Olha o tratamento que o Minc recebeu ao visitar "pela primeira vez" a Amazonia. O cara faz de tudo pra impedir o asfaltamento da BR 319 que liga Manaus a Porto Velho - hoje intransitavel pela mato e falta de pontes, o que retirará milhoes de Amazonenses do isolamento fisico com o restro do Brasi. Mais detalhes no jornal http://www.maskate.com.br/
Título de capa do Jornal:
Ministro maconheiro vira persona non grata no Amazonas
Protegido por seguranças e informado de que seria escorraçado pelos participantes nativos da SPBC, por sua posição contrária ao licenciamento da Rodovia BR-319, cujo asfaltamento está orçado e aprovado pelas verbas do PAC – o Plano de Aceleração do Crescimento do governo Lula, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Marijuana Minc, sentiu nessa quinta na pele a rejeição e revolta da opinião pública local. As manifestações dos participantes da SPBC e o tom dos questionamentos da imprensa destacaram o personalismo da posição do ministro, e a hostilidade que respirou no ambiente abreviou seu retorno a Brasília.
Pegou o beco logo, logo
Chegou, participou da Reunião e pegou o beco, com a certeza de que a cobra ia fumar o baseado da retaliação e confronto. Antes de sair, disse que só daria o licenciamento “... depois de ver instaladas e estruturadas todas as Unidades de Conservação na área de influência da Rodovia”. Não voltou a falar das “falhas graves” que a cambada de incompetentes do IBAMA destacou sem demonstrar nos Estudos de Impacto Ambiental que os docentes da UFAM elaboraram. Em suma, Minc sentiu que o bicho vai pegar pro lado dele e que sua máscara ambientalista está sendo arrancada pelas evidências da picaretagem ambiental federal.
Título de capa do Jornal:
Ministro maconheiro vira persona non grata no Amazonas
Protegido por seguranças e informado de que seria escorraçado pelos participantes nativos da SPBC, por sua posição contrária ao licenciamento da Rodovia BR-319, cujo asfaltamento está orçado e aprovado pelas verbas do PAC – o Plano de Aceleração do Crescimento do governo Lula, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Marijuana Minc, sentiu nessa quinta na pele a rejeição e revolta da opinião pública local. As manifestações dos participantes da SPBC e o tom dos questionamentos da imprensa destacaram o personalismo da posição do ministro, e a hostilidade que respirou no ambiente abreviou seu retorno a Brasília.
Pegou o beco logo, logo
Chegou, participou da Reunião e pegou o beco, com a certeza de que a cobra ia fumar o baseado da retaliação e confronto. Antes de sair, disse que só daria o licenciamento “... depois de ver instaladas e estruturadas todas as Unidades de Conservação na área de influência da Rodovia”. Não voltou a falar das “falhas graves” que a cambada de incompetentes do IBAMA destacou sem demonstrar nos Estudos de Impacto Ambiental que os docentes da UFAM elaboraram. Em suma, Minc sentiu que o bicho vai pegar pro lado dele e que sua máscara ambientalista está sendo arrancada pelas evidências da picaretagem ambiental federal.
