequenos grupos.

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